terça-feira, 1 de março de 2022
O MONOPÓLIO DOS GRANDES LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
NOVO APRENDIZADO
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
ÔMICRON AVANÇA NO BRASIL
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
RELATÓRIO DA CPI ACUSA BOLSONARO DE VÁRIOS CRIMES
sábado, 25 de setembro de 2021
COVID-19: NOVOS ESCÂNDALOS
Brasil fecha semana com notícia de aumento na taxa de transmissão da doença e percentual de 40% da população imunizados
domingo, 25 de julho de 2021
POVO MAIS UMA VEZ NAS RUAS
Pela quarta vez em menos de dois meses, a população foi às ruas em centenas de cidades no Brasil e no mundo em protesto contra o governo Jair Bolsonaro (sem partido), pela aceleração do programa de vacinação e em defesa da democracia.
Para além da importância das reivindicações feitas por meio de manifestações pacíficas, justas e democráticas, o que se viu nas ruas neste sábado (24) por todo o país e também em cidades espalhadas pelo mundo foi a maneira forte, digna e inspiradora com que a população levou sua mensagem a público. Foram cerca de 600 mil pessoas nas ruas de mais de 500 cidades.
O Brasil de Fato tentou condensar em pouco mais de dois minutos de imagens e vídeos qual o recado que os brasileiros levaram às ruas. "Vamos continuar nas ruas em nome das vítimas de Bolsonaro", disse uma das centenas de milhares de pessoas que participou dos protestos. Suas palavras ecoam em todo país. Confira o vídeo abaixo, clicando aqui.
domingo, 20 de junho de 2021
ATOS CONTRA BOLSONARO EM TODOS OS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E NO EXTERIOR
Mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas no último sábado, dia 19 de junho, em manifestações contra o desastroso governo de Jair Messias Bolsonaro.
Houveram manifestações em 25 capitais brasileiras e em mais de 100 cidades do interior, além de atos no exterior, realizados tanto por brasileiros residentes em outros países, quanto por estrangeiros que abominam o governo Bolsonaro. Todos os atos foram pacíficos e as pessoas foram às ruas usando máscaras.
Ainda que tenha havido aglomerações, os atos se justificam em razão da incapacidade do atual governo de lidar com a pandemia que, justamente no dia das manifestações, atingiu a marca de 500 mil mortes por covid-19, de uma economia em frangalhos e do grande retrocesso no campo dos direitos humanos e sociais.
quinta-feira, 10 de junho de 2021
BOLSONARO QUER DESOBRIGAR VACINADOS DE USAR MÁSCARA
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| (Foto de divulgação da solenidade no Palácio do Planalto) |
terça-feira, 1 de junho de 2021
POVO UNIDO NAS RUAS: "FORA BOLSONARO"
Manifestações pacíficas, com protocolos
e sem palanques
Em várias cidades do mundo, não apenas no Brasil, houveram protestos contra o Governo de Jair Messias Bolsonaro. O povo nas ruas, usando máscaras, álcool em gel e mantendo distanciamento gritou em uníssono: "Fora Bolsonaro!", no último sábado, dia 29 de maio.
quinta-feira, 15 de abril de 2021
DESIGUALDADES PERDURAM DE FORMA BRUTAL
sábado, 10 de abril de 2021
VIVER E ESPERANÇAR É PRECISO
Eugênio Magno
No
capítulo 43 do livro do profeta Isaías tem um trecho que diz: “... Não relembreis coisas passadas, não
olheis para fatos antigos. Eis que eu farei coisas novas, e que já estão
surgindo: acaso não as reconheceis? Pois abrirei uma estrada no deserto e farei
correr rios na terra seca”.
Isso é tudo que todos
esperam: o crente, o ateu, o agnóstico.
Depois
de falar sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica que teve início na
quaresma, no artigo do mês passado, não quis que a Páscoa passasse em branco. Para
a comunidade cristã, Páscoa é símbolo de renascimento. Tempo de louvores e
glórias ao Rei. É festa, celebração da boa nova. O Livro do Eclesiastes diz haver
um tempo de campo e um tempo de canto. Páscoa é tempo de canto. Hora de
esquecer o passado e de se dar conta de que coisas novas estão sendo feitas. E
muitas coisas novas, realmente, estão sendo feitas: de divino e de profano.
A cada
dia, mais e mais pessoas embarcam ou reembarcam nas práticas religiosas em busca
do milagroso, da verdade, do divino. Até os ricos (quem diria!), mesmo os
aparentemente menos entediados, com cacife para bancar os honorários de
qualquer psicanalista do planeta, estão se rendendo ao “divã” da religiosidade.
O fenômeno da religação com Deus, há muito esquecido, está de volta ou trata-se
apenas das manifestações tardias das teologias da prosperidade e do domínio,
alimentando o neopentecostalismo?
Substituído pela vacuidade
egóica que se nutre apenas de ostentação, cobiça, poder e dos prazeres
sensoriais, poderíamos pensar que Deus está voltando a ocupar o espaço
existencial no coração dos (des)iludidos de todas as camadas sociais? A
humanidade estaria se sentindo culpada pelos danos causados à vida, à natureza
e aos seus semelhantes e, amedrontada, se penitencia e volta a flertar com o
transcendente?
