Nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, às 19:00 horas, acontece a exibição do filme "U ômi qui casô cua mula", cordel de Téo Azevedo, adaptado e dirigido por Eduardo Brasil
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
SERTÃO MINEIRO NO CINE SANTA TEREZA
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
OBJETOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS ?
A derrubada pelos Estados Unidos de uma série de objetos voadores não identificados (óvnis) que sobrevoavam a América do Norte nos últimos dias levantaram preocupações de segurança e acirraram as já tensas relações entre os governos americano e chinês.
No domingo (12/2), os EUA anunciaram que derrubaram o quarto objeto não identificado sobre seu território apenas neste mês.
A ordem veio do presidente americano, Joe Biden, e o objeto foi abatido perto do Lago Huron, na fronteira com o Canadá.
Leia a matéria na íntegra no site da BBC News Brasil.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
U ÔMI QUI CASÔ CUA MULA
Cordel de Téo Azevedo, adaptado para o cinema por Eduardo Brasil
No dia 23 deste mês, será exibido no Cine Santa Tereza, em Belo Horizonte, o filme "U ômi qui casô cua mula".
A história é baseada num causo transformado em poema pelo cordelista e violeiro, Téo Azevedo. O cordel catrumano foi adaptado para a linguagem audiovisual e dirigido pelo teatrólogo, Eduardo Brasil, grande referência como ator, diretor e produtor de teatro em Montes Claros e Norte de Minas, que estreia no cinema.
Nesta exibição em BH, no próximo dia 23, Téo Azevedo irá lançar também o seu novo livro "Léxico Catrumano", com 12 mil verbetes e cantará algumas modas de viola.
Em breve, daremos mais informações sobre o filme, horários, retirada de ingressos, etc.
sábado, 28 de janeiro de 2023
AMIRT SEGUE COM AS COMEMORAÇÕES DOS 100 ANOS DO RÁDIO NO BRASIL
Revista da AMIRT está de volta
quinta-feira, 26 de janeiro de 2023
REVISÃO DA VIDA TODA APROVADA NO STF
O plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu a favor dos segurados do INSS e validou a “revisão da vida toda”, que trata de mudanças nas regras para cálculo do benefício
STF aprova revisão da vida toda pelo INSS
quarta-feira, 26 de outubro de 2022
O BRASIL É DE TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS
(Imagem: "Bandeira Rachada" - Site Sindsep-PE)
O confisco de Deus e o sequestro da República
Eugênio Magno
Até as verdades bíblicas
estão sendo truncadas e destroçadas por cristãos que preferem mitos à verdade
de fatos protagonizados e narrados, diariamente, com soberba e sarcasmo pelo
disseminador do ódio e sua seita de fanáticos.
O otimismo e a força que
move o povo brasileiro sofrido deu origem à máxima “Deus é brasileiro”. Em
tempos bolsonaristas, até isso foi retirado a quem só restava a fé e a
esperança em dias melhores. Deus se tornou propriedade privada de uma turba de
políticos aloprados que se dizem defensores da família e dos bons costumes, mas
que carregam a bíblia em uma mão, uma arma de fogo na outra, a perversão nas
entranhas, a maledicência na língua e a maldade no coração. O verdadeiro
cristão, em seus louvores, reza com o salmista: O Senhor é bom para todos; a sua
compaixão alcança todas as suas criaturas.
Acontece que tomaram de
assalto, além de altares e púlpitos, também a república e os símbolos nacionais.
A propósito do sequestro da Bandeira Nacional e da camisa da Seleção Brasileira,
pelo atual governo, me veio a lembrança de quando criança, em Montes Claros,
Sertão de Minas Gerais, costumávamos brincar de Rouba Bandeira, na rua onde
morava.
A
brincadeira era um jogo entre dois times. Cada um tinha a sua bandeira. O
objetivo era entrar no território do outro time, roubar a bandeira e trazer
para o seu território, sem ser pego pelos jogadores adversários. O jogo tinha
muitas regras e nós as respeitávamos. As “bandeiras” eram pedaços de pano ou nossas próprias camisetas. No final,
independentemente de quem tivesse vencido a competição, as camisetas eram
devolvidas e até os pedaços de pano voltavam para as casas de onde saíram. Ora
ganhávamos, ora perdíamos. De vez em quando surgia uma discussão, uma briga,
mas não passava disso. Nos entendíamos. Não havia juiz e Deus não era propriedade
de time algum, não jogava, nem torcia para nenhum lado.
