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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

PEQUENOS AVANÇOS E GRANDES RECUOS

 

(Imagem da Wikipédia)


Cidadania a porrete, é o título de um artigo do historiador José Murilo de Carvalho sobre o qual faço uma releitura no podcast Política com Fé.

O título do texto carrega o significado da agudez crítica do autor sobre essa nossa herança maldita que faz perpetuar práticas condenáveis. Se cidadania é a qualidade ou estado de cidadão, e cidadão, segundo o Aurélio, é o indivíduo no pleno gozo de seus diretos civis e políticos de um Estado, ou no desempenho de seus deveres para com este, e porrete é um cacete com uma das extremidades arredondadas, com a qual se bate, ou se apanha, juntar as duas palavras, é denunciar uma atitude de extrema perversidade. Cidadania a porrete nos convida a refletir sobre nossa trajetória histórica, marcada pelo arbítrio que martirizou tantos líderes populares nesses 522 anos de uma evolução sangrenta, que insiste em continuar vitimando tantos “brasileirinhos”.

Ouça o episódio clicando aqui.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

EM VEZ DE MAIS, MENOS MÉDICOS


Enfrentar a cheia sem médico, 
um drama no Amazonas sem os cubanos

Postos de saúde fluviais que atendem populações ribeirinhas na Amazônia
  (aGÊNCIA BRASIL)

Com só um quarto das vagas do Mais Médicos ocupadas por brasileiros, municípios do Estado temem pico de doenças comuns no período. Profissionais condicionaram ida a benefícios como TV a cabo.

Isolada no extremo oeste do Amazonas, a cidade de Japurá leva um mês sem nenhum médico trabalhando nos quatro postos de saúde mantidos pela prefeitura. A rede de atenção básica do município, onde só é possível chegar de barco ou avião, dependia integralmente dos profissionais cubanos do programa Mais Médicos, que deixaram o país após o Governo de Cuba discordar das condições do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para a continuidade do programa. Há semanas a prefeitura espera repor essas vagas, mas não conseguiu atrair o interesse dos médicos brasileiros, os únicos aptos a participar da primeira fase do edital lançado pelo Governo federal no dia 20 de novembro. Como o prazo de apresentação dos médicos formados no Brasil terminou na última terça-feira, a esperança agora é que a cidade consiga atrair os profissionais graduados no exterior. Em todo o país, 31% das 8.517 vagas deixadas pelos cubanos não foram substituídas por brasileiros, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde, mesmo com todos os esforços da pasta em prorrogar os prazos de apresentação e contatar os milhares de profissionais inscritos para incentivá-los a efetivar a ocupação das vagas.
Para continuar lendo a matéria de Beatriz Jucá para o El País, clique aqui.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

BRASIL MOSTRA SUA CARA


Quase 200 mil bolsistas da Capes podem ficar sem bolsa

O presidente Michel Temer tem até o dia 14 de agosto para sancionar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).
Na noite de 2 de agosto o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, anunciou que pretende cortar, em cerca de 11%, o orçamento do MEC com despesas não obrigatórias, entre as quais estão incluídas as bolsas de estudo e pesquisa.
Para ler mais sobre mais essa aberração do governo Temer, clique aqui.

terça-feira, 10 de julho de 2018

AS REFORMAS ABSURDAS DO TEMER

Pela revogação da Reforma do Ensino Médio!

