sábado, 5 de março de 2022
BEAGÁ PSIU POÉTICO 2022 DEDICADO AO POETA THIAGO DE MELLO
sábado, 20 de novembro de 2021
POETA MONTES-CLARENSE É HOMENAGEADO NO CLUBE DA ESQUINA
No próximo dia 25 de novembro, às oito da noite, tem sarau no Bar do Museu Clube da Esquina, em homenagem ao cantor e compositor cearense, Belchior (1946-2017) e ao poeta montes-clarense, Aroldo Pereira.
O evento será regado a canções inesquecíveis do autor de Apenas um Rapaz Latino Americano e a um recital poético sob a égide dos poemas e parangolés do catrumano, Aroldo Pereira, idealizador e curador do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético.
Bar do Museu: Rua Paraisópolis, nº 738, esquina com Divinópolis, no bairro Santa Tereza, Belo Horizonte, MG - telefone: (31) 2512.5050.
terça-feira, 5 de outubro de 2021
A POESIA CHAMA: 35º PSIU
quarta-feira, 15 de março de 2017
INSTANTÂNEO DE MINHA TERRA
quinta-feira, 16 de junho de 2016
PAUSA PARA MEDITAÇÃO...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
QUERER NÃO É PODER
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
MUITOS PÉS
terça-feira, 15 de outubro de 2013
A VIDA COMO ELA É
Profetizando
domingo, 15 de setembro de 2013
PÁTRIA AMADA
sábado, 20 de julho de 2013
TRILOGIA DA NOITE
sábado, 15 de setembro de 2012
INFLUÊNCIAS SOMBRIAS
(Do livro IN GÊ NU(A) IDA DE - versos e prosa, 2005)
domingo, 15 de julho de 2012
COISAS DA VIDA...
domingo, 15 de abril de 2012
PSIU!!!
(Do livro IN GÊ NU(A) IDA DE - versos e prosa, 2005)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
DUAS VIDAS EM VERSO
Divagação
Viagem...
morada de sonhos
encantos descobertos
reluzente clarão
paixão ardente
calmaria e mansidão
verso e reverso da utopia
de duas vidas
em um livro
ou numa canção
domingo, 27 de novembro de 2011
QUANDO EU SOU FRACO É QUE SOU FORTE
quarta-feira, 6 de julho de 2011
UM ÁTIMO DO COTIDIANO
sexta-feira, 1 de abril de 2011
LEGADOS POÉTICOS
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
PAUSA PRA MEDITAÇÃO
reiniciada enquanto não encontrar
os calçados adequados
os antigos ficaram despedaçados
e os meus pés estão em chagas
terça-feira, 26 de outubro de 2010
OLHOS POR OUVIDOS
Eugênio Magno
Então, certa vez, o poeta me disse: Estou voltando para o lugar de onde vim. Tentei brincar de deus, criar lugares, pessoas, situações, mas descobri que a minha vocação não é a de manipulador de marionetes e carcereiro de cenários. Sou um homem de palavra que usa a voz, aprecia a melodia, gosta de silêncio, mas prefere o som. Não quero enclausurar imagens. As paisagens também devem ser livres e terem a cor que escolher a imaginação de quem escuta com os olhos ou os ouvidos, apenas palavras. O cristalino dos meus olhos não é mais o original e não posso confiar tanto assim na minha visão, nem na dos outros. As lentes são estreitas, focadas demais e só apontam para o outro. Não confio no que vejo, muito menos no que me mostram. Minha tarefa é descobrir a mim mesmo. Só assim posso chegar ao outro. Não para desnudá-lo ou vendê-lo na feira de arte (moderna?). Mas para abraçá-lo e cobrir a sua alma nua.
(do livro "Minas em mim", 2005)
terça-feira, 10 de agosto de 2010
SIMPLESMENTE ASSIM
Viagem...
(do livro IN GÊ NU(A) IDA DE - versos e prosa, 2005)


