sábado, 23 de dezembro de 2023

O ANUNCIANTE DO NASCIMENTO DO REI DO NATAL

(Imagem do site da Diocese de São José do Rio Preto)
 
Evangelho, Natal, São João Batista e 
Jesus, O Cristo


Neste Natal de 2023, a mensagem que quero deixar para os leitores do Minas e Gerais é sobre a observância do que se fala, como se fala, qual é a voz que anuncia e qual é a voz que fala, o verbo de Deus.

Consciente de que vozes mais sapientes já falaram sobre esse tema com indiscutível propriedade, recorri ao filósofo, religioso e santo da Igreja Católica, Agostinho, para expressar o valor da fala, da palavra.

Na homilia "Quem virá a ser este menino?", sobre o nascimento de João Batista, o bispo de Hipona (Norte da África), Santo Agostinho anunciou:


"Que maravilha! O mensageiro nasce antes daquele que o fez vir ao mundo. João é realmente a voz e Jesus o Verbo, a Palavra de Deus (cf Mt 3,3; Jo 1,1). […] A palavra nasce primeiro no espírito, e depois suscita a voz que a enuncia; a voz exprime-se pelos lábios e dá a conhecer a palavra aos que a escutam. Assim, Cristo permaneceu em seu Pai, por quem João foi criado, como todas as coisas, mas João nasceu de uma mãe e deu Cristo a conhecer a todos os homens. Ele era o Verbo que existia desde o princípio, antes que o mundo existisse; João foi a voz que precedeu a vinda do Verbo. A palavra nasce do pensamento; a voz sai do silêncio.

Ao gerar Cristo, Maria crê; ao passo que Zacarias, antes de gerar João, é castigado com a mudez. Um sai duma juventude em flor, o outro nasce duma mulher velha, enfraquecida. A Palavra habita o coração daquele que pensa; a voz expira no ouvido daquele que escuta. E talvez seja esse o sentido destas palavras de João: «Ele é que deve crescer e eu diminuir» (Jo 3,30). Pois as predições da Lei e dos profetas, surgidas antes de Cristo, qual voz antes do Verbo, continuaram até João, no qual cessam as últimas prefigurações. Seguidamente, a graça do Evangelho e o anúncio de um Reino dos Céus que não terá fim dão fruto e crescem em toda a terra."


Desejo a todas e todos que frequentam este blog, um Natal de muita paz, amor, saúde e harmonia e um Ano Novo cheio de bons acontecimentos.

Que em 2024 - à exemplo de Jesus Cristo -, nossas ações superem nossas palavras.


Aceite meu abraço fraterno,

Eugênio Magno



terça-feira, 5 de dezembro de 2023

DEPREDAÇÃO EM McDONALD'S DE SÃO APULO

 

Loja do McDonald's é depredada no centro de SP

Uma unidade do McDonalds na região da Avenida São João com a Avenida Ipiranga, no centro da capital paulista, foi alvo de depredação e vandalismo na noite de segunda-feira, 4. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), profissionais que fazem entrega de comida por aplicativo se juntaram para depredar a lanchonete, após desentendimento com funcionários.
Para continuar lendo a matéria do Diário do Grande ABC, clique aqui.

(Fonte: Diário do Grande ABC)


terça-feira, 28 de novembro de 2023

A POESIA PULSA POTENTEMENTE

Vivemos um momento extremamente propício para a poesia

(Capa e contra capa do livro Meridianos Poéticos)

Meridianos Poéticos

O primeiro lançamento, no Brasil, do livro, Meridianos Poéticos: Poesia Latinoamericana Contemporânea, pela mareMium - pequeña editorial, da Argentina, aconteceu durante o Festival de Literatura Internacional de Belo Horizonte (FLI-BH), no Centro Cultural Banco do Brasil. 
A antologia, que tem uma sessão especial de poesias visuais reúne 55 poetas, representando dez países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Itália, Nicarágua, Portugal, Uruguai e Venezuela, teve curadoria e organização das poetas, Brenda Mar(que)s Pena (Brasil) e María Laura Coppié (Argentina). Este escrevinhador está entre os poetas brasileiros participantes da publicação.


(Eugênio Magno e Brenda Mar(qu)es Pena)

Meridianos Poéticos foi lançado inicialmente, nos primeiros dias do mês de novembro, no "VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante", numa intensa programação em Buenos Aires e La Plata, na Argentina e em Montevidéu e Sacramento, no Uruguai.
Interessados em adquirir o livro podem fazer a sua solicitação pelo e-mail: escrituramigrante@gmail.com. 


Aroldo Pereira lança "Parangolares" em BH

 

Em Parangolares, segundo livro da trilogia “Parango”, o poeta, Aroldo Pereira, revisita lutas e homenageia os deserdados da sociedade, através de memórias e vivências junto ao artista plástico Ray Collares, de quem foi amigo ao longo da vida. 

