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sábado, 27 de junho de 2026

A PRAGA DA DESINFORMAÇÃO


Este conteúdo foi criado por mim, originariamente, 
para o canal do YouTube, Laboratório de Comunicação e Culturahttps://www.youtube.com/@eugeniomagnolabcomecult 
e está disponível no vídeo: https://youtu.be/OMUToqlcvF4 

Nem tudo o que você vê, ouve e lê é verdade 

Eugênio Magno

O voyeur será artista? Olha pelo buraco da fechadura o que deveria estar fora de quadro. Fotografa velhos evacuando. Exibe párias em vitrines de cristal líquido. Liquida. Liquidifica todos. Assenta em confessionários e ouve os pecados do mundo. Pensa a vida como frame (ou pixel) e brinca de deus na ilha de edição. Sua loucura é (apenas) disfarce.

Isso que você leu parece verdade? - talvez até seja, mas é só um poema (MAGNO, Eugênio. Minas em mim. Belo Horizonte: BDMG Cultural, 2005). Já sobre o cinema, advertiu certa vez, o cineasta francês, Jean-Luc Godard: “Isto é apenas um filme”, se referindo a uma de suas obras. É de Godard também, uma outra frase, ainda mais contundente: “Cinema é a fraude mais bonita do mundo”.

Portanto, cuidado! Nem tudo é verdade. Na maioria das vezes, a verdade nem parece mais verdade. Assim como o real, não é necessariamente a verdade ou a realidade. Mas no mundo das imagens, do cinema, da TV, do vídeo e, atualmente, na era do digital e da inteligência artificial, tudo virou verdade, realidade (só que... virtual).

E, no virtual-digital, além de desinformação, disseminação do ódio e notícias falsas, propagandas enganosas, danosas e muitos golpes. Há alguns anos atrás uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, revelou a estratégia de criminosos que pagam por anúncios falsos nas redes sociais, com a intenção de aplicar golpes. E isso aumentou exponencialmente. Os anúncios direcionam os internautas para sites onde acontecem os golpes por meio de pagamentos com PIX, Cartões de Crédito e ainda o roubo dos dados das vítimas para mais extorsões.

Sempre que procuradas e pressionadas para resolver situações dessa natureza, a maioria das plataformas digitais fazem pronunciamentos evasivos ou dão respostas prontas, do tipo: trabalhamos diariamente para enfrentar essas questões; não permitimos atividades fraudulentas em nossas redes e, por aí afora...

Preocupadas com as encenações imagéticas e os verdadeiros circos midiáticos, autoridades do mundo inteiro se mobilizam para regulamentar as plataformas de internet, as chamadas Big Techs. Redes de relacionamento e sites de pesquisa, indexação e indicação de fontes, se tornaram grandes agências de propaganda e também de informação e, de oráculo, vão se transformando em “deuses”, neste universo paralelo.

Muito antes do VAR – Árbitro Assistente de Vídeo –, no futebol, no início deste milênio, em minha pesquisa de mestrado, eu problematizei essa questão. Analisei os prós e os contras dessa utilização ilimitada e desregulamentada das imagens, como documento, como verdade. Discuti no trabalho a utilização do audiovisual como tradução do real e seu uso constante por vários setores da sociedade. As reportagens, especialmente as investigativas, cada vez mais fazendo uso da câmera (escondida). As polícias, os sistemas de segurança e de vigilância e a justiça de um modo geral sempre recorrendo a esse instrumento. No esporte, especialmente no futebol, o audiovisual já vinha sendo utilizado, principalmente, para as confirmações e tira-teimas da arbitragem esportiva, pelas emissoras de televisão. Os cientistas há muito tempo que não se fazem de rogados e utilizam os recursos audiovisuais em satélites de monitoramento a serviço da física, da cosmologia, da botânica e de outros ramos da ciência, como testemunhas de eventos da natureza. A medicina também utiliza, cada vez com maior frequência, o audiovisual em seus diagnósticos e como mecanismo auxiliar de visualização nas intervenções cirúrgicas, em exames e em outros procedimentos clínicos. Os organismos estatais de inteligência, na espionagem e os exércitos, nas guerras que são cada vez mais tecnológicas.

