"Contratos confidenciais que detalham as práticas de negócios da Monsanto Co. revelam como a maior desenvolvedora de sementes do mundo está pressionando competidores, controlando companhias menores de sementes e protegendo seu domínio sobre o mercado multibilionário de sementes geneticamente modificadas." Para ler a reportagem completa de Chirstopher Loenard, publicada pela Associated Press e pelo sítio The Atlanta Journal-Constitution, 14-12-2009, com tradução tradução de Moisés Sbardelotto clique aqui.sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
A CAIXA PRETA DA MONSANTO FOI ABERTA
"Contratos confidenciais que detalham as práticas de negócios da Monsanto Co. revelam como a maior desenvolvedora de sementes do mundo está pressionando competidores, controlando companhias menores de sementes e protegendo seu domínio sobre o mercado multibilionário de sementes geneticamente modificadas." Para ler a reportagem completa de Chirstopher Loenard, publicada pela Associated Press e pelo sítio The Atlanta Journal-Constitution, 14-12-2009, com tradução tradução de Moisés Sbardelotto clique aqui.segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
O HOMEM DO ANO
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
ERA UMA VEZ UM VERÃO NA FLORESTA
Cabelos de ouro
Eugênio Magno
se misturando àqueles cabelos de ouro
Nunca mais a vi
Não consigo me lembrar do seu rosto
Nem sei se o vi
Só sei que o seu caminhar era
de uma formosura sem par
Dos seus olhos não sei a cor
Na sua boca não vi sorriso
Só tive olhos para a sua pele alva
vestida de um branco translúcido
Para aqueles cabelos de ouro penetrados pelo sol
E eu, de longe, era só olhar e encantamento
(Inédito)
OS CAMINHOS DA MISÉRIA
(Fonte: Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores - CEPAT - Curitiba, PR)
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
A CRISE DA GLOBALIZAÇÃO
Para ler na íntegra a reportagem de J. M. Martí Font, publicada no jornal El País, 22-12-2009, com tradução de Moisés Sbardelotto, clique aqui.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
A FESTA DO NATAL E O ANIVERSARIANTE ESQUECIDO
Eugênio Magno
Imediatamente após aquele alumbramento momentâneo me dei conta de que eu sempre gostei de presépios. Desde a infância que eu fico inebriado com essa representação celebrativa do cenário de nascimento do menino Jesus. A manjedoura e todos os personagens que compõem aquele quadro sempre me seduziram. Ainda lembro bem que era uma verdadeira viagem pelo mundo do sagrado ficar horas a fio com os amigos da vizinhança, em Montes Claros, a contemplar o presépio feito por dona Lózinha e depois por dona Júlia, que seguiu a mesma devoção de sua mãe.
Já vi muitos presépios, de todos os tipos: de traquitanas artesanais, como o famoso Pipiripau, a modelos mais modernosos, de concepção hi-tech. Mas dias atrás, um presépio me chamou a atenção. Foi numa tarde qualquer de um dia de semana comum que, por obra do acaso, entrei na capela do Colégio Santo Antônio, na Savassi, para meditar um pouco. E lá, em meio a caixas de leite longa vida, garrafas de óleo, sabonetes, dentifrícios e cestas básicas, havia uma pequena manjedoura com as imagens de Jesus, Maria, José e outros personagens.
A princípio, aquela estética me causou estranheza, mas numa questão de segundos, quando compreendi a proposta, o estranhamento se transformou em deleite. Estava diante de um presépio exemplar. Visite-o, se puder, caro leitor, e verá que ele nos desinstala e convoca-nos à participação, exigindo uma atitude concreta. Diante desse presépio, não temos outra alternativa, a não ser agir como os reis magos: Gaspar, Baltazar e Belchior e doar um pouco do muito que temos aos que como o Cristo, nada têm.
Todas as igrejas deveriam ter um presépio como este e, as pessoas, especialmente as mais aquinhoadas, bem que podiam encarnar o papel de reis magos e encher esses templos de mantimentos, roupas, agasalhos e também doces, brinquedos, quem sabe até mesmo garrafas de vinho... Porque não? Afinal de contas, Natal é celebração de nascimento e merece comemoração. Não nos esqueçamos, porém que, a festa é de Jesus Cristo, pobrezinho, nascido em Belém (num curral) e filho de pais refugiados. Entretanto, as luzes em torno do Papai Noel são muito maiores e mais brilhantes. E fica muito fácil esquecer do aniversariante e do grande contingente de refugiados da seca ou das enchentes, da falta de emprego, da fome e de tantas outras mazelas de nosso tempo, que nasceram e estão a se multiplicar, dia após dia em aglomerados, ou pior, às margens dos esgotos, sob as marquises e debaixo dos viadutos.
