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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

SEGREDOS DO ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

 

(Capa do livro)


Envelhecer: os segredos para uma vida longa, feliz e plena de sentido

Em um lugarejo chamado Ogimi, na ilha de Okinawa, no Japão, existem muitos moradores que vivem mais de cem anos. Além de viverem mais têm muita vitalidade e disposição. Seu sangue apresenta baixo nível de radicais livres. A menopausa é mais suave. Homens e mulheres mantêm níveis elevados de hormônios sexuais até idades avançadas. O índice de demência é mais baixa do que a média da população mundial. 

No podcast mediações, Eugênio Magno dedica alguns episódios a uma leitura comentada do livro, “Ikigai: os segredos dos japoneses para uma vida longa e feliz", de Héctor Garcia e Francesc Miralles. Se você quer aprender os segredos para viver mais e com qualidade de vida, como os longevos hiper-anciãos de Ogimi, clique aqui e ouça o podcast.


segunda-feira, 25 de maio de 2020

ABERTURA, LOCKDOWN, ISOLAMENTO SOCIAL... (?)


Abertura pós-coronavírus: as lições dos países asiáticos que começaram a abrir economias em meio a temor de novos surtos

(Foto: Getty Images)

Uma segunda onda de infecções por coronavírus não é mais uma questão de "se", mas de "quando e quão devastadora", diz a bióloga celular Jennifer Rohn, que tem estudado como a pandemia surgiu na Ásia e se espalhou por todo o planeta.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse que o novo coronavírus pode ter vindo para ficar, e mantê-lo sob controle exigirá um "esforço massivo".
Até em países com estratégias eficazes para lidar com a pandemia por meio de testes, rastreamento e gerenciamento de lockdowns — como a Coreia do Sul e o Japão, na Ásia, mas também a Alemanha, na Europa — houve novos picos de infecções quando as restrições foram atenuadas.
Na semana passada, a equipe de resposta à covid-19 da União Europeia sugeriu que a Europa se prepare para uma segunda onda — e "a questão é quando e qual o tamanho", disse Andrea Ammon, diretora da equipe, segundo reportagem do jornal The Guardian.
Governos de todo o mundo agora estão se preparando para um provável segundo round contra o vírus, e seus olhos estão voltados para o Leste Asiático.
Que lições podemos tirar dos países que tiveram que lidar primeiro com a covid-19 e estão à frente do resto do mundo na curva da pandemia de coronavírus?
Para continuar lendo a matéria de Eva Ontiveros para a BBC News Brasil, clique aqui.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

O VALOR DO PROFESSOR


Salários altos, prestígio, apoio ao estudo: as lições dos países que tratam bem seus professores


Foto: Solstock/Getty Images 

No Vietnã, um professor é perguntado nos primeiros dias de trabalho sobre as metas que deseja alcançar na carreira. Quer trabalhar na linha de frente com as crianças e adolescentes? Almeja um cargo de gestão? Ou gosta mesmo de pesquisar e desenvolver técnicas e metodologias de ensino? A partir disso, professor e diretor da escola atuam em conjunto para estruturar a carreira de acordo essas preferências.
No Japão, bônus salariais, a possibilidade de acelerar promoções e a ideia de desafio tornam atrativo dar aulas nas escolas mais pobres do país. Na Estônia, a forte evolução salarial nos últimos anos e a autonomia para aplicar métodos criativos de ensino fazem da carreira de professor uma das mais cobiçadas.
Na Coreia do Sul, o alto status social dos professores combina estabilidade, bons salários e rigorosos requisitos de admissibilidade na carreira. Já na Finlândia, o salário não é dos mais altos quando comparado à média das demais profissões; mas o prestígio, sim.
O que esses cinco países têm em comum?
A contratação de professores é seletiva, a profissão é valorizada e, mais importante, a carreira é estimulante, o que atrai bons profissionais para as salas de aula. E esse foco na qualidade dos professores se reverteu em bons resultados no influente ranking Pisa, organizado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que avalia o desempenho de jovens de 15 anos em ciências, matemática e leitura em 75 países.
Nesses quesitos, o Brasil está longe de ser exemplo. Numa pesquisa da OCDE com 100 mil professores do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos), o Brasil aparece no topo de um ranking de violência em escolas.
Para ler a matéria completa de Nathalia Passarinho para a BBC News Brasil, clique aqui.

terça-feira, 11 de março de 2014

TSUNAMI NO JAPÃO



Uma voluntária japonesa, homenageia os mortos, num monumento em Namie, depositando flores, três anos depois da catástrofre de Fukushima. Segundo as autoridades locais, mais de 15 mil pessoas perderam a vida e 2636 são consideradas desaparecidas desde a passagem do tsunami.

(Foto: Kenji Shimizu / The Yomuri)



terça-feira, 15 de março de 2011

GRITO DA NATUREZA SACODE O JAPÃO

Num cenário apocalíptico, a esperança. Um soldado, com o sorriso nos lábios, segura nos braços uma menina de quatro meses, recém resgatada dos escombros na cidade japonesa devastada, Ishimaki.

(Foto: Hiroto Sekiguchi / AP / SIPA)

segunda-feira, 1 de março de 2010

DE TREM PELO MUNDO


CRH2 - China:
THSR - Cingapura:

KTX - Coréia do Sul:
SHINKANZEN - Japão:
AVE - Espanha:
EUROSTAR - Inglaterra:
TGV - França:
METRÔ - Dubai:
CENTRAL DO BRASIL - Rio de Janeiro, Brasil:
India:
Paquistão:

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

SERES VIVOS PEDEM SOCORRO

Justiça pelas baleias

(Foto: Tobias Schwarz /REUTERS)
Ativistas do Greenpeace protestaram nessa segunda-feira, dia 08.02.2010, em frente à embaixada japonesa em Berlim, pedindo o fim da pesca às baleias.