Mostrando postagens com marcador Bolsas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolsas. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de janeiro de 2021

BOLSAS PARA JORNALISTAS

(Imagem: Divulgação/Imagem Pública)


Agência Pública e Idec oferecem bolsas 
para produção de reportagens


Jornalistas de todo o país são convocados a participar do processo seletivo de bolsas para pautas investigativas sobre as desigualdades no acesso à internet no Brasil. Esta é a 13ª edição das Microbolsas distribuídas pela Agência Pública em parceria com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que contemplará quatro reportagens. Para participar, os profissionais devem preencher o formulário de inscrição até o dia 5 de fevereiro.

Além das bolsas, no valor de R$ 7 mil, os jornalistas selecionados receberão a mentoria da Agência Pública para produzir a reportagem proposta, que será publicada no site da agência e parceiros republicadores.

De acordo com o coordenador de telecomunicações e direitos digitais do Idec, Diogo Moyses, o tema desta edição foi escolhido com base na essencialidade do uso da internet durante a pandemia, que evidenciou ainda mais esse cenário de desigualdades.

“Com a iniciativa de bolsas de reportagens, buscamos compreender de forma mais profunda os impactos da desigualdade e, especialmente, como o modelo de mercado que temos atualmente favorece e até aprofunda esse problema”, explica.

As pautas devem abordar as diversas questões relacionadas ao tema, como falta de acesso a dispositivos, franquias de dados limitadas e bloqueio do acesso móvel, falta de infraestrutura e de políticas públicas de acesso à internet, práticas abusivas e pouco transparentes de empresas de telecomunicação, aumento da desinformação, entre outras.

Para se inscrever, é necessário enviar uma breve apresentação do repórter, referência profissional, resumo e descrição da pauta, plano de trabalho e plano de orçamento para a produção da reportagem. Segundo o regulamento, as propostas serão selecionadas pela direção da Agência Pública em parceria com o Idec, considerando a originalidade e relevância da pauta, consistência na pré-apuração, segurança e viabilidade da investigação e os recursos e métodos jornalísticos que serão utilizados. Os vencedores serão anunciados a partir do dia 18 de fevereiro no site da Agência Pública.

(Fonte: Portal comunique-se)

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

BRASIL MOSTRA SUA CARA


Quase 200 mil bolsistas da Capes podem ficar sem bolsa

O presidente Michel Temer tem até o dia 14 de agosto para sancionar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).
Na noite de 2 de agosto o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, anunciou que pretende cortar, em cerca de 11%, o orçamento do MEC com despesas não obrigatórias, entre as quais estão incluídas as bolsas de estudo e pesquisa.
Para ler mais sobre mais essa aberração do governo Temer, clique aqui.

sábado, 7 de maio de 2016

PESQUISA CIENTÍFICA


Financiamento à pesquisa em educação no Brasil


É impossível saber, ao certo, qual o montante de recursos aplicado no financiamento à pesquisa realizada pela Área de Educação no país. Isso ocorre devido a vários fatores. Em primeiro lugar, como já se abordou anteriormente, a Área de Educação da CAPES não tem relação direta com a área de mesmo nome no CNPq. Nesse órgão, a área de educação abrange, além da área de educação da CAPES, a Área de Ensino. Em segundo lugar, boa parte do financiamento à pesquisa ocorre via bolsas de formação de novos pesquisadores – Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado – cujo montante é praticamente impossível de precisar. Em terceiro lugar, porque, sobretudo no âmbito do MEC, há variadas formas de financiamento à pesquisa, seja por meio de Editais seja por meio de chamadas públicas às universidades, sobre as quais se tem muito poucas informações acessíveis no que se refere ao montante financiado. Não se pode esquecer, ainda, que saindo do âmbito Federal, há o financiamento realizado pelas Fundações de Amparo à Pesquisa dos diversos estados e, o que não é menos importante, a encomenda de pesquisas feiras pelas Secretarias de Estado da Educação diretamente às universidades e centros de pesquisa. 
Observa-se que, além da existência de um conjunto de modalidades de financiamento – de forma direta por meio do fomento à pesquisa e, de forma indireta, por meio da formação de novos pesquisadores – é preciso considerar que nem toda a pesquisa sobre educação ocorre nos departamentos, programas ou grupos que se auto-identificam como sendo dessa área. Sabemos que há muita pesquisa sobre educação sendo realizada, por exemplo, por grupos da área de economia e saúde. Dessa forma, o certo é que há uma razoável soma de recursos aplicados na produção de conhecimentos sobre educação no Brasil, ainda que nem sempre financiando pesquisas realizadas pela nossa área. Para continuar lendo o texto, clique aqui.

(Fonte: Boletim Pensar a Educação, Pensar o Brasil)