     Já eram grandes, à época dessa minha pesquisa, e hoje são muito maiores, a utilização sistemática do audiovisual como instrumento de abordagem do real. Mas não cabe aqui a enumeração de todas elas.

        O tema da dissertação foi “Uma possível abordagem do real através da realização do documentário”.  Atente, portanto para o cuidado que tive na construção do enunciado: “uma”, “possível”, “abordagem” do real, através do documentário.

        Pois é... Uma pesquisa acadêmica é algo denso e eu não vou trazer outros elementos de análise sobre a questão, para não complicar o entendimento, nem ter que aprofundar a reflexão para justificar essa sequência de afirmações. Para simplificar, e tomando por base o filme cinematográfico, diria que embora o cinema produza aspectos do real, esta representação não é a realidade tal qual foi encontrada no momento em que as imagens foram captadas. Entretanto, o que o espectador vê é algo captado do real, no momento em que ele se dava a acontecer. Portanto, trata-se de uma abordagem do real, ao mesmo tempo em que é uma representação do real, mediada pela linguagem cinematográfica, e também uma construção do real, já que essa mediação alterou e, de certa forma, passou a fazer parte daquela realidade, incorporando-a e sendo a ela incorporada.

O reino das imagens é infinito de possibilidades. Na internet e em tempos de Inteligência Artificial, eleve isso a enésima potência e, se atente para o seguinte:

Nos primórdios do cinema, no final do século dezenove, enquanto os irmãos Lumiére “documentavam” (entre aspas) cenas do real (e o documentavam é entre aspas porque a maioria das cenas eram encenadas), o mágico Géorge Meliés já fazia acrobacias com a imagem em movimento. Suas trucagens se sofisticaram e muita gente tem confundido as pretensões do cinema direto, cinema-verité ou do cinema verdade, com a verdade do cinema, das imagens, não importa se, na telona do cinema, na TV, no computador, no tablet ou na telinha do celular.

E, se um dos maiores cineastas de todos os tempos, Godard, já disse que “o cinema é a fraude mais bonita do mundo”, como mencionei no início, porque você e eu temos que acreditar em tudo que passa na TV, no próprio cinema ou que lemos, vemos e ouvimos no jornal, no rádio e na internet? Se liga! NEM TUDO É VERDADE.

sábado, 1 de maio de 2021

VOZES DE MINAS ATINGE A MAIORIDADE

 

Vídeo Comemorativo: 18 Anos Vozes de Minas 


Vida longa ao Vozes de Minas

No dia 30 de abril de 2021 o Vozes de Minas - Grupo de Profissionais da Voz atingiu a maioridade. Já são 18 anos de uma história de sucesso construída como muito empenho dedicação e profissionalismo.
Às 9 da manhã, do dia 30 de abril de 2003, o Vozes de Minas, juntamente com a AMAV - Associação Mineira do Audiovisual, recebia seus convidados: agências de propaganda, anunciantes, veículos de comunicação, jornalistas e formadores de opinião para o evento de lançamento das duas entidades.
À época, como articulista-colaborador do jornal o Tempo e, na condição de fundador e primeiro presidente do Vozes de Minas, escrevi o artigo que reproduzo abaixo:

QUEM TEM OUVIDOS OUÇA

Eugênio Magno M. Oliveira
Comunicador Social 

         A voz é um instrumento muito importante. É com ela que as pessoas estabelecem seus contatos. Ela ajuda a posicionar marcas e a fazer tilintar o caixa das empresas. Convence cidadãos e consumidores, seduz, elogia, adverte, esclarece, informa.

         Estou falando das vozes que são colocadas a serviço do mercado. São as vozes dos locutores e atores de propaganda que, de tanto falar dos outros e, a partir de outros, desconfiaram que havia chegado a hora de falar por si e de si mesmos. Descobriram que era necessário compartilhar o que verdadeiramente fazem e como se sentem, quando as marcas, as instituições, os serviços, as ideologias e outros produtos, levam consigo, como seus defensores junto ao consumidor, uma parte deles. Algo de suas identidades – suas vozes.

