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quarta-feira, 14 de maio de 2025

O PIBÃO E OS POBREZINHOS



O Brasil não é nenhuma Shangri-La


Eugênio Magno
(Texto e fotos)

A insistência em basear a saúde econômica do país na manutenção do superávit primário, cumprimento do teto de gastos, defesa intransigente do famigerado arcabouço fiscal e a fantasia da alta do PIB e do crescimento da economia não se sustentam.

Em poucos minutos de caminhada pela principal avenida do centro comercial de Belo Horizonte, uma das mais importantes capitais brasileiras, é possível deparar com uma realidade estarrecedora. O número de pessoas em situação de rua cresceu assustadoramente e o comércio de rua se mostra em franco declínio, para dizer o mínimo. Este quadro não é exclusividade da capital mineira, tampouco do estado de Minas Gerais. O país inteiro sofre as consequências do aprofundamento das políticas econômicas neoliberais que não se mostram diferenciadas, tanto em governos de direita, quanto de esquerda.

Com exceção dos muito ricos, do alto escalão do governo, da classe média alta e de alguns setores da burocracia estatal, os brasileiros da média classe média para baixo estão em queda-livre, abandonados à própria sorte.

Há mais de duas décadas quem tem juízo e consciência crítica alerta para o perigo do pragmatismo excessivo e dos projetos de poder a qualquer preço.

Palavras, mesmo as mais carregadas de significado e imagens não têm sido ouvidas, muito menos lidas. Ainda que, também, desgastadas pelo seu uso indiscriminado, esta matéria se completa com instantâneos de uma crua e ignorada realidade, reiteradamente falseada pelos donos do poder.


 














sábado, 15 de fevereiro de 2020

DESPERDÍCIO E FALTA DE CUIDADO COM A ÁGUA


Escassez e má gestão


A água é uma dádiva da natureza ou apenas um $?

