quinta-feira, 14 de novembro de 2019
"TEMPORADA", DE ANDRÉ NOVAES, NA SALA DE CINEMA VICTOR DE ALMEIDA
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
MORRE CHICÃO, LÍDER CAMPONÊS MINEIRO DOS ANOS 1960
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
CLÁSSICOS DO CINEMA NO CINECLUBE DE MATEUS LEME
"EU SOU CUBA', A SUPERPRODUÇÃO SOVIÉTICO-CUBANA QUE FICOU ESQUECIDA DURANTE 30 ANOS.
Em 1964, em plena Guerra Fria, cubanos e soviéticos celebraram com um filme a sua recente aliança contra o imperialismo norte-americano. Para realizá-lo, foi montada uma equipe internacional, tendo à frente um consagrado cineasta da União Soviética, Mikhail Kalatozov, que acabava de ganhar a Palma de Ouro em Cannes com "Quando Voam as Cegonhas", de 1957. Com uma estética rebuscadíssima, o filme entrelaçava quatro histórias típicas do subdesenvolvimento latino-americano, passadas antes da revolução. Cuba era mostrada como um quintal dos Estados Unidos, com exploração do jogo, do turismo sexual e dos camponeses. No meio disso, as primeiras reações dos estudantes contra o governo Batista. Com suas imagens fantásticas, produzidas com o uso da lente grande angular e planos-sequência de tirar o fôlego, "Eu Sou Cuba" (Soy Cuba/ Ya Cuba) provocou, no seu lançamento, uma aversão, tanto da parte dos soviéticos como dos cubanos. Acusado de estetizante, suas imagens pareciam desajustadas da temática terceiromundista. O filme ficou esquecido durante 30 anos, até que em um festival em Nova York, em 1995, os cineastas norte-americanos Martin Scorcese e Francis Ford Coppola o redescobriram. Seu relançamento motivou um cineasta brasileiro, Vicente Ferraz, que nos anos 1980 foi estudante de cinema no ICAIC cubano e viu o filme, a realizar um documentário, "Soy Cuba: o Mamute Siberiano", de 2004. O curta é "Ovos de Dinossauro na Sala de Estar", de Rafael Urban, um dos favoritos do público do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Os filmes serão apresentados em DVD, com projeção digital em tela de 75 polegadas.
Este é um projeto do Instituto Humberto Mauro, pilotado pelo cineasta e jornalista Victor de Almeida. O filme será exibido neste sábado, dia 21 de janeiro, a partir das 17 horas, na Casa de Cultura Acássia Afonso Almeida que fica na rua Meyer, 105, Bairro Vila Suzana (Reta), em Mateus Leme, MG. Maiores informações pelo telefone (31)3535-1721.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
A FALTA QUE ME FAZ
Filme de Marília Rocha no Cineclube de Mateus Leme
Os filmes são "A Falta que me Faz", de 2009, que será apresentado no próximo dia 26, sábado, às 17 horas, e "Acácio", de 2011, a ser exibido em data ainda a ser marcada. Ambos foram apresentados em vários festivais no Brasil e no exterior, colecionando prêmios, tiveram lançamento em salas comerciais de várias capitais, foram editados em DVD pela Lume Filmes e exibidos na televisão pelo Canal Brasil.
Transitando entre o documentário e a ficção, "A Falta que me Faz" acompanha o cotidiano de cinco moças do Vale do Jequitinhonha que experimentam o fim da juventude ainda alimentando um romantismo impossível. Em meio a conversas, obrigações e prazeres, cada uma delas encontra uma maneira de contornar a solidão e enfrentar as incertezas do futuro.
Convidada, a diretora deve comparecer à apresentação. Para Marília Rocha, "nenhum filme existe enquanto não é visto pelo público. O lançamento comercial é hoje pouco democrático e insuficiente para qualquer realizador. Por isso, a apresentação em cineclubes constitui uma nova frente de exibição e uma forma de aproximar as pessoas que compartilham o amor pelo cinema".
Na ocasião, será apresentado também o curta-metragem "O Doce Segredo de Bárbara", do crítico e cineasta mineiro Paulo Augusto Gomes, com a atriz Yara de Novaes. O filme estabelece um diálogo entre o presente e o passado a partir das reflexões do diretor e de sua atriz sobre um projeto malogrado dos anos 1980, quando tentaram filmar um conto da escritora mineira Terezinha Alvarenga.
O cineclube da Casa de Cultura fica situado na rua Meyer, 105, Vila Suzana (Reta). Mais informações pelo telefone (31)3535-1721 ou no blog www.casadecassia.blogspot.com. A entrada é franca e os ingressos serão distribuídos meia hora antes da sessão.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
FILME "FELICIDADE" SERÁ EXIBIDO EM CINECLUBE DE MATEUS LEME
O cineasta norte-americano Todd Solondz navega contra essa corrente. Em seus filmes, ele expõe que, por sob aquela aparência de felicidade dos norte-americanos, visível no conforto material, se esconde uma grave crise moral. "Felicidade" é um impiedoso retrato da sociedade norte-americana atual, feito com tamanha seriedade que acaba por ficar cômica.
Resumindo o que é o filme, o crítico da "Folha de S.Paulo" escreveu que ele "ri da família e humaniza as perversões".
O curta será "Artesãos da Morte", da jornalista e cineasta Miriam Chnaiderman. Trabalhadores que lidam diariamente com a morte, falam da vida.
Os filmes serão exibidos em VHS, com projeção digital em tela de 75 polegadas. A sala tem 30 lugares.
A exibição acontece no próximo sábado, dia 24 de setembro, às 17 horas, no Cineclube da Casa de Cultura Cássia Afonso de Almeida, na rua Meyer, 105, Bairro Vila Suzana (Reta), telefone (31)3535.1721, em Mateus Leme. Um projeto do Instituto Humberto Mauro, sob a coordenação do cineasta, jornalista e cineclubista Victor de Almeida