         Estou falando do Grupo de Locutores Especializados em Gravação – Vozes de Minas (primeira denominação do Grupo), do qual tenho a honra de ser um dos fundadores e primeiro presidente.

         Desde dezembro do ano passado que estamos nos reunindo para pensar e repensar qual é nosso papel na sociedade e, mais especificamente, na cadeia do processo de produção publicitária. Descobrimos coisas incríveis e falamos dessas descobertas, primeiro para nós mesmos, depois para os produtores. Agora estamos na fase de falar do nosso trabalho para o pessoal das agências de propaganda: diretores de RTV e de criação, redatores e presidentes. E não vamos parar por aí, queremos também que o cliente que nós anunciamos, saiba quem somos, o que fazemos, e como fazemos.

         A sociedade, a partir de agora, vai poder nos identificar como categoria profissional organizada. Estamos nos preparando para isso. E não estamos olhando somente para o nosso próprio umbigo, pois não queremos mais continuar a sermos tratados como coadjuvantes no mercado publicitário nacional. Estou falando de envidar esforços juntamente com o Governo do Estado e da Capital, agências, produtoras e anunciantes, para sairmos da vergonhosa posição que ocupamos no ranking dos investimentos em publicidade no Brasil.

         Queremos nos aliar às forças pró-ativas, que pretendem quebrar o silêncio de Minas. Temos em nosso estado, homens públicos dinâmicos, com perfil e potencial para assumir as posições de maior destaque no cenário político nacional. Minas Gerais é um grande celeiro de empresários arrojados, terra de banqueiros, mestres da política, grandes artistas e excelentes comunicadores. Portanto o que não nos falta é profissionalismo, seriedade, competência, talento, criatividade e, até mesmo recursos financeiros, no entanto o que se vê e se faz não corresponde a este potencial.

         Lembrando Otto Lara Resende, diria que se formos solidários, para além das nossas misérias e juntos lutarmos por ideais nobres e metas mais audaciosas, não envergonharemos nossos irmãos inconfidentes, aos quais não faltou ousadia para gritar por independência.

         Para esta nobre tarefa a comunicação é imprescindível. E dentre os recursos utilizados pela comunicação, colocamos à disposição de quem interessar possa um dos mais poderosos destes recursos comunicacionais de que dispomos: nossas vozes, as Vozes de Minas. (Texto publicado no jornal O Tempo, 30.04.2003, pág. 8, Editoria de Opinião)

Para conhecer melhor o Vozes de Minas e os talentos do grupo, visite o nosso site, clicando aqui.