Esses
poucos dias que antecedem o segundo turno das eleições é tão decisivo para o
futuro que não consigo deixar de trazer à memória o passado de uma geração que cresceu
à sombra dos coturnos militares, viveu as agruras de um país subdesenvolvido
que acreditou no progresso como milagre e construiu o futuro às custas do
endividamento e do arbítrio. Compreender como nossa história vinha sendo escrita
foi um grande desafio para a juventude desse período obscuro. Depois dos anos
de chumbo, respiramos o ar da Nova República e ganhamos uma Constituição Cidadã
em 1988. E o que era sonho logo se tornou pesadelo: superinflação no governo
Sarney, confisco da poupança e escândalos no desgoverno Collor. Nos tornamos
adultos imaturos e quase não percebemos que a inocente competição
infanto-juvenil, limitada às brincadeiras e ao esporte, havia se transformado
em descabida ambição, em meio a uma grave perpetuação dos privilégios de
classe. Foi difícil para cada um de nós tomar seu rumo e achar sua nova turma.
Para os
que optaram pela subserviência sobraram algumas migalhas em troca da mais
indigna condição serviçal: a de capitães do mato.
Em meio
a farra e os desmantelos do alagoano, que se autoproclamou “Caçador de Marajás”,
os meninos e meninas, de origem proletária, nascidos no final dos anos 1950 e
início da década de 1960 já não brincavam mais, trabalhavam. A abertura
política e a nova carta constitucional iluminou o horizonte de alguns para a
consciência de classe. Outros, muitos outros, se perderam no caminho, apesar de
tantas canções, peças, livros e filmes.
Nos idos
de 1990 muitas famílias novas se formaram e a luta para sobreviver mantendo
coerência e dignidade se mostrou renhida. Afinal, desde os tempos coloniais, o
Brasil só foi Pasárgada para uma minoria de endinheirados – grileiros do
Estado.
Vivemos
e testemunhamos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, a duras penas e,
apesar das inúmeras concessões ao capital, sedimentarem as bases republicanas de
um Estado Democrático de Direito. E contribuímos para que o país, a contrapelo
dos vícios nas engrenagens dos poderes político e econômico vivesse, pelo menos,
uma dúzia de anos de progresso econômico e social. No período de 2003 a meados
de 2016 foi possível, entre outras realizações, acabar com a fome e gozar de
grande prestígio internacional, com Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Mas toda
moeda tem seu lado reverso e as elites não se fizeram de rogadas. Mesmo com uma
grande acumulação de riquezas, durante os governos petistas, os poderosos se
incomodaram com as cotas nas universidades, as políticas de direitos humanos,
as ações afirmativas e a mobilidade social promovidas por Lula e Dilma e
cruzaram a linha da moral, da ética e da legalidade. Trataram de dar um golpe
em Dilma Rousseff, maquiado pelo parlamento como impeachment. Arregimentaram um
juiz arrivista, setores do judiciário e do Ministério Público se locupletaram e
os barões da mídia orquestraram a encenação. Púlpitos neopentecostais – católicos
e evangélicos – “abençoaram” a narrativa posta, e a deep web cuidou de infestar
o país e dobrar a opinião pública com toda a espécie de sordidez. Lula, o maior
líder popular brasileiro foi tirado da disputa eleitoral em 2018 e preso. Deu
no que deu... Jair, (o falso Messias) Bolsonaro, foi eleito. Hoje, acuado,
diante dos vários processos que cairão sobre ele se perder as eleições e a
imunidade, joga o jogo mais vil, jamais visto em nossa história republicana,
para permanecer no poder e garantir privilégios e o Sigilo de 100 Anos.