Raimundo (Ray) Collares (1944 – 1986) foi um pintor e desenhista, nascido em Grão Mogol, que residiu em Montes Claros em vários períodos da vida. A obra de Ray Collares reúne tendências como o construtivismo e a arte pop.
Sempre à frente do seu tempo, Ray conquistou admiradores em vários países onde ele viveu e construiu projetos.
O lançamento será na próxima sexta-feira, 1º/12/23, de 19 às 22 horas, na Casa da Floresta, rua Silva Ortiz, 78, bairro Floresta, Belo Horizonte, MG.


Dois livros de José Hilton Rosa




O escritor José Hilton Rosa, lança dois livros: Primavera, aprendendo na escola (infantil) e O peso da cor (poesias).
O evento será dia 17 de dezembro, domingo, de 10 às 13 horas na Livraria Jenipapo, que fica na rua Fernandes Tourinho, 241, na Savassi, em Belo Horizonte, MG.
A confraria de Poetas de Belo Horizonte, juntamente com Pajo BH Humanidades, convidam os poetas da cidade e região e o público em geral para um sarau poético que acontecerá durante o lançamento.

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

CALOR INSUPORTÁVEL, CHUVAS DESTRUIDORAS E FALTA DE LUZ E ÁGUA (???)


(Foto: Chuva-tempo meteorologia)                            (Foto: Ed Connor/Shutterstock)


Sobre outros países não posso falar mas, no Brasil, é clara e notória a sobra de calor do sol e de água da chuva. E, o pior, toda essa fonte de vida e energia, além de ser desperdiçada, vitimiza a população de variadas formas.

Desde que me entendo por gente ouço falar sobre a necessidade de cuidar do planeta, dos perigos do aquecimento global, etc. Já passei dos 60 e nada mudou: queimadas, chaminés; poluição atmosférica provocada por veículos terrestres, aéreos e aquáticos; assoreamento e contaminação de rios, córregos e nascentes; erosões em razão de ocupação e exploração indevida do solo, e mais uma série de crimes ambientais prosperam descontroladamente.

O planeta há tempos dá sinais de alerta sobre suas condições, e seus sinais têm sido cada vez mais catastróficos. Cientistas do mundo inteiro divulgaram sistematicamente estudos dando conta do que nos esperava no futuro se continuássemos agindo como agíamos. O futuro chegou e continuamos com as mesmas práticas predatórias. 

Com todo o avanço da ciência e da tecnologia - em vários campos -, a forma como se coleta água e se produz energia para o abastecimento sofreu pouquíssimas alterações. Continuam sendo realizadas como há séculos atrás.

Enquanto os mais pobres padecem da falta de comida, de água e de energia, à despeito da abundância de terras, alimentos, calor e chuva, os mais ricos seguem explorando tudo o que vive por aqui e prospectam a possibilidade de vida em outros planetas, numa clara demonstração de que ao restante da população restará apenas terra arrasada.

terça-feira, 7 de novembro de 2023

PRIVATIZAÇÃO RIMA COM APAGÃO

 

(Foto: Brasil/ IG)

São Paulo no escuro

Até hoje tem gente sem energia em São Paulo, em razão do apagão iniciado no último final de semana.
Os moradores de uma das maiores cidades do mundo ficaram sem luz, banho, metrô, internet e otras cositas más, por mais de três dias, após as fortes chuvas que caíram sobre a cidade. 
A Enel, empresa privada responsável pelo fornecimento de energia em vários municípios do Estado de São Paulo, apesar de aferir grandes lucros, não tem dado conta de atender a contento as demandas da população que contabiliza muitos prejuízos com o acontecido.
Essa é uma demonstração cabal da falta de visão que representa as privatizações de empresas de interesse público. Isso, num momento em que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, quer privatizar a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP) e que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também anunciou sua intenção de privatizar a Companhia Energética de Minas Gerais S.A. (CEMIG) e a Companhia de Saneamento do Estado, COPASA.
Ninguém engole mais o discurso privatista de empresas de energia e de estatais que prestam serviços essenciais à população. As provas estão aí: empresas estatais são vendidas na bacia das almas e as empresas privadas quando as assumem demitem grande contingente de funcionários, aumentam preços, enchem as burras de seus acionistas, prestam péssimos serviços e quando se veem em dificuldades recorrem ao Estado, pedindo socorro.

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

CARRETAS USAM ACOSTAMENTO DA MG-020 PARA ESTACIONAR

 

(Foto: Domminic Arcanjo / Noticiando Santa Luzia)

Já faz algum tempo que carretas estão fazendo do acostamento da MG-020 - estrada que liga Belo Horizonte a Santa Luzia -, local de estacionamento.
Virou rotina encontrarmos, em qualquer horário, inclusive à noite, em vários trechos da Rodovia Estadual MG-020, carretas enormes, e em fila, não apenas paradas, mas estacionadas, com parte das rodas do lado esquerdo, ocupando a pista.
Na semana passada, uma moradora de Santa Luzia morreu, vítima de acidente envolvendo uma dessas carretas.
Sem entrar no mérito de outras causas do acidente, até porque não apuramos os detalhes periciais, sobra indignação contra todos os responsáveis por essa situação. 
É inaceitável a imperícia de motoristas que usam o acostamento para estacionar, a falta de estratégia logística das empresas de transporte e a incapacidade operacional e irresponsabilidade das empresas que recebem tais cargas e não dispõem de pátios para receber os caminhões. 
Diante dessa grave situação fica difícil entender também porque a Polícia Rodoviária Estadual de Minas Gerais ainda não tomou providências no sentido de retirar de uma vez por todas essas carretas do acostamento e não permitir que haja reincidência.