Foto: Pedro Cabral

“A Lei nº 13.415 do ‘novo ensino médio’, nascida de medida provisória de Michel Temer, é excludente, reducionista e pode acentuar as graves desigualdades educacionais brasileiras. Isso fica mais claro na proposta de Base Nacional Comum Curricular (BNCC) recém apresentada pelo MEC ao Conselho Nacional de Educação. Essa Lei precisa ser revogada, a atual BNCC do ensino médio rejeitada e o tema voltar a ser debatido com a sociedade.”
O texto acima mais parece uma das inúmeras manifestações dos movimentos sociais e acadêmicos ou de ativistas sociais e pesquisadores que, desde a publicação da Medida Provisória que reformava o Ensino Médio, vêm denunciando o quanto o seu teor é desastroso para toda a sociedade brasileira. Mas não é! O trecho acima publicado é parte de um texto publicado na Folha de São Paulo no último dia 03 de junho, por ninguém menos do que o ex-Presidente da Comissão Bicameral do CNE encarregada da Base Nacional Comum Curricular, o sociólogo César Callegari.
O Conselheiro e ex-Presidente não poupa críticas ácidas e contundentes à proposta de BNCC do Ensino Médio elaborada pelo MEC e à Lei de Reforma do Ensino Médio. Afirma, por exemplo, que é mentira o MEC dizer que a lei do “novo ensino médio” já foi aprovado pelos jovens brasileiros e que estes, agora, poderão escolher os seus percursos formativos. A manifestação, por seu teor político e conteúdo de denúncia, é um importante reforço à luta pela revogação da Reforma do Ensino Médio que vem sendo travada por movimentos e ativistas sociais e acadêmicas.
Com a aproximação das eleições e a possibilidade de escolha de um novo parlamento, coloca-se a possibilidade de escolha de um(a) Presidente(a) da República, de Deputados Federais e Senadores que se aliem aos defensores da revogação da Reforma do Ensino Médio. Do mesmo modo, tão importante quanto isso, é a imediata revogação da Emenda Constitucional 95, que congela por 20 anos os investimentos sociais do Governo Federal. Sem essa dupla ação, não apenas a escola dos jovens brasileiros(as) estará comprometida, mas também estará impossibilitado o conjunto das políticas que podem fazer do Brasil um país mais igualitário e justo.
No momento em que o Estado de Direito e a Democracia são continuamente atacados, como atualmente, e que a defesa do Estado mínimo ganha força, é preciso que as forças democráticas de todos os seguimentos e movimentos sociais se articulem em torno de bandeiras que unificam a luta e possibilitem estratégias compartilhadas. A defesa da revogação da Emenda Constitucional do “fim do mundo” e da lei que Reforma o Ensino médio podem ser, dentre outros, algumas destas bandeiras.
(Fonte: Boletim Pensar a Educação em Pauta, Ano 6, nº 205)

domingo, 1 de julho de 2018

O ENTREGUISMO SEGUE ACELERADO


Privatização da Eletrobras: mais um capítulo 
do desmonte do Estado

Foto: Eletrobras / Reprodução

O governo Temer vem tentando impor aos brasileiros um pacote de desestatização que corresponde a um desmonte do Estado soberano. Pautadas pelo imediatismo político e pela falta de um plano estratégico transparente e responsável, as privatizações são pensadas por sua equipe econômica como uma forma de diminuição da dívida pública. Sem considerar os valores reais e sociais dessas empresas, Temer praticamente doa o patrimônio dos brasileiros para a iniciativa privada.
Para ler na íntegra, o texto de Verônica Lima para o Brasil de Fato, clique aqui.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

ROBIN HOOD ÀS AVESSAS


A política Hood Robin de Temer!

Foto: Pedro Cabral

Nas últimas semanas, mais uma vez, o governo golpista de Temer e seu comparsas mostrou a que veio. Sem nem pensar em rever a atual política do petróleo e seus derivados, da qual resultou um aumento de quase 100% dos preços dos combustíveis nos últimos dois anos e a tentativa de desmonte da Petrobrás, o governo apresentou a proposta de subsidiar o preço do óleo diesel como solução para a greve das grandes empresas de transporte rodoviário e dos caminhoneiros autônomos. Com isso, decidiu que toda a população deve pagar para que as empresas e os caminhoneiros tenham um combustível mais barato.
De uma penada só, o grupo que tomou de assalto a República mostrou várias de suas faces. Uma delas, é aquela que retira recursos da parte mais pobre e vulnerável da população e os repassa para a população mais rica e para as grandes corporações nacionais e internacionais. Para buscar os recursos necessários ao subsídio estabelecido, a saída posta pelo governo foi realizar cortes nos orçamentos da Educação, da Saúde e da Ciência e Tecnologia, dentre outras áreas. Para ler, na íntegra, o editorial do Pensar a Educação em Pauta, clique aqui.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

SAI PARENTE, ENTRA MONTEIRO


Temer escolhe Ivan Monteiro para presidir Petrobras e nega mudanças na política de preços