Místicos
e piedosos de todos os tempos afirmam que as graças do Divino sempre se mantiveram
acessíveis. Mas, somente aos que têm uma fé verdadeira e inabalável, como Jó,
independentemente das circunstâncias. Asseguram que milagres só ocorrem no
plano do espírito, de uma iluminação que coloca o ser em harmonia com a vida e
com o planeta. Algo que está muito além da relação comercial estabelecida com
Deus, por obra e graça dessa proliferação de seitas que vendem promessas de
prosperidade e curas com hora marcada; educa para o negacionismo da ciência,
faz proselitismo político à extrema direita e mantêm milhões de incautos reféns
de suas próprias misérias. Enquanto isso, a faca continua – como sempre –,
amolada. O mundo dito civilizado, depois de organizar as pessoas em tribos,
reinados, impérios, repúblicas, estados e regimes, desordenou mais uma vez a
vida humana de forma globalizada. Os donos do poder brincaram de deuses,
aliciando a humanidade para a construção de um novo mundo, de um novo homem e
foram muito bem sucedidos. Construíram novos mercados, novíssimos consumidores,
o homem-data, digitalizado, online, prosumidor, patrãogado, empreendedores
(empresários de araque), exploradores de si mesmos.
As vozes
destoantes de um pequeno extrato de cientistas das áreas humanas e sociais há
muito tempo incendeiam o palco das incertezas sobre o novo poder, o biopoder do
hipercapitalismo financeiro, neoliberal e tecnológico do capital improdutivo.
A diminuição dos Estados-nação
e o desprezo às instituições com a pretensão de se criar uma nova ordem mundial
já se cumpriu e o tiro saiu pela culatra. O excesso de poder do mercado afetou
a democracia. O Estado fraco faz o que as empresas querem. E as pessoas têm se perguntado
então para que serve a democracia se as decisões estão sendo tomadas onde não
temos influência. O desalento e a falta de politização fez com que muita gente
boa perdesse a linha e desencarrilhasse o trem. Se os problemas de um país já
não são resolvidos pela ação do Estado é sandice acreditar que poderão ser
resolvidos pelo mercado que tem como lógica estatizar prejuízos e privatizar
lucros.
É urgente um novo pacto, se não
uma revolução, que ressalve o dever do Estado de dar condições básicas de
cidadania, garanta liberdade ao povo, regule o mercado, incentive a economia
produtiva sustentável e solidária, garanta trabalho e renda para a população,
socialize os meios de produção, zele pelo ambiente e permita a influência de
entidades comunitárias, numa dinâmica em que os poderes sejam controlados pela
sociedade.
Saídas
existem. O que não se pode aceitar é a insistência no que nunca deu certo e que
a cada dia se agravou até chegar ao ponto em que estamos.
Diante do quadro tenebroso
que se apresenta mundialmente e, particularizando a conjuntura brasileira, com
os agravantes da pandemia, diria que, desalentados e, como no purgatório,
amargando essa longa espera pelo Juízo Final, passando pela via crucis: paixão
e mortes – mais de 300 mil –, tudo que ainda podemos esperançar (de Deus sabe para
quando) é uma Feliz Páscoa!
quinta-feira, 25 de março de 2021
VACINA TEM DE SER GRATUITA E UNIVERSAL
Empresários e políticos tomam vacina contra Covid-19 às escondidas, diz revista
sexta-feira, 5 de março de 2021
O BRASIL NÃO CONSEGUE CONTROLAR A PROLIFERAÇÃO DA COVID
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
BECO SEM SAÍDA PARA O MUNDO NA LÓGICA CAPITALISTA
Por trás da falta de vacinas, as três leis trágicas da Big Pharma. Não pesquisar doenças de pobres. Patentes, para elitizar os tratamentos. Desencorajar países de produzir remédios e vacinas. Há alternativas — nenhuma sob lógicas capitalistas
A covid expõe o apartheid sanitário global
sábado, 5 de dezembro de 2020
O BUG DO CALENDÁRIO
2020 o ano que não acaba em dezembro*
Eugênio Magno
“Nada como um dia após o outro”, reza o dito popular. Nos idos da infância acordava sempre no primeiro dia do ano com a expectativa de que o Ano Novo fosse verdadeiramente novo. De tanto crer e querer, lampejos melodiosos desse desejo bafejavam aquela doce e saudosa inocência com reluzentes novidades.
Os anos foram passando e os vislumbres daquele novo tão brilhante e vivo foram escasseando e as novidades se acomodando na sequencialidade linear do tempo Kronos que, apesar de trivial por ser sequencial avançava, ainda que sem rumo. Mas eis que chegamos em 2020 e em uma manobra rápida passamos a ter um misto de impressões difusas sobre a realidade: o tempo passou a avançar circularmente engolindo sua própria cauda? Caminhamos em slow, estamos no modo stand by, o tempo parou... ou retrocedemos (?). Às vezes a sensação é de que vivemos tudo isso e mais alguma coisa não dita, não explicada e quiçá nem mesmo explicável. Este ano, cujo calendário dá por encerrado em 31 de dezembro, definitivamente, não findará agora. Necessitaremos de outros tantos anos para podermos viver novamente um novo ano.