quarta-feira, 8 de março de 2023

8 DE MARÇO, DIA DA MULHER

Com o poema dedicado à filha, Geovana e a foto da netinha, Manuella, homenageio todas as Mulheres no seu dia

 


GEOVANA

Geralda, Wilma, Nílcia, Maria, Odete, Lucília

mãe, mulher, irmãs e filha

Geovana

E outras tantas e tontas meninas

( . . . )

eternas minas

de ouro e tintas

Geovana Chama

nana

nenê


(Do meu livro, IN GÊ NU(A) IDA DE - versos e prosa, 2005, pág. 35)


quarta-feira, 1 de março de 2023

VIVA O RIO DE JANEIRO!!!

 

(Cartão Postal: Divulgação / Turismo)


458 Anos da Cidade Maravilhosa

Museu de Arte do Rio (MAR) e Museu do Amanhã - Praça Mauá 
(Alexandre Macieira / Riotur)

A cidade do Rio completa 458 anos nesta quarta-feira (1º de março de 2023) com atrações gratuitas para a população até o fim de março. O destaque da programação de aniversário da cidade é a Maratona Cultural Carioca com atividades em diversos equipamentos culturais espalhados pela cidade.

As atrações vão até o final do mês. 

(Fonte: Brasil de Fato)


terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

SERTÃO MINEIRO NO CINE SANTA TEREZA

 Nesta quinta-feira, 23 de fevereiro, às 19:00 horas, acontece a exibição do filme "U ômi qui casô cua mula", cordel de Téo Azevedo, adaptado e dirigido por Eduardo Brasil


O diretor, Eduardo Brasil afirma que “Contar essa história é trazer para o cinema um pouco de nossas lendas e crenças, os ‘causos’ que habitam o imaginário de nossa gente. É o cinema catrumano. É nossa gente na tela, divertida como numa poesia de cordel”. 
No elenco estão Bira Moreira, no papel de Zé do Jegue; Celso Figueiredo, que vive o beato Santilino; Alik Popof, o carroceiro; Diógenes Câmara, o padre Tobias; João De Nucha, o contador de história; o diretor, Eduardo Brasil, que interpreta o dono de boteco, Seo Filó. Vários músicos da região se fazem presentes no filme cantando e tocando ao vivo. Entre eles: Valdo e Vael, Kadu da Viola, Sanfoneiro Mestre Nilo, Tone Agreste, Fernanda, Tércio, Ana Azevedo e o próprio Téo também aparece cantando um calango.


Um dos destaques do filme é o elenco animal, estrelado pela mula, Princesa Epona e pelo jegue Sarapião, além de vários figurantes como burros, cavalos e galinhas.
Após a exibição de "U ômi qui casô cua mula", Téo Azevedo canta umas modas de viola e lança seu novo livro "Léxico Catrumano". 
Os ingressos podem ser reservados pelo link diskingressos.com.br no site do Cine Santa Tereza e retirados a partir das 18:30 horas, nas bilheteria do cinema.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

OBJETOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS ?

(Navios e mergulhadores dos EUA ainda estão à procura de destroços de um balão abatido na costa da Carolina do Sul - GETTY IMAGES)

As perguntas sem respostas sobre os objetos voadores derrubados pelos EUA

A derrubada pelos Estados Unidos de uma série de objetos voadores não identificados (óvnis) que sobrevoavam a América do Norte nos últimos dias levantaram preocupações de segurança e acirraram as já tensas relações entre os governos americano e chinês.

No domingo (12/2), os EUA anunciaram que derrubaram o quarto objeto não identificado sobre seu território apenas neste mês.

A ordem veio do presidente americano, Joe Biden, e o objeto foi abatido perto do Lago Huron, na fronteira com o Canadá.

Leia a matéria na íntegra no site da BBC News Brasil.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

U ÔMI QUI CASÔ CUA MULA

 


Cordel de Téo Azevedo, adaptado para o cinema por Eduardo Brasil

No dia 23 deste mês, será exibido no Cine Santa Tereza, em Belo Horizonte, o filme "U ômi qui casô cua mula". 

A história é baseada num causo transformado em poema pelo cordelista e violeiro, Téo Azevedo. O cordel catrumano foi adaptado para a linguagem audiovisual e dirigido pelo teatrólogo, Eduardo Brasil, grande referência como ator, diretor e produtor de teatro em Montes Claros e Norte de Minas, que estreia no cinema.


O filme,
 rodado em Guaraciama e Alto Belo, sertão de Minas Gerais, tem no elenco e na ficha técnica apenas estreantes em cinema. Trata-se da primeira produção cinematográfica realizada exclusivamente por montes-clarenses. Segundo o diretor, Eduardo Brasil, "U ômi qui casô cua mula" é um filme singelo e despretensioso, uma simples transposição do cordel para o audiovisual que se valeu muito da sua experiência teatral.

