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domingo, 1 de julho de 2012

TRÁFICO DE PESSOAS



Religiosa lista rotas usadas para tráfico de pessoas no Pará

A coordenadora da Comissão Justiça e Paz (CJP) do Regional Norte 2 (Amapá e Pará) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), irmã Marie Henriqueta Ferreira Cavalcante, relatou durante a audiência pública promovida pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas no Brasil casos de tráfico de adolescentes e jovens do Pará e Amapá para exploração sexual.
Os principais destinos, segundo a religiosa, são as capitais do Suriname, Paramaribo, e da Guiana Francesa, Caiena. “Existe uma interligação muito forte entre exploração sexual, tráfico de pessoas, tráfico de drogas e trabalho escravo”, disse irmã Henriqueta, que vive sob escolta policial por estar ameaçada de morte.
Outra rota do tráfico de pessoas denunciada pela irmã Henriqueta é a região da ilha de Marajó, no Pará, onde as meninas são aliciadas para serem exploradas sexualmente em balsas. “O tráfico acontece ao nosso lado e não sabemos identificar.” Segundo ela, existe uma tolerância da sociedade civil, que contempla essa realidade e não a caracteriza como tráfico.
Segundo o presidente da CPI, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) a irmã Henriqueta foi convidada porque contribuiu para os trabalhos da CPI da Pedofilia da Assembleia Legislativa do Pará e, por causa do trabalho desenvolvido, encontra-se jurada de morte.
(Fonte: Agência Câmara)

domingo, 8 de abril de 2012

UM EXEMPLO AMAZÔNICO


Jovens no Pará usam a cultura como forma de ação política


Sem dinheiro público e sustentado pelos próprios participantes, bairros marcados pela violência em Belém e Ananindeua recebem oficinas de grafite, cultura hip hop, literatura marginal, trançado de cabelo afro, programas em rádios comunitárias e ciberativismo. Crianças e adolescentes são o alvo principal, diz o educador social Preto Michel, de 35 anos e pai de um adolescente de 17. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

domingo, 8 de janeiro de 2012

OS EQUÍVOCOS DE BELO MONTE


Mega desapropriação em Belo Monte revolta entidade

Agência Nacional de Energia Elétrica desapropria em três cidades do Pará área equivalente à metade do Distrito Federal. Para Movimento Xingu Vivo, que reúne 250 entidades de dentro e fora do Brasil contrárias à hidrelétrica, área é bem maior que plano original e afetará até 10 mil pessoas a mais. É a última desapropriação necessária à execução das obras, iniciadas em junho. Para ler a matéria na íntegra clique aqui.