Não vou recorrer a nenhum expediente complexo nem a textos de outros autores para justificar essa minha tese. Apenas os temas abordados por mim nos artigos que publiquei no jornal Pensar a Educação em Pauta (do Projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil, da Faculdade de Educação, da UFMG) e também neste blog. Apenas esses em que tratei de alguns dos acontecimentos mais impactantes de 2020 serão suficientes; afinal, eles falam por si. No primeiro artigo do ano, “Escassez e má gestão: A água é uma dádiva da natureza ou apenas um $?” (de março), falava sobre falta de saneamento, estupidez na destinação do lixo e do esgoto, descuido com as águas – das chuvas, das nascentes, dos rios – e sobre os prejuízos causados pelas enchentes. Denunciava as empresas que trabalham com recursos hídricos por não disporem de nenhuma tecnologia avançada para coletar melhor e em maior quantidade a água da chuva e chamava a atenção para a inoperância e a falta de investimentos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico sustentável do (e no) setor, que continua coletando água do mesmo modo que coletava séculos atrás. Às vésperas das eleições municipais (em novembro), no texto “Vota no João e elege o Tião”, discorria sobre contradições e armadilhas de nosso sistema eleitoral e do pouco entendimento que a população tem da política e dos pleitos.
Mas isso, não obstante a gravidade do que reverbera, ainda é pouco para validar o suposto que defendo no presente artigo. Por isso, sugiro ao leitor que (re)visite as demais reflexões que deixei aqui e também no jornal Pensar a Educação em Pauta – em outros textos –, entre abril e outubro deste ano. Em primeiro lugar, a sequência de três artigos sobre a pandemia da Covid-19: “Oportunistas, apocalípticos e proféticos em tempos de contaminação global” (abril); “O Vírus interroga as instituições” (maio) e “Pandemônio na República Federativa do Brasil” (de junho). Nesses textos busquei realçar o que a pandemia colocou a descoberto, sobre o despreparo de nossas instituições, inclusive algumas que são louváveis em se tratando críticas e diagnósticos, mas pouco afeitas à autocrítica e a prognósticos.
Depois, a fortuna ou a desventura de me saber brasileiro, essa raça alegre e otimista, me fez acreditar que o que estava entre ruim e péssimo não poderia piorar e, com todas as reservas e críticas contundentes ao poder central, escrevi “Democracia fala mais alto e governo baixa a bola” (em julho). Doce ilusão. Foi somente uma mínima desacelerada obscurantista, de poucos dias, por conta de fatos da hora. Em tempos sombrios como esses sonhei também que pudesse haver um acolhimento caloroso para a boa nova anunciada pelo papa Francisco, o Pacto Educativo Global. O texto (de agosto), “Pacto pela Educação no Planeta” e, mais grave, o próprio Pacto proposto pelo papa, obteve pouquíssima repercussão no meio educacional.
Os artigos, “A impostura do digital” (setembro), “Como o povo oprimido, Paulo Freire é alvo e escudo a um só tempo” (outubro) e “Nova Constituinte, um projeto a ser construído” (de novembro), vieram em seguida dando conta de mais algumas práticas e omissões que, infelizmente, não podem ser atribuídas apenas aos governantes de plantão.
Toda essa argumentação feita aqui e nos artigos que citei está longe de ser uma retrospectiva de 2020, um panorama dos fatos por nós vividos e assim tematizados. Falei apenas de dez textos que publiquei, mensalmente, de março a novembro. Quando os publiquei, talvez até tivesse a ilusão de que hoje já pudesse considerá-los coisas do passado, dificuldades vencidas. Infelizmente não o são, uma vez que os fatos persistem. Nos primeiros dias de dezembro já são contabilizadas quase 180 mil mortes por coronavírus no Brasil e aqui estamos, empobrecidos, sem trabalho e renda, isolados e paralisados, à mercê da indústria farmacêutica e dos ditames da tecnologia e do capital.
É difícil precisar quando essa nave louca parou ou, desafortunadamente, potencializou sua aceleração a ponto de nem darmos conta da velocidade em que viajamos, no piloto automático digital, com o controle remoto estilhaçado em mãos de alguns poucos milhares de acionistas que não se entendem.
* O presente artigo também pode ser lido no jornal Pensar a Educação em Pauta.
quinta-feira, 15 de outubro de 2020
QUEDA DE BRAÇO COM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Índia e África do Sul pedem o óbvio: a Ciência necessária para lutar contra a pandemia deve ser propriedade Comum da humanidade. Mas as corporações farmacêuticas e os países ricos resistem. Brasil prepara-se para a omissão
sábado, 10 de outubro de 2020
COVID-19 E MORTE CONTINUAM IMPLACÁVEIS
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
COMO A CORRUPÇÃO INFLUENCIA A RESPIRAÇÃO DA POPULAÇÃO
Para ler na íntegra a matéria de Gram Slattery e Ricardo Brito para a Reuters, clique aqui.




