Nesta exibição em BH, no próximo dia 23, Téo Azevedo irá lançar também o seu novo livro "Léxico Catrumano", com 12 mil verbetes e cantará algumas modas de viola. 

Em breve, daremos mais informações sobre o filme, horários, retirada de ingressos, etc.


sábado, 28 de janeiro de 2023

AMIRT SEGUE COM AS COMEMORAÇÕES DOS 100 ANOS DO RÁDIO NO BRASIL

 Revista da AMIRT está de volta

(Capa da Revista da AMIRT, Ed. Nº 210)

No dia 25 de setembro do ano passado, comemoramos 100 Anos do Rádio no Brasil, mas as comemorações continuam ao longo deste ano de 2023. 
A Associação Mineira de Rádio e Televisão (AMIRT) realizou um grande evento no dia 27 de setembro de 2022, no foyer do Palácio das Artes, em Belo Horizonte.
Em dezembro de 2022 a entidade lançou uma nova edição da Revista da AMIRT que estava fora de circulação há bastante tempo.

(Página 11 da Revista da AMIRT, Ed. Nº 210)

Nesta edição da revista, várias matérias sobre passado e futuro do rádio, notícias do meio, cobertura completa do evento comemorativo do centenário do rádio em nosso país, Relatório de Gestão AMIRT: 2019-2022 e várias homenagens recebidas e feitas pela entidade.
Para este ano de 2023 vários eventos estão programados. Para acompanhar a programação acesse o site da AMIRT
Em destaque, o Podcast 100 Anos do Rádio no Brasil. Personalidades do meio homenageiam o rádio em vários episódios do podcast. 
Abaixo o link da entrevista com o radialista Eugênio Magno, fundador e primeiro presidente do Grupo de Profissionais da Voz - VOZES DE MINAS (2003-2006) e atualmente Conselheiro de Ética do Grupo:
Ouça a entrevista, clicando aqui.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

REVISÃO DA VIDA TODA APROVADA NO STF

O plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu a favor dos segurados do INSS e validou a “revisão da vida toda”, que trata de mudanças nas regras para cálculo do benefício

(Foto: DINO)


STF aprova revisão da vida toda pelo INSS

O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu no dia 1º de dezembro de 2022 a favor dos aposentados pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social e validou a “revisão da vida toda”. A pauta trata de mudanças nas regras para cálculo de benefício previdenciário. A notícia só está ganhando repercurssão agora.
Para mais detalhes leia a matéria do jornal Valor Econômico clicando aqui.

(Fonte: Valor Econômico / João Financeira / DINO, by Knewin)

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

O BRASIL É DE TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS

 

(Imagem: "Bandeira Rachada" - Site Sindsep-PE)


O confisco de Deus e o sequestro da República

Eugênio Magno

Até as verdades bíblicas estão sendo truncadas e destroçadas por cristãos que preferem mitos à verdade de fatos protagonizados e narrados, diariamente, com soberba e sarcasmo pelo disseminador do ódio e sua seita de fanáticos.

O otimismo e a força que move o povo brasileiro sofrido deu origem à máxima “Deus é brasileiro”. Em tempos bolsonaristas, até isso foi retirado a quem só restava a fé e a esperança em dias melhores. Deus se tornou propriedade privada de uma turba de políticos aloprados que se dizem defensores da família e dos bons costumes, mas que carregam a bíblia em uma mão, uma arma de fogo na outra, a perversão nas entranhas, a maledicência na língua e a maldade no coração. O verdadeiro cristão, em seus louvores, reza com o salmista: O Senhor é bom para todos; a sua compaixão alcança todas as suas criaturas.

Acontece que tomaram de assalto, além de altares e púlpitos, também a república e os símbolos nacionais. A propósito do sequestro da Bandeira Nacional e da camisa da Seleção Brasileira, pelo atual governo, me veio a lembrança de quando criança, em Montes Claros, Sertão de Minas Gerais, costumávamos brincar de Rouba Bandeira, na rua onde morava.

A brincadeira era um jogo entre dois times. Cada um tinha a sua bandeira. O objetivo era entrar no território do outro time, roubar a bandeira e trazer para o seu território, sem ser pego pelos jogadores adversários. O jogo tinha muitas regras e nós as respeitávamos. As “bandeiras” eram pedaços de pano ou nossas próprias camisetas. No final, independentemente de quem tivesse vencido a competição, as camisetas eram devolvidas e até os pedaços de pano voltavam para as casas de onde saíram. Ora ganhávamos, ora perdíamos. De vez em quando surgia uma discussão, uma briga, mas não passava disso. Nos entendíamos. Não havia juiz e Deus não era propriedade de time algum, não jogava, nem torcia para nenhum lado.

