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quinta-feira, 25 de março de 2021

VACINA TEM DE SER GRATUITA E UNIVERSAL

(Foto: Reprodução/Unsplash)

Empresários e políticos tomam vacina contra Covid-19 às escondidas, diz revista


Um grupo de políticos e empresários, a maioria ligada ao setor de transporte de Minas Gerais, e seus familiares, tomou na terça-feira (23) a primeira das duas doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19, em Belo Horizonte. Eles compraram o imunizante por iniciativa própria e não repassaram ao Sistema Único de Saúde (SUS).
A segunda dose está prevista para ser aplicada nas cerca de cinquenta pessoas daqui a trinta dias. As duas doses custaram a cada pessoa 600 reais. A informação foi publicada nesta quarta-feira (24) pela revista Piauí.
Segundo pessoas ouvidas pela revista que se vacinaram na ocasião, os organizadores foram os irmãos Rômulo e Robson Lessa, donos da viação Saritur. Uma garagem de uma empresa do grupo foi improvisada como posto de vacinação. A Piauí telefonou e mandou mensagem para Rômulo Lessa, que não respondeu.
Para ler a matéria no site Piaui.Folha.Uol , clique aqui.


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

ESTAMOS A DEUS-DARÁ: NINGUÉM ASSUME NADA

 

(Imagem de divulgação modificada)


Bolsonaro diz que assina nesta 3ª MP de recursos para vacinas


O presidente Jair Bolsonaro disse que deve assinar nesta terça-feira a medida provisória que irá liberar 20 bilhões para compra de vacinas contra a Covid-19, mas ressaltou mais uma vez que o uso não será obrigatório no país e quem quiser tomar o imunizante terá de assinar um termo de responsabilidade.
“Devo assinar nesta terça-feira a medida provisória de 20 bilhões de reais para comprar vacinas”, disse o presidente em conversa com apoiadores na noite de segunda, no Palácio da Alvorada.
O governo tenta negociar com fabricantes, especialmente a Pfizer, cujo imunizante já está em uso no Reino Unido e nos Estados Unidos, a compra de doses de vacina para além do acordo com a Astrazeneca/Oxford, cujos testes clínicos ainda não foram finalizados.
Bolsonaro, no entanto, resiste à ideia das vacinas e defende que a aplicação dos imunizantes não seja obrigatória. Por mais de uma vez, questionou especialmente a vacina CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, que está sendo testada pelo Instituto Butantan, ligada ao governo paulista.
A seus apoiadores, na noite de ontem, voltou a dizer que só quem quer deverá tomar e ainda afirmou que há riscos e quem decidir pela vacina terá que assinar um termo de responsabilidade.
“E detalhe, não obrigatória, vocês vão ter que assinar um termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’”, disse. “Tem gente que quer tomar, então tome. A responsabilidade é tua. Quer tomar, toma. Se der algum problema por aí... Espero que não dê.”
Para ler, na íntegra, a matéria de Lisandra Paraguassu para a Reuters, clique aqui.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

O MUNDO A MERCÊ DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA


Pfizer e BioNTech 
pedem uso emergencial de vacina contra Covid-19 na UE


FRANKFURT (Reuters) - A Pfizer e a BioNTech pediram ao regulador de medicamentos da Europa autorização condicional para sua vacina contra Covid-19, após submeterem pedidos semelhantes nos Estados Unidos e no Reino Unido, informaram as empresas nesta terça-feira.
O pedido para a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) vem depois de as empresas pedirem aprovação nos EUA em 20 de novembro, deixando-as um passo mais perto de lançarem sua vacina.
Na busca por lançar o imunizante na Europa, potencialmente ainda neste ano, as empresas estão passo a passo com a rival Moderna, que anunciou na segunda-feira que pediria ao regulador da União Europeia para recomendar a aprovação condicional para sua vacina.
A norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech anunciaram o resultado final dos testes com sua vacina em 18 de novembro, mostrando que sua candidata é 95% eficaz na prevenção da Covid-19, sem preocupações de segurança relevantes, levantando a perspectiva de uma aprovação nos EUA e na UE em dezembro.
Para continuar lendo a matéria de Ludwig Burger para a Reuters, clique aqui.