O cidadão comum, o consumidor residencial é constantemente responsabilizado pelo desperdício de água. Os gestores do setor de abastecimento reclamam o ano inteiro da falta de água nos reservatórios e quando as chuvas caem as cidades não estão preparadas para recebê-las e as empresas que trabalham com recursos hídricos não dispõem de nenhuma tecnologia avançada para coletar melhor e em maior quantidade a água das chuvas.
Quando acontecem enchentes e inundações pobres e moradores das preferias perdem todos os bens que conquistaram ao longo da vida e ficam desabrigados. Como se não bastasse, autoridades públicas ainda têm o desplante de culpar a própria população pelas tragédias, em razão das construções em locais de risco e da falta de destinação correta para o lixo que polui córregos e entope bueiros. Isso é fato. Mas a raiz de tal situação está no modo de produção da vida - o capitalismo - e na forma de administração das políticas públicas, cada vez mais voltadas para interesses privados. As pessoas não têm culpa da falta de emprego e renda, saneamento e moradia. Dão seu jeito, se viram como podem e até onde aguentam.
Nos últimos dias todos têm falado sobre a impureza da água no Rio de Janeiro. Mas em Minas Gerais, a caixa d'água do país, a situação não difere tanto assim do que acontece no Rio. Em várias cidades mineiras, principalmente no Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha, a população sofre com a falta de água para todos os fins e não são poucas as localidades de nosso Estado que a muito tempo seus moradores não recebem água potável para beber. 
Esse é o caso, por exemplo, de Pinhões, comunidade rural remanescente quilombola, próxima ao Convento de Macaúbas, a 10 quilômetros de distância do centro histórico de Santa Luzia, cidade pertencente à Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em Pinhões, sitiantes e moradores com mais recursos, além de pagar pelo fornecimento de água da Copasa, compram água mineral para beber e preparar alimentos. Já a população menos favorecida - econômica e culturalmente - contamina-se cotidianamente com a água suja, poluída e escassa (de dois a três dias, ainda que alternados, em cada semana, não há abastecimento no bairro). Quem tem caixas d'água maiores e paga pela água mineral consegue administrar os constantes períodos de desabastecimento, enquanto os demais sofrem a privação. 
Há mais de 5 anos um dos poços/reservatórios da região secou e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais construiu um outro. Mas ao que parece, não foi feito um estudo minucioso sobre a qualidade da água e, tão logo foi iniciado o fornecimento advindo do novo poço, a população detectou a má qualidade da água. Moradores contam que em uma reunião com técnicos da Copasa, as falas dos representantes da empresa eram no sentido de convencer os presentes de que não tinha nada de errado com a água. Todavia, um morador foi até à uma torneira próxima, encheu um copo d'água e ofereceu aos técnicos para beber e, como já era esperado, nenhum deles se atreveu a ingerir nem um gole sequer da água oferecida.
Na última semana, Pinhões ficou 2 dias consecutivos sem abastecimento. Ao ligar para a central de atendimento da empresa para saber o que estava acontecendo com o fornecimento, os atendentes diziam que não havia nenhuma informação sobre a falta de água. Até que um morador conhecido de um servidor com acesso aos procedimentos internos da Copasa conseguiu a informação que dava conta de que um funcionário teria se esquecido de abrir novamente o registro que fechara para fazer um reparo no reservatório (sic).
Terá fundamento tal argumentação ou trata-se de mais uma das respostas prontas, constantemente pronunciadas como desculpas estapafúrdias das empresas de economia mista, cuja prestação de um serviço que deveria ser de interesse público é apenas fachada para interesses privados?
É fundamental que a população discuta com essas organizações os seus modelos de gestão. Afinal, o cidadão, é o consumidor final de um "produto" que na verdade é um bem de todos, uma dádiva da natureza. Será que é ele, o consumidor, quem deve pagar e se contaminar pelo uso da água poluída e ainda ser responsabilizado pela má gestão desse precioso recurso natural a cada dia mais escasso?
Para encerrar reitero a inoperância e a falta de investimento em pesquisa e desenvolvimento tecnológico e sustentável do setor, que continua coletando água do mesmo modo que se coletava a séculos atrás. Se não, vejamos: o que foi feito com a água das chuvas de janeiro e fevereiro deste ano, em Minas Gerais? À exceção da quantidade que os reservatórios existentes têm capacidade de coletar e armazenar, todo o restante foi para o esgoto.
Não é preciso ser especializado em recursos hídricos para saber de quem é a responsabilidade por todas essas tragédias.

domingo, 25 de agosto de 2019

EM DEFESA DA AMAZÔNIA




Manifestantes vão à Praça do Papa em BH

Eugênio Magno
(Texto e fotos)


Hoje (domingo, 25/08/19), homens, mulheres e crianças, de todas as idades, foram à Praça do Papa, em Belo Horizonte, manifestarem em defesa da Amazônia.




A partir das 10:00h da manhã foi iniciada a concentração na Praça Israel Pinheiro - apelidada de Praça do Papa, desde a primeira vinda do pontífice João Paulo II a BH -, onde Karol Wojtyla celebrou missa campal. Hoje, muitos dos que ali compareceram, atendiam ao apelo do atual Papa, Francisco, que tem exortado os cristãos a proteger e cuidar da nossa casa comum, a Terra.





Num clima pacífico, mas que não faltaram palavras de ordem, cartazes, faixas e intervenções, cerca de duas mil pessoas compareceram à praça, localizada na base da Serra do Curral, no Mangabeiras, bairro luxuoso da capital de Minas, para participar do ato em defesa da Amazônia.




































Ambientalistas, parlamentares, educadores, sindicalistas, estudantes, líderes de movimentos sociais e representantes de partidos políticos, fizeram uso da palavra, denunciando a devastação acelerada do grande pulmão do planeta.




