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O presidente Michel Temer o nome de Ivan Monteiro para substituir Pedro parente na presidência da Petrobras. Para saber mais sobre o tema, clique aqui.


quarta-feira, 25 de abril de 2018

NOSSA ECONOMIA VAI DE MAL A PIOR


O silêncio da mídia ante o crescimento da dívida pública sob Temer

Foto: Wikimedia Commons

O crescimento da dívida pública no mandato da presidenta Dilma democraticamente eleita foi apresentado como grande catástrofe para o Brasil, capaz de justificar – à luz dos interesses dos rentistas – o golpe político que permitiu a ascensão do governo Temer. Entre dezembro de 2010 e maio de 2016, último mês do governo Dilma, a Dívida Líquida Consolidada do Setor Público passou de 38% para 39,2% do Produto Interno Bruto (PIB), o que revelou aumento acumulado em 65 meses de 3,2% (ou 0,05% ao mês).
Com a entrada da equipe econômica de Temer, aquela dos “sonhos do mercado financeiro”, o receituário neoliberal ganhou força, sem que a “desordem das finanças públicas” fosse contida. Pelo contrário, a Dívida Líquida Consolidada do Setor Público saltou de 39,2%, em maio de 2016, para 52% do PIB em fevereiro de 2018, isto é, a elevação de 32,6% acumulados em 21 meses (ou 1,4% ao mês).
Mesmo com a Dívida Líquida Consolidada do Setor Público sob o receituário neoliberal aplicado pelo governo Temer tendo sito multiplicado por 28 vezes mais rapidamente que no mandato de Dilma, o tema praticamente desapareceu do noticiário nacional. Interessante observar ainda o “esquecimento” da mídia e dos comentaristas e analistas neoliberais do fato de o Brasil caminhar rapidamente para a 12ª maior dívida pública do planeta, detendo uma das mais elevadas taxas juros reais do mundo e assumindo a quarta posição internacional de maior gasto com o pagamento de juros da dívida pública em relação ao PIB.
De acordo com estudo do CEPR (Center for Economic and Policy Research) em 183 países, o Brasil somente registra comprometimento com despesas com a dívida pública menor que o Iêmen (8,36%), a Gâmbia (8,81%) e o Líbano (9,15% do PIB). Em síntese, nações que se encontram submetidas a conflitos internos e que apontam risco de não pagamento dos compromissos financeiros, bem diferente da situação brasileira.
O silêncio e a condescendência da mídia e dos analistas econômicos para a má gestão da dívida pública no Brasil se explica basicamente pela condição dos próprios interesses rentistas serem direta e indiretamente beneficiados através da captura de parcela significativa dos recursos públicos. Pela implantação do receituário neoliberal, o governo Temer protege o pagamento dos juros aos detentores privados da dívida pública, impondo simultaneamente o desembarque dos pobres das políticas públicas, o desmonte das áreas sociais (saúde, habitação, educação, assistência e outras), da infraestrutura (estradas, portos, aeroportos e outras) e dos investimentos na economia.
Para continuar lendo o texto de Marcio Pochmann, para o Diário do Centro do Mundo, clique aqui.