Esses poucos dias que antecedem o segundo turno das eleições é tão decisivo para o futuro que não consigo deixar de trazer à memória o passado de uma geração que cresceu à sombra dos coturnos militares, viveu as agruras de um país subdesenvolvido que acreditou no progresso como milagre e construiu o futuro às custas do endividamento e do arbítrio. Compreender como nossa história vinha sendo escrita foi um grande desafio para a juventude desse período obscuro. Depois dos anos de chumbo, respiramos o ar da Nova República e ganhamos uma Constituição Cidadã em 1988. E o que era sonho logo se tornou pesadelo: superinflação no governo Sarney, confisco da poupança e escândalos no desgoverno Collor. Nos tornamos adultos imaturos e quase não percebemos que a inocente competição infanto-juvenil, limitada às brincadeiras e ao esporte, havia se transformado em descabida ambição, em meio a uma grave perpetuação dos privilégios de classe. Foi difícil para cada um de nós tomar seu rumo e achar sua nova turma.

Para os que optaram pela subserviência sobraram algumas migalhas em troca da mais indigna condição serviçal: a de capitães do mato.

Em meio a farra e os desmantelos do alagoano, que se autoproclamou “Caçador de Marajás”, os meninos e meninas, de origem proletária, nascidos no final dos anos 1950 e início da década de 1960 já não brincavam mais, trabalhavam. A abertura política e a nova carta constitucional iluminou o horizonte de alguns para a consciência de classe. Outros, muitos outros, se perderam no caminho, apesar de tantas canções, peças, livros e filmes.

Nos idos de 1990 muitas famílias novas se formaram e a luta para sobreviver mantendo coerência e dignidade se mostrou renhida. Afinal, desde os tempos coloniais, o Brasil só foi Pasárgada para uma minoria de endinheirados – grileiros do Estado.

Vivemos e testemunhamos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, a duras penas e, apesar das inúmeras concessões ao capital, sedimentarem as bases republicanas de um Estado Democrático de Direito. E contribuímos para que o país, a contrapelo dos vícios nas engrenagens dos poderes político e econômico vivesse, pelo menos, uma dúzia de anos de progresso econômico e social. No período de 2003 a meados de 2016 foi possível, entre outras realizações, acabar com a fome e gozar de grande prestígio internacional, com Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Mas toda moeda tem seu lado reverso e as elites não se fizeram de rogadas. Mesmo com uma grande acumulação de riquezas, durante os governos petistas, os poderosos se incomodaram com as cotas nas universidades, as políticas de direitos humanos, as ações afirmativas e a mobilidade social promovidas por Lula e Dilma e cruzaram a linha da moral, da ética e da legalidade. Trataram de dar um golpe em Dilma Rousseff, maquiado pelo parlamento como impeachment. Arregimentaram um juiz arrivista, setores do judiciário e do Ministério Público se locupletaram e os barões da mídia orquestraram a encenação. Púlpitos neopentecostais – católicos e evangélicos – “abençoaram” a narrativa posta, e a deep web cuidou de infestar o país e dobrar a opinião pública com toda a espécie de sordidez. Lula, o maior líder popular brasileiro foi tirado da disputa eleitoral em 2018 e preso. Deu no que deu... Jair, (o falso Messias) Bolsonaro, foi eleito. Hoje, acuado, diante dos vários processos que cairão sobre ele se perder as eleições e a imunidade, joga o jogo mais vil, jamais visto em nossa história republicana, para permanecer no poder e garantir privilégios e o Sigilo de 100 Anos.

Não consigo dizer se é triste, decepcionante ou vergonhoso saber da existência de tanta gente – pobres, inclusive – e muitos outros, de várias classes sociais que apoiam a barbárie e àquele que se arvorou a sequestrar os bens mais preciosos do nosso país. As Forças Armadas, porque brasileiras e patrimônio da Nação, por exemplo, jamais poderão estar a serviço de governos, contra mais da metade do povo brasileiro, como quer o presidente-candidato. A nossa padroeira, Nossa Senhora Aparecida, seu templo e seus devotos ressentem, profundamente, a profanação sofrida pelos arruaceiros bolsonaristas e Jesus não pode continuar com uma arma apontada para a sua cabeça como refém de fariseus que ameaçam crentes esclarecidos e já decididos pelos valores do Evangelho.

Diante de tudo o que vivemos nos últimos quatro anos é inacreditável que o eleitor lúcido esteja com dúvida em quem votar. Repare que nem falamos de assassinatos de opositores, tentativas de homicídios, ameaças várias, bandidos aliados, recepção de policiais à bala, imobiliária e fábrica de chocolate operando com dinheiro vivo, rachadinhas, centrão, orçamento secreto, obsessão sexual de pastoras e pastores aliados, compra de votos, insinuações pedófilas, intolerância, misoginia, homofobia, racismo, 686 mil mortos na pandemia, indústria de fake news, o desastre econômico, ataque ao salário mínimo e aos aposentados... A lista é infindável.

Chega. A hora é de partir pra cima. Sem essa de cair no conto de líderes espirituais, pastores e vigários picaretas com suas chantagens diabólicas. Se somos um povo verdadeiramente religioso, dia 30 de outubro, vamos todos votar e votar pelo bem, pela paz. Só assim Deus mostrará a sua verdadeira face para todos os brasileiros e brasileiras.

