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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

RECURSOS NATURAIS ENTREGUES AO CAPITAL

 

(Foto: site Outras Palavras)

A furiosa e disfarçada guerra pela Água no Brasil


Milhares de municípios, abastecidos por empresas públicas, serão forçados a considerar propostas de privatização. Maiores mananciais do mundo são cobiçados por corporações como Coca-Cola e Nestlé. Congresso entrega – e mídia cala-se.

O país atravessa uma crise hídrica que afeta diretamente o nível dos reservatórios dos subsistemas elétricos. De acordo com o último boletim divulgado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), divulgado em 10/09/21, os reservatórios das Usinas Hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste estão operando com apenas 22,7% de sua capacidade de armazenamento. Esses reservatórios, que são responsáveis por cerca de 70% da geração hídrica do país, apresentam os níveis mais baixos dos últimos 91 anos. Os especialistas mencionam redução do nível dos reservatórios que pode chegar à 10%, o que seria muito grave, já que o sistema elétrico brasileiro nunca operou abaixo de 15%.
Para ler, na íntegra, a matéria de José Álvaro de Lima Cardoso para o site Outras Palavras, clique aqui.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O BRASIL É UM OÁSIS


Coca-Cola Brasil cresce mais que média mundial

Na foto abaixo, a equipe  patrocinada pela Powerade, uma das marcas da Coca-Cola.


Ao divulgar os resultados do segundo trimestre, a gigante do setor de bebidas mostrou que continua sendo “essa Coca-Cola toda”, com crescimento em todos os mercados, exceto no europeu. No Brasil, a companhia, que reúne em seu portfolio outras marcas de peso como Fanta, Del Vale, Sprite, Crystal e Powerade, cresceu 6% em volume no segundo trimestre, em relação a período equivalente de 2011, ao passo que a média mundial foi de 4%.
Os outros países do bloco emergente, no entanto, tiveram desempenho ainda melhor. Na Índia a companhia registrou impressionantes 20% de incremento, na Rússia, 9% e na China, 7%.
Quando avaliada toda a América Latina, o crescimento da Coca-Cola foi de 3% e o da receita, de 1%, atingindo a marca de US$ 1,14 bilhão, ou 8,75% da receita global. Os mercados com maior peso nessa receita global são EUA, Canadá e México, cuja receita de US$ 5,79 bilhões representou 44,5% do total mundial da empresa, que subiu 3% e bateu os US$ 13 bilhões.
Já na Europa, os resultados dos negócios ficaram 4% negativos em volume e 9% negativos em receita (US$ 1,48 bilhão).
O lucro líquido da The Coca-Cola Company foi de US$ 2,78 bilhões, estável na comparação com o segundo trimestre de 2011.
(Fonte: Site Meio & Mensagem)