sexta-feira, 9 de março de 2018

ECONOMIA MAQUIADA


Entenda porque o governo faz propaganda enganosa sobre recuperação da economia

Lula Marques / Agência PT

Após dois anos de queda, com o país acumulando perdas de mais de 7% de sua economia, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou, na semana passada, que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, índice que mede o desempenho econômico nacional, avançou apenas 1% em 2017.
Rejeitado por mais de 70% da população e praticamente sem nenhuma notícia positiva para comemorar, o governo de Michel Temer, e grande parte da mídia comercial, se apressaram para celebrar o que seria um resultado “extraordinário” e o fim da recessão. Para economistas ouvidos pelo Brasil de Fato, no entanto, por trás da propaganda, o país segue sem oferecer saídas consistentes para enfrentar o desemprego e o crescimento da miséria.
A própria elevação do PIB não foi obra da atual política econômica, explica Márcio Pochmann, professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp). “O resultado do PIB se deve ao desempenho do setor agropecuário, que cresceu 13% no ano passado, em decorrência de uma safra recorde de grãos. O setor industrial apresentou crescimento zero e o setor de serviços só cresceu 0,3%, uma estagnação. Ou seja, esse dado não está associado à política econômica do governo. Pelo contrário, a atual política econômica agravou o quadro do país nos últimos anos”, argumenta.
A recessão do país, que começou em 2015, poderia ter terminado no final de 2016, não fosse a mudança de governo provocada pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff. “A política do 'austericídio' começou ainda no governo Dilma, mas foi aprofundada com Temer, o que prolongou a recessão e contribuiu para uma falência generalizada das empresas. O único setor que obteve lucros foi o financeiro, ou seja, os bancos, que mantiveram seus ganhos. Em algum momento a gente ia bater no fundo do poço e uma recessão tão demorada ia dar um sinal de recuperação, mas trata-se de um crescimento marginal [esse do PIB]”, aponta o economista Paulo Kliass, doutor pela Universidade Paris 10 e especialista em políticas públicas e gestão governamental.
Para continuar a matéria de Pedro Rafael Vilela, clique aqui.

sexta-feira, 2 de março de 2018

A BATATA DO TEMER ESTÁ ASSANDO


A pedido de Dodge, Fachin inclui Temer em outro inquérito da Lava Jato


O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a inclusão do presidente Michel Temer (MDB) em um inquérito que investiga o pagamento ilícito de benefícios por parte da Odebrecht a políticos em troca de medidas tomadas pela Secretaria de Aviação Civil. Os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), ambos firmes aliados de Temer e ex-ministros da Secretaria de Aviação Civil no governo Dilma Rousseff, são investigados no mesmo caso.
O pedido de inclusão de Temer no inquérito foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Seu antecessor, Rodrigo Janot, havia retirado Temer da apuração por entender que a Constituição proibia a investigação do presidente da República por atos praticados antes do início de seu mandato. Dodge entendeu que apenas a denúncia é vetada e não a investigação. Segundo ela, a medida é "consentânea com o princípio central da Constituição, de que todos são iguais perante a lei, e não há imunidade penal".
Para ler a matéria completa, clique aqui.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

AS MANOBRAS ELEITOREIRAS DE TEMER


Após intervenção militar no Rio, DEM dá candidatura de Michel Temer como certa

Depois da intervenção no Rio, a cúpula do DEM dá como certa a candidatura de Michel Temer à reeleição. Ao se apropriar da pauta da segurança, dizem integrantes da sigla, o presidente abraçou parte importante do discurso de Rodrigo Maia (DEM-RJ).
(…)
Um ministro do governo define o que a intervenção no Rio significa para o presidente: “Só se perde o que se tem, não é? Se der certo, ele sai do corner. Se der errado, fica na mesma”.
(…)
Diante da possibilidade de o MDB ter candidato próprio, o Planalto vai patrocinar a permanência do senador Romero Jucá (RR) no comando do partido. A sigla desistiu de sua convenção nacional. Fará, na quarta (21), apenas uma reunião da Executiva para referendar a manutenção dele no posto.
(…)
(Fonte: Site do DCM)


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

O CARNAVAL BRASILEIRO POLITIZOU


Desprezada pela Globo, com enredo e fantasias nota 10, Paraíso do Tuiuti é vice-campeã do Carnaval carioca




A Paraíso do Tuiuti foi vice-campeã do Carnaval do Rio, vencido pela Beija Flor.
Os dois enredos foram marcados pelo protesto.
Os jurados reconheceram: deram 4 notas 10 ao enredo da Paraíso do Tuiuti. Em fantasias, a escola também tirou nota máxima: foram 4 notas 10.
A escola de São Cristóvão foi à avenida falando sobre a escravidão e suas novas formas. Denunciou a reforma trabalhista.
No carro alegório Neo Tumbeiro, um vampiro com faixa presidencial estava no topo. Sob ele, mãos gigantes manipulando figurantes com a camisa da seleção brasileira, que batiam panelas.
Na ala precendente, os Manifestoches. Manifestantes que defenderam o impeachment de Dilma Rousseff financiados pela Fiesp, os famosos patos.
O desfile da Paraíso do Tuiuti causou frisson na Marquês de Sapucaí.
Para ler mais, clique aqui.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

GOVERNO CAI NA SUA PRÓPRIA CILADA

O teto de gastos dificulta o cumprimento da regra de ouro?


