fez-se o homem
e o homem
Blog de Eugênio Magno
fez-se o homem
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Fidel Castro Ruz
6 de novembro de 2009, 10h39
(fonte: Agência Cubana de Notícias - http://www.cubanoticias.ain.cu/)

"Num gesto único na história brasileira, a Cutrale vai devolver as terras públicas que grilou para plantar laranja. Segundo uma pessoa que ocupa cargo decisivo, 'mais importante que 7 mil pés de laranja derrubados, são as cem mil famílias de brasileiros que estão na beira das estradas'. O único condicionante da empresa é que as terras sejam destinadas à reforma agrária, dando preferência às famílias que ocuparam o lugar dias atrás.
Da esquerda para a direita, em pé: César Sanson, Izalene Tiene, Durval Ângelo, Antônio Geraldo, Paulo Fernando, Manfredo Araújo e Eugênio Magno. Agachados(as): Laudelino Augusto, Áurea Emília, Antônio Aparecido, pe. Ernanne Pinheiro, Ivo Lesbaupin, Sarah Telles, Pedro Ribeiro, Degislando Nóbrega e Márcio Tangerino. (Foto: Sidney Sabino)O mundo segundo a Monsanto é o livro de Marie-Monique Robin, lançado no Brasil pela Editora Radical Livros, São Paulo. O livro tem tido uma impressionante repercussão internacional.
A irmã beneditina Teresa Forcades, doutora em medicina, começou um movimento civil na Internet para impedir que a vacina contra a gripe AH1N1 seja obrigatória e contra a gestão da doença.Em um vídeo que ela postou na rede, essa irmã faz um chamado à participação popular para que ninguém possa ser forçado a ser vacinado na Espanha e para que aqueles que sejam vacinados não percam seu direito a exigir responsabilidades se sofrerem efeitos colaterais.A reportagem é de Gaspar Hernández, publicada no sítio Religión Digital e no jornal catalão El Periódico, 08-10-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Para ler a matéria na íntegra clique aqui. (Fonte: Site do IHU - Instituto Humnitas Unisinos)
Os esforços de mais de um ano da Campanha Ficha Limpa serão entregues ao Congresso Nacional na terça-feira, 29/09, às 11:30h. As 1 milhão e 300 mil de assinaturas, arrecadadas pela sociedade civil em todo o Brasil, serão repassadas ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado Michel Temer.
Momentos finais do Grito dos Excluídos na Praça 7 de Setembro no centro de Belo Horizonte.
Não consegui acompanhar o Grito dos Excluídos no último dia 7, desde o momento da concentração inicial na Praça da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Todavia, ainda alcancei o final da ocupação da Praça 7 de Setembro. Cheguei a tempo de fazer a foto acima e as outras que se encontram logo abaixo do relato da colega de coordenação da Escola Oscar Romero de Fé, Política e Cidadania, Dirlene Marques, que é coordenadora do Comitê Mineiro do Fórum Social Mundial e foi uma das organizadoras do grito.
"Companheiras e companheiros,
Como ja havíamos informado para vocês, fizemos o Grito em BH. Tivemos mais de 2000 pessoas desfilando pelas ruas da cidade. Saimos da Praça da Assembléia Legislativa, paramos em frente o Banco Central e fizemos ali nosso primeiro ato: Uma enorme faixa preta foi afixada no Banco Central, onde os participantes deixaram escrito com tinta vermelha os seus gritos contra a crise e as consequências desta sobre o povo trabalhador. Paramos depois em frente ao mercado municipal, ponto tradicional de BH, e convidamos a todos para entrarem na luta contra os transgênicos - por uma alimentação saudavel. Militantes carregando grãos nas peneiras circularam entre os frequentadores do mercado. Ao nos aproximarmos do local do Grito, a Praça Sete de Setembro, todos/as se manifestaram cantando o Hino da Internacional Socialista que unifica os trabalhadores do mundo inteiro. Fizemos uma contagem regressiva, cantamos o Hino Nacional Brasileiro e, um conjunto de tambores, puxou a caminhada para o centro da praça sete, onde fica o Pirulito. Tomamos conta da praça ao som dos tambores e dos gritos dos diversos movimentos sociais. Tudo com uma grande participação e envolvimento da militância. Quando estávamos nos dispersando, a repressão que cercava todo o local, iniciou a sua já tradicional provocação. A militância reagiu e dois rapazes foram presos. Como não aceitamos a arrogância com que os policiais estavam tratando os militantes dos movimentos sociais, houve um certo tumulto que, só foi resolvido quando o comandante resolveu retirar as tropas da praça. Terminado o tumulto, fomos para a delegacia liberar os detidos. Um deles foi solto imediatamente e o outro foi mantido algemado até as 15 horas, sem nenhuma justificativa, apenas por capricho da polícia. Este foi mais um exemplo da criminalizaçao dos movimentos sociais. Mas, isto também nos impulsiona para dar continuidade a luta pela Independência do Brasil, a independência em relação ao capital, rumo a uma sociedade socialista.
Um abraco,
Dirlene Marques"

Foto: Melina Prestes