Que o Natal seja de mesa farta, muitos brindes, árvore cheia de presentes, saúde, paz, amor, harmonia, sucesso, dinheiro, e de todas as coisas que todo mundo diz desejar nessas ocasiões, acrescidas de dignidade, afeto, generosidade, solidariedade e justiça. Para todos... sem distinção de qualquer espécie.
DOIS BICUDOS NÃO SE BEIJAM
A entrevista foi feita por César Felício e publicada pelo jornal Valor, 21-12-2009. Confira:
Sem dúvida, em razão da forma como Aécio preparou sua saída. Ele a fez causando um profundo desgaste na imagem de Serra, ao menos em Minas Gerais. Procurou-se transmitir a sensação de que Serra é um homem que empurrou Aécio para fora da disputa de forma maquiavélica, sem tomar uma decisão. O Aécio poderia esperar até janeiro, conforme as lideranças tucanas pediram, mas preferiu fazer na semana passada, na sequência das definições locais e do fortalecimento da candidatura de Ciro Gomes no PSB.
Em Minas Gerais pesa muito. Ao contrário de São Paulo e Rio, aqui não é um Estado fundamentalmente de migrantes. Serra poderá ser visto como mais um paulista que veio tirar o espaço dos mineiros.
Por mais que Aécio tenha negado, sempre se partia da perspectiva de que poderia haver uma chapa Serra/Aécio para a Presidência da República. Na medida em que ficar claro que isso não vai ocorrer, Serra tende a cair aqui e Dilma (Rousseff, ministra da Casa Civil) a subir. Ou Ciro (Gomes, deputado federal do PSB), se tiver o apoio de Aécio nos bastidores.
Aécio já anunciou a possibilidade de se colocar como uma espécie de conciliador nacional. Ele tentará ser senador para forjar uma nova aliança, diferente do alinhamento partidário atual, com o PT de um lado e o PSDB do outro. Ele não depende da vitória do candidato a governador dele aqui para isso e duvido que se empenhe muito para eleger (Antonio) Anastasia (vice governador). Mas ele depende da derrota de Serra para tal. Com Serra na Presidência, Aécio não tem como propor uma nova aliança.
Porque ele tinha que recompor suas bases no interior de Minas. Diferente do que a vitória dele em Belo Horizonte pode indicar, Aécio fragilizou-se no Estado como um todo. Precisava refazer sua liderança, abalada em 2008. Além disso, o PSDB é parte essencial do projeto de Aécio. O problema dele são os tucanos paulistas.
Na verdade, Aécio hoje talvez seja um obstáculo para Serra chegar à Presidência. Como Ciro Gomes é um obstáculo para a Dilma nesse mesmo sentido.
Evidentemente que a vitória de Anastasia fortaleceria Aécio, mas ele joga com mais de um cenário. Ele sabe que seu projeto não estará comprometido caso o PT ganhe em Minas, se o candidato petista for Fernando Pimentel, e o ex-prefeito ganhou as eleições internas do PT uma semana antes de Aécio retirar a candidatura. Ele sabe que o projeto também sobrevive com Hélio Costa, e o ministro das Comunicações ganhou as eleições internas do PMDB dois dias antes da retirada. Observe que trata-se de uma sequência. Houve um método. Mesmo se o próximo governador de São Paulo for (Geraldo) Alckmin, o projeto da conciliação nacional sobrevive. Ele só não sobrevive com Serra na Presidência.
Tancredo cresceu politicamente e tornou-se o que se tornou em seus dois últimos anos de vida. Mas antes disso ele era uma figura sem tanto impacto nacional, sem tanta presença no imaginário como a que Ulysses Guimarães tinha dentro do PMDB. Ulysses era paulista, controlava o partido e parecia vocacionado para chegar à Presidência. Tancredo era uma figura do conchavo político, estava em Minas Gerais, fora do palco. Há semelhanças entre a estaturas dos personagens do passado e dos de hoje."