Pela qualidade da nossa geração, vamos demitir o ódio, recuperar a paz, o respeito, a cidadania e a civilidade. Vamos pegar de volta a Amazônia, a Farmácia Popular e muito mais: a dignidade, o respeito, a democracia, nossas cores e a nossa bandeira.


sexta-feira, 30 de setembro de 2022

O SUPLÍCIO DE UMA NAÇÃO

(Galeria de Imagens)

Brasil quer mudança urgentemente

 

Eugênio Magno

Falta apenas um dia para que essa terrível página da nossa história recente seja virada. Neste domingo, dia 2 de outubro de 2022, o povo terá nas mãos o poder de dar um novo rumo ao Brasil.

Nunca, na história desse país, houve uma tragédia de tão grandes proporções, em um espaço de tempo tão curto – menos de quatro anos. Décadas de lutas sangrentas e conquistas suadas foram ignoradas e o patrimônio público dilapidado. A porteira foi aberta e a boiada passou. O mais grave é que a tragédia foi previamente anunciada, patrocinada pelo capital, regida por um dos poderes da república, orquestrada pela grande mídia e chancelada pelos votos de milhões de eleitores de perfis variados. Se somaram aos votos dos extremistas radicais convictos outros, de protesto e ainda os dos liberais, dos antissistema, dos anarcocapitalistas e aqueles da grande massa de enganados pelas fake news e pelo cerco armado a partir da república de Curitiba.

A preocupação mais urgente de todas as cidadãs e cidadãos brasileiros de bom senso neste momento é impedir já qualquer chance de continuação do atual governante no poder. A disputa presidencial não pode ser arrastada para o segundo turno, se não quisermos ver e viver mais distopias, violência, perseguição e a agressão por parte dos ressentidos envergonhados que por teimosia não admitem que erraram e insistem em permanecer no erro e a defender seus mitos. Os atuais mandatários da nação e a família do presidente estão ameaçados de várias condenações em tribunais nacionais e internacionais, inclusive, por crimes contra a humanidade. Por essas e outras, usam de todos os expedientes – a maioria deles ilegais – para permanecer no poder e não perder suas prerrogativas de imunidade.

Desde o chamado impeachment que derrubou a presidenta Dilma Rousseff, agora mais do que nunca provado que foi golpe, em razão dela ter sido julgada inocente diante da acusação de pedaladas fiscais que o capital e a extrema direita mundial articulada pelo trumpismo e pelo seu estrategista-mor, Steve Bannon, vem articulando esse assalto ao poder em nosso país. A fragilidade de nossas instituições, a mão invisível do mercado, a trava do parlamento, comandado pelo centrão – à época sob a égide de Eduardo Cunha –, a crise econômica mundial e o fim da exportação de nossas commodities, pavimentaram o caminho para que fosse inaugurado o desmantelo do Estado brasileiro e a implosão da república.

O governo Bolsonaro aparelhou os principais órgãos de Estado. Segundo relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), foram empregados milhares de militares, da reserva e da ativa, em cargos civis. Entre os problemas identificados pelo levantamento estão remunerações que extrapolam o teto constitucional e a falta de amparo legal para exercer cargo de agente civil, além do acúmulo de funções. Várias estatais brasileiras foram entregues à inciativa privada, na bacia das almas, e o dinheiro utilizado para atender ao orçamento secreto administrado pelo centrão, de quem o executivo se tornou refém. Este governo que aí está e joga com todas as cartas para permanecer impôs a Lei do Sigilo de 100 Anos para 65 casos, dentre os quais as visitas que a primeira-dama, Michele Bolsonaro, recebeu no Palácio da Alvorada. Dois dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), foram escolhidos com base na fé que professam – são “terrivelmente evangélicos”. A Procuradoria Geral da República perde credibilidade a cada dia. Investigações de corrupção e de malversação dos recursos públicos estão sendo obstruídas e vários mecanismos de controle foram destruídos. A família do presidente é acusada de comprar 51 imóveis com dinheiro vivo e entra com recurso para tirar de circulação a matéria jornalística que denuncia o escândalo. O preço dos combustíveis foram manipulados ao sabor das alterações nas pesquisas de intenção de voto. Legislações de proteção ao meio ambiente foram quebradas. As funções das Forças Armadas vêm sendo desviadas, de aparato de Estado, para servir ao governo e à sua candidatura, sem falar do sequestro dos símbolos e datas nacionais. A estupidez negacionista deixa um saldo de 686 mil mortos durante a pandemia de covid-19 no país. O Brasil ocupa o vexatório segundo lugar em letalidade por covid, entre todos os países do mundo. Milhões de doentes ficaram sem vários remédios da Farmácia Popular. Reajuste do auxílio emergencial e ajuda para taxistas e caminhoneiros vêm sendo apontados como o maior crime eleitoral praticado no país.

