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quinta-feira, 10 de março de 2022

GUERRA MUNDIAL OU GUERRA GLOBAL (?)

 

(Imagem: Pixabay)


O conflito entre a Rússia e a Ucrânia está se transformando em uma guerra mundial de novo tipo

"Em nosso mundo globalizado e interconectado, um conflito da envergadura de uma guerra na Ucrânia obviamente tem consequências planetárias. Desde o início das hostilidades, em 24 de fevereiro, as duas hiperpotências nucleares do planeta iniciaram uma queda de braço muito perigosa. Washington, a União Europeia, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e todos os seus aliados – incluindo as megacorporações digitais GAFAM (Google, Amazon, Facebook, Apple, Microsoft) – prometeram agora, em resposta à invasão da Ucrânia, esmagar a Rússia, isolá-la e desmembrá-la. Consequência: isso está se tornando uma guerra mundial de um novo tipo. Um hiperconflito híbrido que neste momento, em seu aspecto militar, está se desenrolando em um teatro específico e local: o território da Ucrânia. Mas que em todas as outras frentes – política, econômica, financeira, monetária, comercial, midiática, digital, cultural, esportiva, espacial etc. – transformou-se em uma guerra global e total."
Esse é o trecho inicial do artigo de Ignacio Ramonet, publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos. Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

(Fonte: IHU)

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

O MUNDO A MERCÊ DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA


Pfizer e BioNTech 
pedem uso emergencial de vacina contra Covid-19 na UE


FRANKFURT (Reuters) - A Pfizer e a BioNTech pediram ao regulador de medicamentos da Europa autorização condicional para sua vacina contra Covid-19, após submeterem pedidos semelhantes nos Estados Unidos e no Reino Unido, informaram as empresas nesta terça-feira.
O pedido para a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) vem depois de as empresas pedirem aprovação nos EUA em 20 de novembro, deixando-as um passo mais perto de lançarem sua vacina.
Na busca por lançar o imunizante na Europa, potencialmente ainda neste ano, as empresas estão passo a passo com a rival Moderna, que anunciou na segunda-feira que pediria ao regulador da União Europeia para recomendar a aprovação condicional para sua vacina.
A norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech anunciaram o resultado final dos testes com sua vacina em 18 de novembro, mostrando que sua candidata é 95% eficaz na prevenção da Covid-19, sem preocupações de segurança relevantes, levantando a perspectiva de uma aprovação nos EUA e na UE em dezembro.
Para continuar lendo a matéria de Ludwig Burger para a Reuters, clique aqui.