domingo, 24 de dezembro de 2017

OPORTUNISMOS


Milagres & Mazelas


Eugênio Magno
Comunicólogo e Educador


Esse artigo também poderia ter como títulos: Exposição excessiva, ou O que já não era bom, pode ficar pior, entre outros. Optei por Milagres & mazelas, por ser menos deletério, mais respeitoso, e porque não dizer, mais justo. Afinal, os tratamentos dados aos dois temas abordados, podem ser entendidos como contraditórios ou paradoxais, a gosto do freguês.
O botox e a propaganda encaixam perfeitamente nesse paradigma. Tanto uma como a outra ferramenta, mesmo que manipulem a realidade de forma deliberada, podem criar o belo. Ainda que um belo fugaz e, consciente ou inconscientemente, enganoso. Mas como a diferença entre remédio e veneno está na dose, o excesso, prática recorrente dos tempos atuais, em que tudo se encontra ao alcance de nossas mãos tem contribuído enormemente para o desproporcional, o exagerado, o feio, o fake e as aberrações.
A despeito de belezas que realçam seu frescor e graciosidade, com pequenas intervenções, é grande o número de atores e atrizes talentosos que anularam totalmente sua capacidade de nos convencer de verdades cênicas por conta de preenchimentos e “esticamentos” que impedem o desenhar da expressão facial de suas emoções. Sem um close ou contatos presenciais, apresentadores de TV e outras celebridades poderiam muito bem nos convencer de que encontraram o elixir da eterna juventude. Mas suas plásticas, maquiagens e “botocagens” não são capazes de os igualarem aos seres virtuais que habitam o mundo audiovisual. Há pouco tempo, em um velório, não reconheci uma senhora, amiga da família que, delicadamente me chamava pelo nome. Seus lábios e sua boca ficaram irreconhecíveis, cresceram e não combinavam com olhos, bochechas, orelhas e pescoço. Recentemente, andando por um shopping da zona sul de BH me deparei com grande quantidade dessa espécie que exagera na dose, vítima do efeito contrário e das constantes “reparações” que causam ainda mais deformações.
E de deformação em deformação, as pessoas, as instituições e esse modelo agonizante de organização econômica e social que, desesperadamente, busca se reinventar é vilipendiado pelos oportunistas que, em busca da piada fácil e do trocadilho barato, expõem organizações ao ridículo. As Lojas Marisa erraram feio se aproveitando da morte de Marisa Letícia, esposa do ex-presidente Lula, para divulgar a sua marca. E agora a agência Binder coloca as Óticas do Povo numa situação no mínimo, discutível, ao homenagear(?) o juiz federal Sérgio Moro, num comercial de TV que repete “Moro”, “Moro” com exclamações, interrogações, reticências e circunflexos no último o, brincando com a antiga gíria “Morou!?” que, por acaso tem u no final, dando ao juiz ainda mais exposição.

Será que tudo é apenas uma infame brincadeira, ou os marqueteiros de Sérgio Moro já estão em ação e dispararam a campanha presidencial antecipada do juiz, por meio de uma aliança com a Binder e as Óticas do Povo?
Este artigo também foi publicado no jornal O Tempo, de 21/12/2017, pág. 19

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

PROPAGANDA DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA FOI SUSPENSA


Justiça determina que governo Temer suspenda propaganda 

da reforma da Previdência



Uma decisão liminar da 14ª Vara da Justiça Federal pediu a suspensão imediata, nesta quinta-feira (30), da campanha publicitária "Combates aos privilégios" do governo federal sobre a Reforma da Previdência.
Em caso de descumprimento da medida, o governo terá que pagar multa diária de R$50 mil. A ação foi movida pela Associação Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), e pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco).
Para o presidente da Anfip, Floriano Martins de Sá Neto, a honra dos servidores foi atingida pela propaganda do governo: "Nós nos sentimos na obrigação moral de fazer alguma coisa para reparar o dano que está acontecendo por conta da maneira como o governo está explorando a imagem dos servidores públicos visando facilitar o caminho para a aprovação da reforma da Previdência".
As peças do governo, veiculadas em mídias impressas, rádios e televisão, além de paineis de mídias instalados em aeroportos, por exemplo, afirma que a proposta do governo é cortar privilégios.
Para acessar a matéria completa de Rute Pina, para o Brasil de Fato, de 30/11/2017, clique aqui.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO


Lula: "Nem a Coca-Cola subestima a comunicação"


O prefeito Fernando Haddad cortou em 50% os gastos com a divulgação do seu governo nos quatro anos em que dirigiu a prefeitura da maior cidade do país.
Foi repreendido por Lula na convenção que homologou seu nome à reeleição de São Paulo, no último domingo.
O povo brasileiro não tem obrigação de saber’, disse Lula e sapecou: ‘O prefeito cometeu um pecado ao não  investir em   divulgar a gestão; achando que é obrigação do povo saber; achando que já é conhecido; ledo engano; fosse assim’, concluiu, ' a Coca-Cola, que todo mundo já conhece, não faria propaganda. E ela faz’. Para ler na íntegra o texto de Saul Leblon para Carta Maior, clique aqui.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

PUBLICIDADE EM MOMENTO DE CRISE


Qual o valor de uma relação?