E tem mais, muito mais. Num dos últimos debates, o presidente-candidato contou até com a linha-auxiliar de um falso-padre, já desmascarado. São inúmeros os abusos cometidos pelo candidato Bolsonaro e por esse governo que insiste em se manter no poder para liquidar o que resta de nossas riquezas e destruir as instituições republicanas. Sua política é de disseminação do ódio e de mentiras, truculência no trato com opositores e misoginia explícita, dentre tantos outros descalabros.

O que mais é necessário para convencer quem não tem vocação para extremista, mas que, por razões de acreditar mais no dogmatismo de pastores e padres sectários, do que em Cristo e em seu Evangelho, repete e cumpre cegamente os ditames e as palavras de ordem de impostores?

Um presidente eleito em clima de judicialização da política e politização da justiça, com as bênçãos da boa-fé do povo simples, aviltada por interesses econômicos de setores religiosos inescrupulosos, estribados em fake news, não tinha nenhuma chance de dar certo, como está provado que não deu.

Qualquer um dos candidatos à presidência da república é melhor para o Brasil do que Bolsonaro, mas só um é capaz de vencê-lo e já, no primeiro turno. A sociedade civil organizada e as principais lideranças de vários setores do país já declararam o voto a Lula. A eleição ainda não está ganha, mas se uma parcela dos eleitores de Ciro e Tebet optar pelo voto útil a fatura poderá ser liquidada neste domingo e é para isso que quem tem juízo e responsabilidade está trabalhando e torcendo.


quinta-feira, 10 de março de 2022

GUERRA MUNDIAL OU GUERRA GLOBAL (?)

 

(Imagem: Pixabay)


O conflito entre a Rússia e a Ucrânia está se transformando em uma guerra mundial de novo tipo

"Em nosso mundo globalizado e interconectado, um conflito da envergadura de uma guerra na Ucrânia obviamente tem consequências planetárias. Desde o início das hostilidades, em 24 de fevereiro, as duas hiperpotências nucleares do planeta iniciaram uma queda de braço muito perigosa. Washington, a União Europeia, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e todos os seus aliados – incluindo as megacorporações digitais GAFAM (Google, Amazon, Facebook, Apple, Microsoft) – prometeram agora, em resposta à invasão da Ucrânia, esmagar a Rússia, isolá-la e desmembrá-la. Consequência: isso está se tornando uma guerra mundial de um novo tipo. Um hiperconflito híbrido que neste momento, em seu aspecto militar, está se desenrolando em um teatro específico e local: o território da Ucrânia. Mas que em todas as outras frentes – política, econômica, financeira, monetária, comercial, midiática, digital, cultural, esportiva, espacial etc. – transformou-se em uma guerra global e total."
Esse é o trecho inicial do artigo de Ignacio Ramonet, publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos. Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

(Fonte: IHU)

sábado, 5 de março de 2022

BEAGÁ PSIU POÉTICO 2022 DEDICADO AO POETA THIAGO DE MELLO


4º Festival de Arte Contemporânea 
Beagá Psiu Poético 2022


O Festival de Poesia que acontece em Montes Claros há 35 anos terá mais uma edição em Belo Horizonte, de 17 a 19 de março de 2022 nas redes sociais do Psiu Poético e das entidades parceiras. No dia 17 de março, às 20 horas, haverá abertura oficial virtual do evento; no dia 18 de março de 2022, de 19 às 22 horas, haverá o evento presencial “Sarau do Beagá Psiu Poético” na Casa Socialista; e no dia 19 de março de 2022, de 14 horas às 21 horas, haverá o evento presencial “Sarau e Livros” na Casa da Floresta, localizada na rua Silva Ortiz, 78, bairro Floresta, Belo Horizonte.

Tendo em vista o quadro de pandemia, serão observados os protocolos de saúde, como distanciamento, uso de máscaras e de álcool em gel, para a realização do evento presencial.

O 4º Festival de Arte Contemporânea Beagá Psiu Poético, caracterizado por acolher a pluralidade artística e promover o debate, está aberto a artistas interessados, independentes ou não.

As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de março. Mais informações pelo endereço eletrônico beagapsiupoetico@gmail.com - com cópia para psiupoetico@gmail.com - telefones (38) 98412-4749, (38) 2211-3800, (38) 2211-3374.


terça-feira, 1 de março de 2022

O MONOPÓLIO DOS GRANDES LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS


EUA ignoraram vacina sem patente e financiaram imunizantes de grandes marcas, diz pesquisadora

Apesar das seguidas tentativas de organizações internacionais e de alguns entes governamentais de quebrar as patentes das vacinas contra a covid-19 e facilitar sua aquisição por países que não dispõem de recursos, os monopólios dos grandes laboratórios farmacêuticos se impuseram ao bem comum.

Contudo, nadando contra a maré, uma equipe de cientistas do Hospital Infantil da Escola Baylor de Medicina de Houston, no Texas, Estados Unidos, desenvolveu uma vacina não patenteada contra a covid-19, a Corbevax.

Os cientistas criaram a fórmula do insumo, que pode ser distribuída a qualquer laboratório interessado. As células produtoras são como uma receita que permite produzir a vacina em uma escala de dez litros. Vários países, a maioria do sudeste asiático, já adquiriram a fórmula.