Entre anúncios e recuos, uma coisa é certa: as contas do governo não fecham. Na tentativa de contemplar um orçamento que cresce, uma arrecadação que patina e uma regra que congela os investimentos pelos próximos 20 anos, o governo ventila mudar um dos pilares da Lei de Responsabilidade Fiscal, a regra de ouro, que impede o governo de contrair dívidas para custear a máquina pública.
Na prática, o governo criou uma cilada para si mesmo: ao congelar o investimento, dificultou o cumprimento da regra de ouro. E o não cumprimento pode ser considerado crime de responsabilidade. 
Na quinta-feira 4, veio a notícia de que o governo estudava flexibilizar a regra de ouro. Estaria em gestação uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para suspender temporariamente punições, que incluem o impeachment, pelo não cumprimento da regra.
Pela PEC, seriam acionados automaticamente mecanismos de correção de rota, como proibição de criar novas despesas, contratar pessoal ou aumentar salários de servidores. Uma das propostas seria suspender a sanção até 2026, o mesmo intervalo de vigência do teto de gastos do governo.
Já na segunda 8 o governo recuou. No momento, a posição é essa: nada de mudanças. Segundo o Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer "não aceita que a regra de ouro seja suprimida" e o assunto não será tratado neste momento, em que o governo tenta aprovar a reforma da Previdência.
Para continuar lendo a matéria de Dimalice Nunes para o site Carta Capital, clique aqui.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

(DES)GOVERNO DE SÁDICOS


Nova ministra do Trabalho de Temer foi condenada em ação movida por motorista que trabalhava 15 horas por dia sem registro


A nova ministra do Trabalho, Cristiane Brasil (PTB), foi condenada em 2016 a pagar uma dívida trabalhista de R$ 60,4 mil a um motorista que prestava serviços para ela e para sua família, conforme decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1) confirmada em segunda instância.
De acordo com informações do TRT, o mérito do caso já foi julgado e a parlamentar só pode recorrer ao TST sobre o valor da indenização. O valor, portanto, ainda pode ser alterado.
De acordo com o juízo, o funcionário não teve a carteira de trabalho assinada e, por isso, deveria ter ganho de causa para receber gratificações como férias, aviso prévio e gratificações natalinas.
A carga horária do funcionário era de cerca de 15h por dia, de acordo com o juiz Pedro Figueiredo Waib, que condenou em primeira instância.
Para ler na íntegra a matéria divulgada no Site Vi o Mundo de 04/01/2018, clique aqui.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

2018: É HORA DO RESGATE


2016 foi o ano da hipocrisia; 2017, o da revelação. Que venha 2018, o ano do resgate


Se 2016 pode ser considerado o ano da hipocrisia, 2017 entrará para a história do Brasil como ano da revelação.
Os moralistas sem moral que em 2016 derrubaram uma presidente honesta foram flagrados em 2017 em atos de corrupção.
Aécio Neves e Michel Temer são os principais exemplos, mas há outros. Eles encerraram 2016 com um discurso de que estavam combatendo os corruptos.
[...]
2017 foi, definitivamente, o ano da revelação.
Os ventos mudaram.
2018 tem tudo para ser o tempo do resgate. O tempo de recuperar aquilo que, na mão grande, foi tirado do povo: a soberania.
Será um ano duro, de lutas, a começar pelo julgamento de Lula, no dia 24 de janeiro.
Mas quem disse que o avanço popular é fácil?
Para ler a íntegra do texto de Joaquim de Carvalho para o DCM, clique aqui.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

PARTIDOS E PARLAMENTARES À VENDA: QUEM DÁ MAIS!?