Não
consigo dizer se é triste, decepcionante ou vergonhoso saber da existência de
tanta gente – pobres, inclusive – e muitos outros, de várias classes sociais que
apoiam a barbárie e àquele que se arvorou a sequestrar os bens mais preciosos
do nosso país. As Forças Armadas, porque brasileiras e patrimônio da Nação, por
exemplo, jamais poderão estar a serviço de governos, contra mais da metade do
povo brasileiro, como quer o presidente-candidato. A nossa padroeira, Nossa
Senhora Aparecida, seu templo e seus devotos ressentem, profundamente, a
profanação sofrida pelos arruaceiros bolsonaristas e Jesus não pode continuar
com uma arma apontada para a sua cabeça como refém de fariseus que ameaçam crentes
esclarecidos e já decididos pelos valores do Evangelho.
Diante
de tudo o que vivemos nos últimos quatro anos é inacreditável que o eleitor lúcido
esteja com dúvida em quem votar. Repare que nem falamos de assassinatos de
opositores, tentativas de homicídios, ameaças várias, bandidos aliados,
recepção de policiais à bala, imobiliária e fábrica de chocolate operando com
dinheiro vivo, rachadinhas, centrão, orçamento secreto, obsessão sexual de
pastoras e pastores aliados, compra de votos, insinuações pedófilas,
intolerância, misoginia, homofobia, racismo, 686 mil mortos na pandemia, indústria
de fake news, o desastre econômico, ataque ao salário mínimo e aos
aposentados... A lista é infindável.
Chega. A
hora é de partir pra cima. Sem essa de cair no conto de líderes espirituais,
pastores e vigários picaretas com suas chantagens diabólicas. Se somos um povo
verdadeiramente religioso, dia 30 de outubro, vamos todos votar e votar pelo
bem, pela paz. Só assim Deus mostrará a sua verdadeira face para todos os
brasileiros e brasileiras.
Pela qualidade da nossa geração, vamos demitir o ódio, recuperar a paz, o respeito, a cidadania e a civilidade. Vamos pegar de volta a Amazônia, a Farmácia Popular e muito mais: a dignidade, o respeito, a democracia, nossas cores e a nossa bandeira.
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
O SUPLÍCIO DE UMA NAÇÃO
Brasil quer mudança urgentemente
Eugênio Magno
Falta apenas um dia para que essa terrível página da nossa história
recente seja virada. Neste domingo, dia 2 de outubro de 2022, o povo terá nas
mãos o poder de dar um novo rumo ao Brasil.
Nunca, na história desse país, houve uma tragédia de tão grandes
proporções, em um espaço de tempo tão curto – menos de quatro anos. Décadas de
lutas sangrentas e conquistas suadas foram ignoradas e o patrimônio público
dilapidado. A porteira foi aberta e a boiada passou. O mais grave é que a
tragédia foi previamente anunciada, patrocinada pelo capital, regida por um dos
poderes da república, orquestrada pela grande mídia e chancelada pelos votos de
milhões de eleitores de perfis variados. Se somaram aos votos dos extremistas
radicais convictos outros, de protesto e ainda os dos liberais, dos antissistema,
dos anarcocapitalistas e aqueles da grande massa de enganados pelas fake news e
pelo cerco armado a partir da república de Curitiba.
A preocupação mais urgente de todas as cidadãs e cidadãos brasileiros de
bom senso neste momento é impedir já qualquer chance de continuação do atual
governante no poder. A disputa presidencial não pode ser arrastada para o
segundo turno, se não quisermos ver e viver mais distopias, violência,
perseguição e a agressão por parte dos ressentidos envergonhados que por
teimosia não admitem que erraram e insistem em permanecer no erro e a defender
seus mitos. Os atuais mandatários da nação e a família do presidente estão
ameaçados de várias condenações em tribunais nacionais e internacionais, inclusive,
por crimes contra a humanidade. Por essas e outras, usam de todos os
expedientes – a maioria deles ilegais – para permanecer no poder e não perder
suas prerrogativas de imunidade.
Desde o chamado impeachment que derrubou a presidenta Dilma Rousseff,
agora mais do que nunca provado que foi golpe, em razão dela ter sido julgada
inocente diante da acusação de pedaladas fiscais que o capital e a extrema
direita mundial articulada pelo trumpismo e pelo seu estrategista-mor, Steve
Bannon, vem articulando esse assalto ao poder em nosso país. A fragilidade de
nossas instituições, a mão invisível do mercado, a trava do parlamento,
comandado pelo centrão – à época sob a égide de Eduardo Cunha –, a crise econômica
mundial e o fim da exportação de nossas commodities, pavimentaram o caminho
para que fosse inaugurado o desmantelo do Estado brasileiro e a implosão da
república.
