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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

BOLSONARO NÃO É TRAIDOR

 

(Foto obtida de Google Imagens - creditada ao Brasil de Fato)


Não digam que não foram avisados

Na quarta-feira de "cinzas" da grande trapalhada bolsonarista, o day after do 7 de setembro - que começou com comemorações, pompa e circunstância nas trincheiras do radicalismo da extrema direita brasileira -, foi dia de chororô, xingamentos e desembarques da canoa que sempre esteve furada.

Os jornalistas compromissados com a verdade e com o país (não apenas com grupos econômicos), intelectuais e até mesmo pessoas com o mínimo de formação e informação política cansaram de alertar a população, familiares e amigos ingênuos sobre as ameaças que Jair Messias Bolsonaro representava para o país. Mas não foram ouvidos. Arrivistas e marinheiros de primeira viagem superlotaram com fervor juvenil a embarcação avariada de um ex-capitão que prometia enfrentar mares bravios e muitas emoções em uma rota suicida espetacular. 

Sob todos os aspectos ele cumpre o que prometeu: por um lado, no campo da ação, destroçou o país nas esferas diplomática, econômica e institucional; sem contar o negacionismo que levou quase 600 mil brasileiros à morte na pandemia da covid-19. Por outro lado, no campo do palavrório populista, age como sempre agiu: dorme pensando em algo que possa afirmar de manhã para desmentir à tarde. 

Não foi diferente no fatídico 7 de setembro de 2021. Portanto, como dizia o saudoso locutor esportivo, Fiori Gigliotti, "agora, não adianta chorar", todos foram avisados. É patético assistir esses marmanjos soluçando com lágrimas nos olhos, vociferando contra quem sempre seguiu à risca o seu script. 

Só acredita em papai noel quem gosta do autoengano. 

Quer um conselho? Não mande mais cartas para o bom velhinho. Vá à luta, companheiro!


sábado, 5 de setembro de 2015

INDEPENDÊNCIA OU MORTE!


A UFMG e o 7 de setembro das universidades brasileiras!

 

Na próxima segunda feira, dia 7 de setembro, a UFMG completa 88 anos. Resultado do investimento e da mobilização de professores, intelectuais, políticos e jovens estudantes mineiros que reuniram numa mesma instituição a Escola de Engenharia e as Faculdades de Farmácia e Odontologia, de Direito e de Medicina então existentes na capital. A criação da UFMG foi parte das discussões e  de projetos políticos, culturais e econômicos para Minas Gerais e para o Brasil naqueles densos e tensos anos  de 1920 e 1930.
Ao se aproximar de suas nove décadas de existência, a UFMG se afirma como uma das mais importantes universidades do país, estando na fronteira da produção científica mundial em várias áreas do conhecimento. Paradoxalmente, a Universidade vive, também, uma grave crise financeira que, somada à greve dos funcionários técnico-administrativos em educação que se arrasta por três meses, torna impossível o seu funcionamento normal por ocasião de seu aniversário. Para continuar lendo o artigo, clique aqui.