Temer condiciona troca ministerial 
à votação da Reforma da Previdência


O presidente Michel Temer decidiu condicionar a nova distribuição de cadeiras nos ministérios aos votos dados pelos partidos aliados para a reforma da Previdência. Empenhado em aprovar na Câmara mudanças no regime de aposentadoria até meados de dezembro, Temer quer deixar as trocas na equipe acertadas, mas só entregar efetivamente cargos para o Centrão ou outras siglas após conferir o painel de votação.
O governo aposta suas fichas na aprovação da proposta, mesmo que seja modificada. Considerada por setores econômicos a mudança estrutural mais importante, a reforma da Previdência enfrenta forte resistência no Congresso. O texto inicial, mais ambicioso, precisou ser desidratado. Atualmente, a negociação se concentra em fixar idade mínima para a aposentadoria e unificar as regras do funcionalismo público com as da iniciativa privada.
A saída do ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), abriu caminho para o presidente acelerar a reforma ministerial. Araújo pediu demissão anteontem em meio ao racha do PSDB, que tende a desembarcar do governo. Os tucanos controlam outras três pastas (Secretaria de Governo, Relações Exteriores e Direitos Humanos), mas todos os ministros deverão deixar a equipe. 
Para continuar lendo a matéria, publicada hoje, quarta, dia 15.11.17, no jornal O Tempo, clique aqui.

domingo, 22 de outubro de 2017

DE COSTAS PARA O POVO POLÍTICOS PRATICAM TROCA DE FAVORES E ENTREGUISMO


Damous: Temer é Aécio e Aécio é Temer, irmãos siameses no golpe, entreguismo e caráter



Não causa nenhuma surpresa a informação de que Temer atuou freneticamente nos bastidores do Senado para livrar um de seus sócios mais proeminentes no empreendimento golpista, Aécio Neves, da guilhotina. Para ler na íntegra o texto de Wadih Damous, deputado federal e ex-presidente da OAB-RJ, clique aqui.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A DEGOLA DE TEMER PODE ESTAR PRÓXIMA


Geddel: “Não aguento uma semana preso”


Entusiastas da denúncia contra Temer lembram que, apesar da forte resistência do Congresso a Janot, há um fator que deixa o presidente fortemente exposto: o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que está preso. Encarcerado na última sexta (8), Geddel afirmou a aliados, há alguns meses, que o presidente deveria se preocupar menos com sua imagem e mais “com a própria pele”. Segundo o relato, ele concluiu dizendo: “Não aguento uma semana preso”.
(Fonte: Site DCM)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

A FARRA DOS GOLPISTAS COM O NOSSO DINHEIRO


Equipe econômica já trabalha com rombo de até R$ 159 bilhões este ano



Embora tenha assumido o compromisso, há um ano, de que o rombo das contas do governo não ultrapassaria os R$ 139 bilhões em 2017, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já admite mudanças. O 'Estadão/Broadcast' apurou que a revisão da meta fiscal de 2017 terá como limite o rombo das contas do governo no ano passado, que alcançou R$ 159,5 bilhões ou 2,54% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa uma liberdade para aumentar o déficit projetado para este ano em até R$ 20 bilhões.
Para continuar lendo a matéria do Jornal O Tempo de 1º de agosto de 2017, clique aqui.

terça-feira, 25 de julho de 2017

O DESMANCHE DA NAÇÃO


Desmanche da Infraero aumenta tarifas, expulsa pobres dos aeroportos e serve para arrecadação da campanha do PMDB em 2018

O golpe perpetrado por Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco contra Dilma Rousseff terá impacto dramático num setor da economia essencial à integração nacional, com consequências de longo prazo que serão sentidas por milhões de brasileiros, denuncia Rangel Alves, diretor do c.
O debate sobre o assunto talvez tenha ficado submerso à esquerda porque a origem do desastre se deu no governo Dilma, que promoveu as primeiras grandes privatizações do setor — “concessões”, enfatizavam petistas à época: os aeroportos de Guarulhos, Campinas, Confins, Brasília e o Galeão, no Rio de Janeiro.
As chamadas “joias da coroa”, altamente lucrativas, foram entregues a grandes grupos econômicos, muitos dos quais ligados ao capital internacional, com a justificativa de que um Fundo Nacional da Aviação Civil receberia as receitas, destinadas à manutenção e expansão da malha aeroviária.
Seriam, nos planos do governo deposto, até 800 aeroportos regionais atendendo a cidades de 100 mil habitantes ou mais.
Com isso, justificou-se o desmanche da Infraero, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, criada em 1973.
Para continuar lendo a matéria de Luiz Carlos Azenha, clique aqui.
(Fonte: Site Vi o Mundo)