Essa foi apenas uma das muitas manifestações que vêm ocorrendo em várias cidades brasileiras e em outras tantas pelo mundo afora, desde o último dia 19, a segunda-feira cinzenta, em que a Amazônia ardeu em chamas.






sábado, 1 de outubro de 2016

O POVO TEM O LÍDER QUE MERECE???


BH terá João Leite e Kalil 
no segundo turno, apontam pesquisas

Na véspera do dia das eleições municipais, pesquisas divulgadas neste sábado (1º) apontam para um segundo turno entre o tucano João Leite, que vem mantendo a liderança na corrida pela Prefeitura de Belo Horizonte desde agosto, e Alexandre Kalil (PHS). 
Na pesquisa Datafolha, o candidato do PSDB aparece com 39% dos votos válidos, seguido pelo ex-presidente do Atlético, que tem 23%. Na pesquisa de votos válidos, não são contabilizados os eleitores que dizem votar em branco, nulo ou os indecisos. Levando em conta esta parcela dos eleitores, João Leite ficaria com 31% e Kalil com 19%. Já na Ibope, Leite apareceu com 41% dos votos válidos e Kalil com 29%. 
No caso da Datafolha, o candidato do PSDB aparecia com 32% das intenções de voto na pesquisa anterior, enquanto o ex-presidente do Atlético vinha com 18%. Os dois se mantiveram na liderança desde a primeira pesquisa, feita em agosto, com uma boa distância dos outros nove candidatos. Mais atacado entre os candidatos, Kalil aparece como o mais rejeitado (37%), seguido de João Leite (26%). 
Essa é a matéria de capa do Jornal O Tempo. Você pode conferir clicando aqui
Agora, leitor, venhamos e convenhamos, eleição não é futebol e, no caso, não se trata de João Leite contra Kalil. O eleitor não é obrigado a votar somente em um deles. Até porque, temos muitas opções. E, mesmo em termos futebolísticos, os dois candidatos são ligados a um único time, o Atlético Mineiro e, Belo Horizonte não tem só eleitores atleticanos. Vale destacar ainda que as eleições de amanhã não é para eleger o melhor goleiro do Atlético de todos os tempos, nem tampouco seu melhor presidente. Inclusive, porque, tenho dúvidas se algum dos dois ganharia um desses títulos.
Devemos ter cuidado com a indução que a divulgação dessas pesquisas representam, especialmente nas vésperas do sufrágio, e votar a partir de nossas convicções, independentemente do nosso candidato estar entre os favoritos apontados por tal ou qual pesquisa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

XV ENDIPE NA UFMG EM BELO HORIZONTE - MG

Profissionais da educação de todo o país
estão em BH participando do Endipe

O Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino (ENDIPE) é um evento científico, no campo educacional, que congrega pesquisadores e profissionais da educação que trabalham com questões relacionadas a temática da formação docente, do ensino das diferentes disciplinas e do currículo. Esses profissionais são, em sua maioria, docentes e discentes que atuam nos programas de Pós-graduação em Educação, nas Faculdades de Educação e nas redes de Educação Básica.
Pode-se dizer que o ENDIPE é, hoje, o maior evento acadêmico na área da Educação, uma vez que, em seus últimos encontros, tem contado com mais de quatro mil participantes. O ENDIPE ocorre de dois em dois anos, em diferentes Estados e são organizados por Instituições de Ensino Superior que, na assembléia final de cada encontro, se apresentam como proponentes para sediar o próximo evento.
A finalidade do ENDIPE é socializar os resultados de estudos, pesquisas e práticas. Constitui-se, portanto, em um espaço privilegiado de trocas de experiências, de articulação de grupos, de questionamentos, de novas idéias e de novas reflexões.
O XV ENDIPE tem como temática geral "Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente: políticas e práticas educacionais".

OBJETIVOS

Geral
Socializar resultados de estudos e pesquisas no campo da didática e das práticas de ensino em diálogo com diferentes áreas da educação.