A pesquisadora da Escola Baylor de Medicina de Houston, Dra. María Elena Bottazzi é uma das criadoras da Corbevax. A cientista foi entrevistada pelo Portal Brasil de Fato.

Acesse a entrevista e leia a matéria completa de José Eduardo Bernardes para Brasil de Fato, clicando aqui.

(Fonte: Brasil de Fato)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

É GUERRA, DE GRANDE ESCALA

 

(Foto: Deutsche Presse-Agentur Gmbh)

Cerca de 800 soldados russos foram mortos em confronto, afirma Ucrânia


O encarregado de negócios da Ucrânia no Brasil, Anatoly Tkach, confirmou hoje (25), em Brasília, o abatimento de 7 aviões, 6 helicópteros, mais de 30 tanques, 130 veículos blindados e aproximadamente 800 soldados russos.

Tkach confirmou ainda a informação de que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu para a população se armar para defender o país. "Exatamente o que eu comentei sobre a defesa territorial. São civis, homens e mulheres, que pegam em armas para proteger as suas casas dos invasores".

Ele afirmou que a Ucrânia impôs a lei marcial, que impede homens de 18 a 60 anos, naturalizados ou não, de deixarem o país e que, na capital, foram introduzidos toques de recolher.

"Neste momento estamos pedindo aos nossos parceiros para que imponham as sanções, incluindo expulsar a Rússia do Swift (Sociedade de Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais). Também pedimos que adotem as seguintes medidas: resoluções nos foros internacionais, apoio financeiro, apoio com armas defensivas para a Ucrânia, e condenação das ações da Rússia", afirmou Tkach.

Ele disse ainda que a atual situação é muito mais grave do que a anexação da Crimeia, em 2014. "Neste momento, a guerra é para ocupar todo o território ou alguns territórios do nosso país, é uma guerra de grande escala".

O encarregado ucraniano agradeceu o apoio "sem precedentes" recebido até agora e citou a Polônia, que emprestou quase US$ 1 bilhão à Ucrânia. Ele agradeceu também o apoio prestado pelo Canadá, pela Austrália, União Europeia, pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido e reforçou que os ucranianos estão precisando de ajuda humanitária e esperam sanções pesadas contra a Rússia. Ele disse ainda contar com o apoio do Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Tkach afirmou que Chernobyl está intacta e que o aumento no nível de radiação se deu pela poeira levantada pelas máquinas pesadas que circulam na região.

(Fonte: Agência Brasil / EBC)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

NOVO APRENDIZADO


(Foto: Getty Images)


Inglaterra prepara fim de restrições contra pandemia e plano para 'conviver com covid'

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, se prepara para anunciar nesta segunda-feira (21/2) o fim de todas as restrições referentes à pandemia de coronavírus na Inglaterra, como a obrigação de isolamento para pessoas que testam positivo para covid.

A previsão é que o primeiro-ministro deve se reunir com sua equipe pela manhã e anunciar o plano no Parlamento durante a tarde. Seu anúncio deve se restringir à Inglaterra, já que as outras três nações do Reino Unido — Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales — possuem alguma autonomia para definir suas próprias regras.

Johnson disse que o fim das restrições "marca um momento de orgulho à medida que começamos a aprender a viver com a covid".

Leia a matéria na íntegra no site da BBC News, clicando aqui.

(Fonte: BBC News / Brasil)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

A POLÍTICA, SEGUNDO FRANCISCO

 

(Capa da edição espanhola da encíclica "Fratelli Tutti")

Todos somos irmãos

Sinceramente, não sei se devemos ter pena ou desprezo por pessoas que aderem a princípios autoritários e fazem proselitismos até mesmo do nazismo e do fascismo, refutando tudo que diz respeito à democracia e aos direitos humanos, como se a única alternativa ao nazi-fascismo fosse um regime comunista totalitário, como o da União Soviética, de Stálin. 

Quanto delírio, hein!?

Tendo em vista colocar luzes sobre esse ensandecido ataque de salteadores sobre a república brasileira e a democracia no mundo, usando o cristianismo, evoco mais uma vez a sapiência do sumo pontífice, Francisco, destacando trechos de sua encíclica Fratelli Tutti, no episódio # 31 - TODOS SOMOS IRMÃOS, do podcast Política com Fé.

Acesse o podcast clicando aqui.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

CÂMARA FEDERAL E AGROVENENO

 

(Foto: Agência Câmara)


Relator do Pacote do Veneno recebeu R$ 380 mil de 10 empresários do agro na campanha de 2018

O deputado federal Luiz Nishimori (PL-PR), mesmo partido de Jair Bolsonaro e relator do chamado “Pacote do Veneno” (Projeto de Lei 6299/2002), foi “patrocinado” por ruralistas. Ele recebeu R$ 380 mil de empresários e executivos do agronegócio na campanha que o levou à Câmara dos Deputados, em 2018. O PL pretende flexibilizar ainda mais o uso de agrotóxicos no país.
Leia a matéria de Paulo Motoryn para o Brasil de Fato, clicando aqui.

(Fonte: Brasil de Fato)