O governo Bolsonaro aparelhou os principais órgãos de Estado. Segundo
relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), foram empregados milhares de
militares, da reserva e da ativa, em cargos civis. Entre os problemas identificados pelo levantamento estão remunerações que
extrapolam o teto constitucional e a falta de amparo legal
para exercer cargo de agente civil, além do acúmulo de funções. Várias
estatais brasileiras foram entregues à inciativa privada, na bacia das almas, e
o dinheiro utilizado para atender ao orçamento secreto administrado pelo
centrão, de quem o executivo se tornou refém. Este governo que aí está e joga
com todas as cartas para permanecer impôs a Lei do Sigilo de 100 Anos para 65
casos, dentre os quais as visitas que a primeira-dama, Michele Bolsonaro,
recebeu no Palácio da Alvorada. Dois dos ministros do Supremo Tribunal Federal
(STF), foram escolhidos com base na fé que professam – são “terrivelmente
evangélicos”. A Procuradoria Geral da República perde credibilidade a cada dia.
Investigações de corrupção e de malversação dos recursos públicos estão sendo
obstruídas e vários mecanismos de controle foram destruídos. A família do
presidente é acusada de comprar 51 imóveis com dinheiro vivo e entra com
recurso para tirar de circulação a matéria jornalística que denuncia o
escândalo. O preço dos combustíveis foram manipulados ao sabor das alterações
nas pesquisas de intenção de voto. Legislações de proteção ao meio ambiente
foram quebradas. As funções das Forças Armadas vêm sendo desviadas, de aparato
de Estado, para servir ao governo e à sua candidatura, sem falar do sequestro
dos símbolos e datas nacionais. A estupidez negacionista deixa um saldo de 686
mil mortos durante a pandemia de covid-19 no país. O Brasil ocupa o vexatório
segundo lugar em letalidade por covid, entre todos os países do mundo. Milhões
de doentes ficaram sem vários remédios da Farmácia Popular. Reajuste do auxílio
emergencial e ajuda para taxistas e caminhoneiros vêm sendo apontados como o
maior crime eleitoral praticado no país.
E tem mais, muito mais. Num dos últimos debates, o presidente-candidato contou
até com a linha-auxiliar de um falso-padre, já desmascarado. São inúmeros os
abusos cometidos pelo candidato Bolsonaro e por esse governo que insiste em se
manter no poder para liquidar o que resta de nossas riquezas e destruir as
instituições republicanas. Sua política é de disseminação do ódio e de
mentiras, truculência no trato com opositores e misoginia explícita, dentre
tantos outros descalabros.
O que mais é necessário para convencer quem não tem vocação para
extremista, mas que, por razões de acreditar mais no dogmatismo de pastores e
padres sectários, do que em Cristo e em seu Evangelho, repete e cumpre cegamente
os ditames e as palavras de ordem de impostores?
Um presidente eleito em clima de judicialização da política e politização
da justiça, com as bênçãos da boa-fé do povo simples, aviltada por interesses econômicos
de setores religiosos inescrupulosos, estribados em fake news, não tinha nenhuma chance de dar
certo, como está provado que não deu.
Qualquer um dos candidatos à presidência da república é melhor para o
Brasil do que Bolsonaro, mas só um é capaz de vencê-lo e já, no primeiro turno.
