O podcast "Política com Fé", produzido e apresentado por Eugênio Magno está comemorando seu primeiro aniversário. Em 5 de novembro de 2020, com o episódio # ZERO - Fé, Espiritualidade e Política, trouxemos para a plataforma Anchor/Spotify, a primeira edição do podcast, enfrentando todas as dificuldades que um estreante em uma mídia com a qual não tem intimidade enfrenta.
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
ANIVERSÁRIO DO PODCAST POLÍTICA COM FÉ
domingo, 21 de abril de 2019
FELIZ PÁSCOA!!!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
AS REFORMAS DO PAPA FRANCISCO
- Missionariedade e pastoralidade
- Idoneidade e sagacidade
- Spiritualità [espiritualidade] e humanidade
- Exemplaridade e fidelidade
- Racionalidade e amabilidade
- Inocuidade e determinação
- Caridade e verdade
- Onestà [honestidade] e maturidade
- Respeitabilidade e humildade
- Diviciosidade e atenção
- Impavidez e prontidão
- Affidabilità [confiabilidade] e sobriedade
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
POR ONDE ANDA O CRISTO NESTES NATAIS HODIERNOS (???)
Em entrevista, concedida à IHU On-Line, o exegeta ressalta que a Palavra que Jesus pronuncia no Sermão “é verdadeiramente Palavra de alteridade no que ela anuncia de inédito, um inédito que não se confunde totalmente com o que o Jesus terrestre dá a conhecer dele no decorrer de seu ministério na Galileia. O SM antecipa o que se realizará plenamente na Paixão de Jesus. A recusa de erguer a espada, na hora de sua prisão, destaca que prefere o agir da Palavra ao das armas. A morte na cruz é o lugar em que Jesus realiza, ao extremo de sua lógica, a palavra inédita do SM. No Calvário, Jesus é revelado verdadeiramente como o ‘Filho de Deus’ que rompe a lógica da violência e oferece um lugar onde descobrir o novo rosto de seu Pai, como o SM anunciava”, explica.
Elian Cuvillier pontua ainda que “as noções de ‘confiança’ e de ‘gratuidade’” presentes no Sermão da Montanha são “utilizadas com um sentido teológico e bíblico específico: o termo confiança equivale, para mim, à palavra grega pistis, que é traduzida, na maioria das vezes, em nossas Bíblias, pelo termo ‘fé’. Gosto de definir a fé em Cristo como a ‘confiança na confiança de um outro’. Quanto à gratuidade, ela equivale à noção de ‘misericórdia’ que se encontra no Novo Testamento, em que ela expressa a bondade originária de Deus para conosco”, conclui.
Elian Cuvillier defendeu sua tese de doutorado sobre Novo Testamento na Faculdade Teológica Protestante de Montpellier, em 1991, onde foi nomeado professor. Em 1999, obteve a Livre Docência na Faculdade Teológica Protestante de Estrasburgo. Desde então, é professor de Novo Testamento em Montpellier.
Para ler a entrevista com o exegeta, na íntegra, clique aqui.
(Fonte: Site do Instituto Humanitas Unisinos - IHU)
domingo, 12 de maio de 2013
O PARADOXO DO CRISTIANISMO
Contudo, questiona Roos, como é possível “chegar a uma construção de sentido que tenha um valor eterno para o indivíduo, mas que esteja fundamentada em relatos históricos como são, por exemplo, os evangelhos?”
E acrescenta: “O paradoxo do cristianismo é justamente o de que a verdade eterna irrompe na história e na finitude. Neste entendimento a verdade não é um conceito, mas uma pessoa, uma vida; a verdade cria corpo, é encarnação. Este é o sentido de Jesus Cristo, a rigor o único paradoxo do Cristianismo”. Para ler a entrevista clique aqui.
*Jonas Roos é graduado em Filosofia pela Unisinos, mestre e doutor em Teologia pelo Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Teologia com a tese Tornar-se cristão: o paradoxo absoluto e a existência sob juízo e graça em Soren Kierkegaard, com pós-doutorado em Filosofia pela Unisinos. É professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF e autor de Razão e fé no pensamento de Soren Kierkegaard: o paradoxo e suas relações (São Leopoldo: Editora Sinodal; Escola Superior de Teologia, 2006).
sábado, 13 de novembro de 2010
Religião e Política
O filósofo Rodrigo Marcos de Jesus, acaba de lançar o livro, Cristianismo Libertador: religião e política em Leonardo Boff. A publickação faz parte da coleção FAJE, da Editora Loyola.
Cristianismo Libertador analisa a religião como articulação entre fé e política na obra de Leonardo Boff. Dois enfoques orientam o estudo: a questão filosófica da imagem de Deus e a função da Igreja no contexto latino-americano, especialmente brasileiro, dos anos 1970-80.
Um questionamento é feito no decorrer de todo o texto: afinal, a religião é ópio ou libertação do povo? A obra está dividida em três capítulos. No primeiro, é apresentado o contexto histórico-cultural e o contexto filosófico brasileiro da consciência de libertação. Álvaro Vieira Pinto, Henrique Lima Vaz e Paulo Freire aparecem como filósofos-chave para a constituição da ideia-força de libertação. No segundo capítulo é debatida a concepção filosófico-teológica de Deus em Leonardo Boff, extraindo-se suas consequências críticas. O último capítulo discute as implicações ético-políticas da concepção de Deus no cristianismo libertador e o papel que caberia à Igreja no contexto de opressão da sociedade latino-americana e brasileira. O livro conta ainda com um glossário dos principais conceitos utilizados e uma entrevista inédita com Leonardo Boff.
Cristianismo Libertador: religião e política em Leonardo Boff aborda temas de filosofia da religião, de filosofia brasileira e de pensamento político-social.




