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terça-feira, 5 de setembro de 2017

TODOS OS PODERES DA REPÚBLICA IMPLICADOS E COMPLICADOS



Áudio cita 4 ministros do STF

O áudio de quatro horas, gravado e entregue aparentemente por engano por delatores da JBS à Procuradoria Geral da República (PGR), faz menções, de forma comprometedora, a quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da revista “Veja”, que não apontou quais seriam os membros da Corte máxima do Judiciário brasileiro citados na conversa.
De acordo com o site da revista, uma dessas menções é considerada “gravíssima” pelos procuradores que atuam na força-tarefa da Lava Jato na PGR. As demais, afirma a reportagem, seriam suficientes para causar alguns embaraços aos envolvidos. Para continuar a ler, clique aqui.
(Fonte: Jornal O Tempo)

segunda-feira, 5 de junho de 2017

OS MEDROSOS AMEDRONTAM A POPULAÇÃO COM AMEAÇAS FASCISTAS


Marcos Coimbra: Fugir das diretas por medo de Lula é negar a democracia


Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
As elites brasileiras estão como baratas tontas por uma razão que tem nome: Luiz Inácio Lula da Silva. Não fosse o medo que têm dele, haveria uma saída natural para a enrascada em que meteram o País e que as deixa baratinadas.
Elas mantinham-se coesas desde o segundo semestre de 2015, quando decidiram pôr de lado suas diferenças e ir juntas derrubar Dilma Rousseff. Sempre concordaram no fundamental, pois nunca esqueceram seus interesses de longo prazo. Mas a unificação de táticas do cotidiano foi cimentada somente quando entraram em acordo para tirar o PT do governo e reassumi-lo na plenitude.
Hoje, aquela coalizão desmoronou e um setor nem imagina o que outro pretende, como estamos vendo no comportamento dos conglomerados de mídia. Depois de um enfadonho período, em que todos diziam as mesmas coisas, até com idênticas palavras, agora é cada um por si.
Não era certo que estouraria um escândalo do tamanho desse das delações da JBS, mas era previsível. Ter na cadeira presidencial um personagem como Michel Temer é um risco permanente.
Ninguém tem o direito de se fingir surpreso com ele. O Temer de maio de 2017 é igual ao de toda a vida. Dar expediente no Palácio do Planalto não lhe mudou a natureza.
Sua turma rapidamente expôs-se, provocando mudanças no primeiro escalão em ritmo quase mensal. Faltava a “bomba do Riocentro”, aquela que explodiu no colo de um sargento do Exército em 1981, deixando óbvio de onde vinham os terroristas que praticavam atentados para perpetuar a ditadura de 1964. As delações da JBS são a bomba no colo de Temer. 
Para ler na íntegra o artigo, Medo de Lula, de Marcos Coimbra, clique aqui.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

O ESCÂNDALO BRASIL


O cárcere chega à antessala de Temer 


Carlos Fernandes


(Foto: Cana)

A Polícia Federal cumpriu na manhã de terça-feira (23) mais uma leva de mandados de prisões preventivas desta vez sob o âmbito da Operação Panatenaico da Justiça do Distrito Federal.
Entre os ilustres agraciados está o ex-vice-governador do DF e agora também ex-assessor especial do presidente da República, Nelson Tadeu Filippelli.
Ex-assessor porque minutos após a sua prisão, numa tentativa tanto patética quanto inútil de se desvincular da canalha que ainda lhe dá suporte, Michel Temer o exonerou do cargo.
Ao lado do advogado José Yunes e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures, Filippelli já é o terceiro assessor diretamente ligado a Temer que é acusado de envolvimento em casos de corrupção.
E olha que estamos falando apenas de assessores especiais da presidência da República.
Desses, já seria o segundo preso se o ministro do STF, Edson Fachin, não tivesse rejeitado o pedido da Procuradoria-Geral da República que solicitou a prisão de Rocha Loures e Aécio Neves.
Ambos, Filippelli e Loures, dividiam uma sala a poucos metros do gabinete presidencial no Palácio do Planalto.
Dali mesmo, o homem de confiança para a articulação política de Temer e o cidadão da mala de dinheiro da JBS, respectivamente, cuidavam dos aspectos, digamos, mais “subterrâneos” do governo golpista.
O decreto da prisão preventiva de Tadeu Filippelli não só evidencia o nível da quadrilha que tomou de assalto a República brasileira, como vem somar-se ao já volumoso acervo de crimes e escândalos acumulados por sua turma.
Para mais além do que isso, demarca o início das prisões que começam a ocorrer dentro do mais restrito círculo de vassalos que ora habitam o Palácio do Planalto.
O cárcere chega a antessala de Michel Temer. Daqui a pouco baterá à sua porta.
(Fonte: Site do DCM)