Convidado para fazer uma palestra sobre a "jornada do consumo no mercado de luxo", o CEO, da agência Garage, do IMS Group, Max Petrucci, afirma em artigo de opinião para Meio e Mensagem que fez uma profunda reflexão alinhada com o caminho que, segundo ele, a publicidade está destinada a fazer: "ou acompanhamos as mudanças e ajudamos as marcas a encontrarem seu propósito, conectando o briefing do cliente com o briefing latente da sociedade, das pessoas, ou vamos sucumbir à crise". Para ler o artigo, clique aqui.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

10 TENDÊNCIAS PARA O VAREJO NO FUTURO


Feliz 2020!

Andréa Dietrich
Gerente de Digital do Grupo Pão de Açúcar

Já estamos no finalzinho de 2012 e sempre temos a mesma sensação de que o tempo está passando mais rápido do que nunca. Acho que é isso mesmo, estamos girando mais rápidos do que nunca.
Nossa mente processa muito mais coisas ao mesmo tempo, estamos lidando com muito mais assuntos ao mesmo tempo, lidando com mudanças a todo momento, consumidores mais exigentes do que nunca. Ufa, imagina nos próximos anos? E nessa loucura ainda temos que nos preparar para estarmos preparados pro futuro.
Lidar com mudanças, inclusive, é a primeira tendência listada no report do Planet Retail para 2020. Achei uma ótima leitura para quem está fechando o planejamento dos próximos anos. Segue um breve resumo das 10 tendências pro varejo para 2020:

1 – Flexibilidade: de formatos, canais, modelos de abastecimento para crescer num mercado cada vez mais desafiador, onde grandes formatos de lojas já não trazem tanto retorno, o ecommerce avançando e tirando mercado do varejo físico, novos formatos de lojas surgindo e a demanda por uma oferta cross canal.
2 – Internacionalização dos mercados emergentes: varejistas internacionais cada vez mais expandindo e entrando nos mercados emergentes e, os players locais, também investindo em outros mercados, fora da sua região.
3 – Mycommerce: a força que os consumidores terão nas relações com os varejistas cada vez maior. A busca por conveniência, melhores ofertas e serviços em alta com apoio da tecnologia.
4 – Polarização do mercado: a crise econômica e as mudanças demográficas impactando no comportamento dos consumidores. Os modelos que melhor devem performar nesse novo cenário são os focados em desconto/preço baixo e no outro extremo os especializados/diferenciados.
5 – Direto pro Consumidor: as marcas construíndo seus próprios canais de venda direta pro consumidor. Novos canais estão surgindo (como pop up stores, venda direta pela fanpage ou marketplace de venda direta pro cliente) demandando uma mudança de modelo para os varejistas.
6 – Nostalgia: instabilidade econômica e a globalização impulsionando as marcas e varejistas a resgatar a história, o simples, através do uso de logomarcas e embalagens antigas, trazendo mais segurança e um contato mais emocional com o consumidor.
7 - Mercado Local: consumidores demandando conteúdo mais relevante, mais próximo, e interação maior com varejistas. Uma das grandes tendências é a abertura de páginas de lojas nas redes sociais sendo atualizadas pelas próprias lojas e não por uma central.
8 – Varejo da Comunidade: também relacionado a tendência de fortalecer o conteúdo local, ou seja, deixar de pensar como uma corporação e dar autonomia as regionais inclusive mudando nome das lojas e adaptando logomarcas. Outra questão é a valorização da atitude mais transparente e interativa, e do pensamento coletivo, no bem para o próximo e para o mundo.
9 – Engajamento Digital: outra frente fortíssima impulsionada pela tecnologia. Nesse tópico entram as questões de promover ações diferenciadas e interativas aproximando a marca das pessoas dentro ou fora das lojas. Integração e convergência dos canais on e off-line.
10 – Logística como diferenciador: e para concluir a última tendência reforça a necessidade de construir uma infraestrutura robusta para suportar todas essas mudanças e integrações de canais. A logística como elemento essencial para entregar com qualidade, velocidade e garantir sortimento.
É isso aí. Muita coisa pra fazer, pra viver e aprender.
Feliz 2020 para todos nós!

(Fonte: Site Meio & Mensagem)