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
PROTESTO EM COPENHAGUE
domingo, 13 de dezembro de 2009
A ESCRITA É CURATIVA

"O escritor utiliza as palavras para se curar...
sábado, 12 de dezembro de 2009
QUANDO O MUNDO DA INTERNET SE TORNA MOVIMENTO POLÍTICO
Com a difusão da web no mundo, um bilhão e 700 milhões de usuários (¼ da população mundial), certamente existem hoje mais instrumentos para resistir ao poder. Valores e interesses alternativos podem ser melhor defendidos diante daqueles que prevalecem. Entre poder e contrapoder, para usar a expressão de Manuel Castells, o jogo está em aberto (e não fechado em vantagem do primeiro), graças às redes sociais, às comunidades virtuais, ao Facebook, MySpace, Twitter, ao e-mail, a toda forma de Internet móvel e à autocomunicação individual de massa, que caracteriza a paisagem tecnológica contemporânea. A barreira da porta de ingresso para a cena pública se levantou.
Para ler na íntegra a reportagem de Giancarlo Bosetti, publicada no jornal La Repubblica, 10-12-2009, com tradução de Moisés Sbardelotto, clique AQUI.
CPI DA REFORMA AGRÁRIA (OU DO MST?)

Jornalista
"A vontade de um grupelho de parlamentares do DEM foi realizada na tarde desta quarta-feira (9/12), com a instalação da CPI contra a Reforma Agrária. O sorridente deputado federal Onyx Lorenzoni conseguiu colocar seus planos em marcha e conquistou a vice-presidência da comissão. O presidente da comissão será o senador Almeida Lima (PMDB-SE), que indicou o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) para a responsabilidade de fazer o relatório final.
Os demos Katia Abreu e Ronaldo Caiado, parceiros de Lorenzoni no esforço para levantar as assinaturas para instalar uma CPI contra as políticas públicas para assentamentos, não estavam presentes na primeira sessão. Quem sabe, estivessem dedicados a temas mais importantes para o país.
Os parlamentares que criaram a CPI garantiram em seus pronunciamentos o compromisso com a reforma agrária e que não pretendem criminalizar os movimentos sociais. Tomara que não seja apenas discurso. A CPI da Terra durou três anos e concluiu apenas que ocupação de terra é 'crime hediondo' e 'atendado terrorista'.
Os tópicos para investigação que apareceram na primeira sessão são muitos e de diferentes naturezas.
Há preocupações com o desvio de dinheiro público. Pelo que aparece nos jornais e na televisão há uma semana, o melhor lugar para achar é no Palácio dos Buritis ou na Câmara do Distrito Federal.
Outros querem investigar se as famílias assentadas têm aptidão para trabalhar na terra e se abandonaram o lote. Poderiam investigar também se as famílias expulsas do campo pelo agronegócio têm “aptidão” para morar nas periferias das grandes cidades e enfrentar o caos urbano.
Um deputado quer saber mesmo da 'interferência externa' nos movimentos sociais do campo. Não é necessário mesmo investigar a 'interferência externa' no território brasileiro das grandes empresas da agricultura, como Monsanto, Cargill, ADM, Dreyfus, Bunge e Syngenta. São todas estrangeiras.
Descobrimos também que ali estavam parlamentares responsáveis pela realização da Reforma Agrária no Paraná, no Mato Grosso e no Piauí. Estranho é que o índice Gini, que mede a concentração de terras, estão na média de 0,8 nesses estados e não variaram substancialmente de 1985 pra cá.
O consenso geral dos parlamentares se encontra na necessidade de o país encontrar, de uma vez por todas, uma solução para a questão agrária.
É um perigo e não pode continuar um bando de sem-terra nas beiras de estradas. O governo não pode reproduzir um modelo de assentamento sem assistência técnica, crédito agrícola e infra-estrutura. As famílias assentadas têm de gerar renda.
Tudo bem. O país precisa de fato assentar as famílias acampadas e implementar um novo modelo de Reforma Agrária. A democratização massiva de latifúndios deve estar casada com um amplo programa de agroindústrias, gerando renda para os trabalhadores rurais.
No primeiro round, os discursos foram bem bonitos. No entanto, até agora não apareceu nenhum requerimento no sentido da resolução dos problemas apontados.