Específicos
. Discutir a produção acadêmica no campo das práticas educativas, do trabalho docente e da formação do professor;
. Possibilitar a articulação de grupos de pesquisas que trabalham com temáticas similares;
. Ampliar a compreensão sobre a produção teórica e sobre sua aplicação em diferentes espaços educativos.

O evento está acontecendo em várias unidades do campus da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, na Pampulha, em Belo Horizonteaté o dia 23.04.2010.
Para maiores detalhes, acesse o site http://www.fae.ufmg.br/endipe/ .
(Fonte: site da FAE, Ufmg / Endipe)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

FALTA EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO E PARA O TRÂNSITO



Educação para o trânsito


Eugênio Magno

As autoridades precisam tomar providências urgentes para humanizar o trânsito de nossa cidade. A quantidade e a gravidade dos acidentes ocorridos em Belo Horizonte nos últimos tempos estão deixando a população apreensiva.
Não é compreensível que uma cidade como BH aceite passivamente a morte e os traumatismos sofridos por seus moradores em um trânsito completamente desordenado e violento. A resolução definitiva do problema, entretanto, só virá com uma política de grandes investimentos em transporte público e, concomitante, uma medida que limite o número de emplacamentos de veículos. Mas enquanto isso não acontece, se é que algum dia vai acontecer, é urgente que a BHTRANS se una ao Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Estado e quantos mais órgãos municipais, estaduais e federais forem necessários, para a realização de uma ampla campanha para disciplinar o trânsito. E sugiro que tal campanha seja educativa e preventiva, porque dentro dessa lógica desumana do mercado e do lucro, quase todas as ações disciplinares que se implementam têm como objetivo final tão somente a arrecadação.
Testemunhamos, cotidianamente, inspetores de trânsito multando carros parados em estacionamentos faixa azul, quando sem talão, mas não se tem notícia desses inspetores multando caminhões, pick-ups e furgões de refrigerantes, cigarros e bebidas, parados em fila dupla, nem tampouco os ônibus que rodam com superlotação de passageiros, andam fora de suas faixas e não param nos seus respectivos pontos. Assim também como não se vê inspetores autuando esse bando de motoqueiros abusados, taxistas folgados, veículos que cruzam com outros de farol alto e os bacanas com seus carrões de luxo achando que podem tudo só porque pagam IPVA mais caro. Não tem ninguém educando os pedestres que atravessam as vias fora das faixas apropriadas e não andam nas calçadas. E esses animais (cachorros cavalos e bois), que volta e meia nós vemos transitando tranquilamente pelas vias públicas urbanas? Falta educação no trânsito e para o trânsito.
É imperativo que os poderes públicos utilizem o aparato da comunicação não só para propagar suas realizações. No atual estado das coisas, a comunicação deve ser usada fundamentalmente, para advertir, educar, disciplinar a população e, especialmente, a comunidade de motoristas que tantos abusos têm cometido nesse caótico trânsito de nossa cidade. As agências de propaganda que atendem as contas dos setores envolvidos com o trânsito bem que podiam colaborar também, sugerindo campanhas educativas. Precisamos de uma grande corrente a favor da vida e contra a violência no trânsito. Para tanto, é fundamental contar com a participação de toda a sociedade: movimentos sociais, entidades de classe, veículos de comunicação, fabricantes de automóveis, concessionárias, fábricas e lojas de autopeças, distribuidores de combustíveis e postos de gasolina.
Foi dada a largada! Quem se habilita?


(Fotos: Diogo R. Martins)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

DIÁRIO DO GRITO DOS EXCLUÍDOS


Momentos finais do Grito dos Excluídos na Praça 7 de Setembro no centro de Belo Horizonte.

Não consegui acompanhar o Grito dos Excluídos no último dia 7, desde o momento da concentração inicial na Praça da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Todavia, ainda alcancei o final da ocupação da Praça 7 de Setembro. Cheguei a tempo de fazer a foto acima e as outras que se encontram logo abaixo do relato da colega de coordenação da Escola Oscar Romero de Fé, Política e Cidadania, Dirlene Marques, que é coordenadora do Comitê Mineiro do Fórum Social Mundial e foi uma das organizadoras do grito.