A sociedade civil organizada e as principais lideranças de vários setores do
país já declararam o voto a Lula. A eleição ainda não está ganha, mas se uma
parcela dos eleitores de Ciro e Tebet optar pelo voto útil a fatura poderá ser
liquidada neste domingo e é para isso que quem tem juízo e responsabilidade
está trabalhando e torcendo.
quinta-feira, 10 de março de 2022
GUERRA MUNDIAL OU GUERRA GLOBAL (?)
sábado, 5 de março de 2022
BEAGÁ PSIU POÉTICO 2022 DEDICADO AO POETA THIAGO DE MELLO
terça-feira, 1 de março de 2022
O MONOPÓLIO DOS GRANDES LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
É GUERRA, DE GRANDE ESCALA


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
NOVO APRENDIZADO
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
A POLÍTICA, SEGUNDO FRANCISCO
Sinceramente, não sei se devemos ter pena ou desprezo por pessoas que aderem a princípios autoritários e fazem proselitismos até mesmo do nazismo e do fascismo, refutando tudo que diz respeito à democracia e aos direitos humanos, como se a única alternativa ao nazi-fascismo fosse um regime comunista totalitário, como o da União Soviética, de Stálin.
Quanto delírio,
hein!?
Tendo em vista colocar luzes sobre esse ensandecido ataque de salteadores sobre a república brasileira e a democracia no mundo, usando o cristianismo, evoco mais uma vez a sapiência do sumo pontífice, Francisco, destacando trechos de sua encíclica Fratelli Tutti, no episódio # 31 - TODOS SOMOS IRMÃOS, do podcast Política com Fé.
Acesse o podcast clicando aqui.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022
CÂMARA FEDERAL E AGROVENENO
sábado, 5 de fevereiro de 2022
ELEIÇÕES E ALIANÇAS
terça-feira, 1 de fevereiro de 2022
PEQUENOS AVANÇOS E GRANDES RECUOS
Cidadania a porrete, é o título de um artigo do historiador José Murilo de Carvalho sobre o qual faço uma releitura no podcast Política com Fé.
O título do texto carrega o significado da agudez crítica do autor sobre essa nossa herança maldita que faz perpetuar práticas condenáveis. Se cidadania é a qualidade ou estado de cidadão, e cidadão, segundo o Aurélio, é o indivíduo no pleno gozo de seus diretos civis e políticos de um Estado, ou no desempenho de seus deveres para com este, e porrete é um cacete com uma das extremidades arredondadas, com a qual se bate, ou se apanha, juntar as duas palavras, é denunciar uma atitude de extrema perversidade. Cidadania a porrete nos convida a refletir sobre nossa trajetória histórica, marcada pelo arbítrio que martirizou tantos líderes populares nesses 522 anos de uma evolução sangrenta, que insiste em continuar vitimando tantos “brasileirinhos”.
Ouça o episódio clicando aqui.
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
CASO ASSANGE
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
ÔMICRON AVANÇA NO BRASIL
sábado, 15 de janeiro de 2022
A CHUVA PAROU
Nunca fui amante de chuvas intensas, o que não quer dizer que eu não reconheça seu valor, sua importância, sua necessidade, ainda mais como morador da zona rural que atualmente sou. Como sertanejo então, nem se fala...
Montes-clarense da gema, cresci ouvindo bendições à chuva, testemunhei peregrinações de romeiros – gente pobre do agreste – com latas d'água e pedras na cabeça, descalços, em penitência, rezando em romarias, visitando igrejas, cruzeiros, cemitérios e outros campos santos, implorando pelas chuvas que nunca vinham, mesmo no chamado tempo das águas. No entanto, agora, em janeiro de 2022, particularmente em algumas regiões dos Estados da Bahia e de Minas Gerais, está na hora de fazer preces pra chuva parar de nos castigar.
Esse é o tema do episódio # 29 - UMA PRECE, PRA CHUVA PARAR, do podcast Política com Fé. Clique aqui e ouça essa edição.
Para ter acesso a todos os episódios do podcast acesse: https://anchor.fm/eugenio-magno.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
CHOVE SEM PARAR
da mina de Pau Branco da empresa Vallourec
A natureza não perdoa
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
CHOVE CHUVA
sábado, 1 de janeiro de 2022
ANO NOVO, VIDA NOVA
Louvado sejas, meu Senhor
Este ano de 2022 que está iniciando hoje será um ano de muitos debates políticos: partidários, eleitorais, ideológicos, muitas falas acaloradas. Um ano em que, muito especialmente, nós brasileiros, estaremos sendo convocados a uma maior politização, para que possamos redefinir os rumos do nosso país, compreender melhor as nuances da política e as implicações tanto do nosso voto e dos nossos posicionamentos quanto de nossa apatia ou neutralidade. Futebol, exceto para os grandes craques, técnicos e cartolas, não muda a vida de ninguém e, sinceramente, não sei se vale à pena discutir. Agora, política e religião necessitam ser debatidos intensamente e sabiamente, sem fundamentalismos e, de preferência, sem trazer a esdrúxula lógica da torcida futebolística para esse campo.
