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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

"O PETRÓLEO É NOSSO", A PETROBRAS TAMBÉM TEM QUE SER NOSSA


Após lucro recorde puxado por venda de gasodutos, o que mais está na fila de privatização na Petrobras

(Foto: Gabriel Lordêllo / Petrobras)

Após a privatização de uma rede de gasodutos, a Petrobras registrou lucro recorde de R$ 18,9 bilhões de abril a junho de 2019, o maior resultado trimestral da companhia.
Ao divulgar o resultado, a Petrobras informou que ele se deve "principalmente" à conclusão da venda, em junho, da Transportadora Associada de Gás (TAG), que atua no transporte e na armazenagem de gás natural.
A operação faz parte do processo de privatização de "braços" da Petrobras, prometido pelo comando da companhia e pela equipe econômica do governo Jair Bolsonaro.
O governo e a Petrobras têm se empenhado para promover a venda de outros ativos da companhia e concentrar esforços na área de exploração e produção de petróleo. O plano é vender para a iniciativa privada ativos em áreas, como o refino e o transporte e distribuição de gás.
Agora, a dúvida é qual será a velocidade - e as condições - em que esses ativos serão privatizados. E a decisão de vendas para a iniciativa privada, claro, continua a dividir opiniões: se o mercado aprova a iniciativa, representantes dos funcionários são contrários ao plano.
Para ler, na íntegra, a matéria de Laís Alegretti para a BBC News Brasil, clique aqui.

terça-feira, 5 de junho de 2018

A ORGIA DA PRIVATARIA ENTREGUISTA

Mercado saqueia Petrobras, mídia acoberta

Ilustração de Amorim

A paralisação dos caminhoneiros e a dos petroleiros demonstrou, de forma cabal, o abismo entre os interesses do mercado financeiro e os do povo brasileiro. Com o preço dos combustíveis nas alturas, a população teve um vislumbre do que significa, na prática, a privatização da Petrobras.
Os veículos de comunicação, por sua vez, esmeraram-se em acobertar o saque na estatal brasileira realizado pelos acionistas estrangeiros. Não apenas justificaram a adoção de preços internacionais para os combustíveis brasileiros, como legitimaram o repasse da conta à população, tecendo elogios a Pedro Parente.
Nenhuma análise, obviamente, sobre o desmonte da estatal; sequer as consequências da mudança. O que se viu na mídia, sobretudo, televisão e rádio, foi um festival de jargões neoliberais – “liberdade da Petrobras”, “independência do jogo político”, “autonomia da Petrobras” ante a “mão pesada do Estado” – regurgitados por especialistas do mercado e jornalistas convocados a “explicar” a crise para a população.
Para ler na íntegra a matéria de Tatiana Carlotti para Carta Maior, clique aqui.