"Companheiras e companheiros,
Como ja havíamos informado para vocês, fizemos o Grito em BH. Tivemos mais de 2000 pessoas desfilando pelas ruas da cidade. Saimos da Praça da Assembléia Legislativa, paramos em frente o Banco Central e fizemos ali nosso primeiro ato: Uma enorme faixa preta foi afixada no Banco Central, onde os participantes deixaram escrito com tinta vermelha os seus gritos contra a crise e as consequências desta sobre o povo trabalhador. Paramos depois em frente ao mercado municipal, ponto tradicional de BH, e convidamos a todos para entrarem na luta contra os transgênicos - por uma alimentação saudavel. Militantes carregando grãos nas peneiras circularam entre os frequentadores do mercado. Ao nos aproximarmos do local do Grito, a Praça Sete de Setembro, todos/as se manifestaram cantando o Hino da Internacional Socialista que unifica os trabalhadores do mundo inteiro. Fizemos uma contagem regressiva, cantamos o Hino Nacional Brasileiro e, um conjunto de tambores, puxou a caminhada para o centro da praça sete, onde fica o Pirulito. Tomamos conta da praça ao som dos tambores e dos gritos dos diversos movimentos sociais. Tudo com uma grande participação e envolvimento da militância. Quando estávamos nos dispersando, a repressão que cercava todo o local, iniciou a sua já tradicional provocação. A militância reagiu e dois rapazes foram presos. Como não aceitamos a arrogância com que os policiais estavam tratando os militantes dos movimentos sociais, houve um certo tumulto que, só foi resolvido quando o comandante resolveu retirar as tropas da praça. Terminado o tumulto, fomos para a delegacia liberar os detidos. Um deles foi solto imediatamente e o outro foi mantido algemado até as 15 horas, sem nenhuma justificativa, apenas por capricho da polícia. Este foi mais um exemplo da criminalizaçao dos movimentos sociais. Mas, isto também nos impulsiona para dar continuidade a luta pela Independência do Brasil, a independência em relação ao capital, rumo a uma sociedade socialista.

Um abraco,

Dirlene Marques"


O som dos tambores ecoou na avenida Afonso Pena

Ativistas dos movimentos sociais presentes ao grito ocuparam o Pirulito da praça 7

Uma roda representando as diversidades tomaram o cruzamanto da avenida Afonso Pena com Amazonas


Depois do Grito, crianças e manifestantes se banharam nas águas frescas da fonte da Praça da Estação

A TV Globo fez uma matéria sobre o Grito dos excluídos em Belo Horizonte. Clic no link abaixo e assista à reportagem: http://globominas.globo.com/GloboMinas/Noticias/MGTV/0,,MUL1295141-9033-16339,00.html

terça-feira, 2 de junho de 2009

UM SEMINÁRIO PARA A CRIAÇÃO DA PRIMEIRA ESCOLA DE FÉ E POLÍTICA DE BH



Acontece no próximo sábado, dia 06 de junho, um seminário preparatório para a criação da Escola de Fé, Política e Cidadania Oscar Romero, a primeira escola do gênero de Belo Horizonte.
O evento é destinado a convidados especiais: representantes da Igreja Católica, grupos inter-religiosos, partidos políticos, movimentos sociais, pastorais e educadores que passarão todo o dia no Instituto Santo Tomás de Aquino, participando de uma exposição sobre a proposta da escola e formulando políticas, princípios e uma filosofia norteadora para este centro de formação que está sendo gestado.
A inciativa é inspirada no Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara - CEFEP-DF, instituição ligada à CNBB.
Os organizadores do seminário, Carlos José, Dirlene Marques, Eugênio Magno, frei Gilvander Moreira, Rodrigo Castelo e Rodrigo Marzano, esperam receber cerca de 50 convidados no ISTA, para participarem das discussões.