Com a pretensão de iniciarmos o ano com um pensamento que vá um pouco além da preocupação com nossos próprios umbigos, o episódio # 28 UNIDOS POR UMA PREOCUPAÇÃO COMUM, do podcast Política com Fé, destaca algumas palavras do papa Francisco, da sua encíclica Laudato Si, sobre o cuidado da nossa casa comum: a terra, o planeta.
Para acessar todos os episódios do podcast clique aqui.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
ÚLTIMO EPISÓDIO DO ANO DO PODCAST "POLÍTICA COM FÉ"
Abaixo alguns trechos do último episódio do ano do podcast Política com Fé.
Assim como muitos
companheiros, abnegados, temos lutado, na trincheira que nos é própria, sem
esmorecimento e assim pretendemos continuar. Afinal, escolher essa luta ou ser
escolhido e se ver constantemente nela já se tornou rotina, cotidiano, prática
de vida. Entretanto, não podemos deixar de fazer as críticas, as autocríticas
e, porque não, falar das decepções, em nossas próprias trincheiras, que são
enormes. O corporativismo de alguns grupos é tamanho que fica escancarado o
jogo, aético, praticado por seus representantes: atores-autores dessa
dramaturgia tragicômica. As instituições que mais criticam e atacam
comportamentos, políticas e procedimentos não conseguem mais sustentar, para a
plateia, o teatro a que se impuseram. É difícil dizer se é a hipocrisia que
cresceu a ponto de fazer grandes sombras sobre seus cultivadores ou se eles
realmente passaram a acreditar tanto nos papéis que representam que, presos em
jaulas de ouro, autônomos e autômatos, consomem-se entre si e a si mesmos, num
banquete de autocanibalismo referencial e narcísico de insignificâncias que é
deprimente. O cinismo grassa e qualquer nesga de poder vem se transformando em
balcão de troca, espaços para a prática de nepotismos cruzados e diretos.
Apontar e falar contra
quem se encontra no outro espectro sempre é mais fácil. Difícil mesmo é cortar
na própria carne. Dos neoliberais e da direita ultrarradical, recém saída do
armário, nem há o que falar, nem vou gastar minha energia com palavrórios do
tipo que topo constantemente nos meios que circulo. Enquanto os capitalistas
ricos, mas também os pobres iludidos com a ideia de uberização profissional
fazem proselitismos da prosperidade liberal, alguns setores que se autodenominam
de esquerda, encarapitados nos sindicatos, nas universidades, nas religiões, na
mídia, nas artes e, mesmo nos partidos, usam o discurso de defesa dos pobres
para garantir a estabilidade de seus status.
Dois anos de pandemia foi
mais do que suficiente para ver a profusão de inutilidades que é produzida,
embalada pela lógica produtivista que invadiu o mundo intelectual. Ver e sentir
debaixo do nariz todo o odor desse populismo adornado pela razão cínica, com
romantização da pobreza, identitarismos que pautam pela defesa de protagonismos
e empoderamentos seletivos é nauseante. É imperioso que se recupere a
sobriedade progressista, se é que ela já existiu algum dia.
Para ouvir o episódio completo, que está imperdível, # 27 - BEM VINDO 2022!, clique aqui.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2021
POÉTICA DAS IMPRESSÕES EXPRESSAS
Poema Inacabado
Eugênio Magno
Só restava a
esperança em
Um dia distante que
nunca chegava.
Não havia fim e
Os começos também
cessaram.
Algo foi emudecendo
em nós.
Ficamos inertes.
E gélidos, fomos nos
definhando.
A palavra, afiada,
mal dita,
Precipitava ainda
mais a desintegração,
Até mesmo aquela,
Da solidez insípida
Em que nos
transformamos.
Agora,
Como gotas de água da
chuva,
Somos
Náufragos
Em mar aberto.

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