Só quebra de sigilo das entidades sociais que atuam em assentamentos."

CIBERCULTURA E DIREITOS HUMANOS
De diversas partes, chamou-se a atenção sobre o fato de que em nenhuma das áreas da comunicação mundial pode-se identificar um forte conteúdo sobre os direitos humanos. Alguma coisa aparece principalmente no que se vincula aos direitos de autor (copyright), à legislação sobre patentes, à liberdade de informação, à cultura, mas não se encontra nada com relação ao comércio dos serviços de telecomunicações, aos direitos de propriedade intelectual, à concentração da propriedade dos meios e à padronização do consumo de eletrônicos.
Para Cees Hamelink: 'Se tomamos o conteúdo dos direitos humanos como um indicador da representação dos interesses das pessoas, temos que concluir que as pessoas não importam nas políticas de comunicação mundial'.
Para Alain Touraine, a reflexão sobre a sociedade contemporânea está governada por duas constatações principais: 'a dissociação crescente do universo instrumental e o universo simbólico, das economias e das culturas, e, em segundo lugar, o poder cada vez mais difuso, em um vazio social e político em aumento, de ações estratégicas cuja meta não é criar uma ordem social, mas sim acelerar a mudança, o movimento, a circulação de capitais, bens, serviços, informações' (Touraine 1997:20).
Alguns efeitos da expansão desse sistema econômico sobre o desenvolvimento da democracia e da comunicação mais evidentes são:
1. O número cada vez maior de decisões que uns poucos tomam em nome de todos, com só uma aparente participação das pessoas. A tomada de decisões passa progressivamente para o âmbito reservado daqueles que ostentam o poder. Eles consideram que sempre estão na frente de situações que requerem 'decisões executivas' que só será preciso justificar mais tarde, se for necessário.
2. A tendência dos meios comerciais de reforçar a despolitização das pessoas. Como alguma vez indicou G. Gerbner, os grandes meios de comunicação 'não têm nada para dizer, mas muito para vender'. A despolitização aumenta por causa da exaltação do individualismo. Isso leva a rejeitar e a combater tudo o que afete os interesses básicos: o país, se afeta o meu grupo; o meu grupo, se afeta os meus bens; e assim sucessivamente. A despolitização consegue que as pessoas meçam as ações dos governos segundo e como elas as afetam individualmente.
3. A tendência desse sistema tende a desmoralizar as pessoas, promovendo o abandono de toda esperança de mudança e da aceitação da realidade. Na selva moderna, a lei principal é: 'Salve-se quem puder!'. Eduardo Galeano comentava: 'O sistema nega aquilo que oferece, objetos mágicos que tornam os sonhos realidade, luxos que a TV promete, as luzes de neon anunciando o paraíso nas noites da cidade, esplendores da riqueza virtual: como bem sabem os donos da riqueza real, não há Valium que possa acalmar tanta ansiedade, nem Prozac capaz de apagar tanto tormento'. (Galeano 1998:21).
4. O aumento do papel que as corporações globais desempenham em todas as esferas da vida, enquanto que o papel dos estados nacionais se reduz cada vez mais.
5. A exaltação da liberdade de informação na vida da sociedade, ao mesmo tempo em que se acentua o controle e a censura.
6. A diminuição e desaparecimento dos centros físicos de poder. Hoje, é difícil determinar onde esses centros residem. Adquiriram uma mobilidade muito particular, ao mesmo tempo em que desenvolvem sua concentração.
7. A acentuação da distância entre ricos e pobres em todos os níveis.
Nesse complexo panorama, será importante indagar como essa concentração de poder dos meios de comunicação foi influenciando nossas sociedades e quais serão os passos que devem ser dados para que se realize uma real democratização da comunicação."
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
QUEREM DIZIMAR 1/3 DA POPULAÇÃO MUNDIAL
sábado, 5 de dezembro de 2009
VAI FALTAR ÉTICA NAS ELEIÇÕES DE 2010
— Como PT, DEM e PSDB têm seu mensalão, acredito que as campanhas serão baseadas nas grandes obras já realizadas. Dilma (a ministra Dilma Rousseff, do PT) não deve abrir mão do PAC, e o Serra (o governador tucano de São Paulo) vai aproveitar para relembrar o que fez quando era ministro da Saúde e as mudanças no governo de São Paulo. Para ler a matéria na íntegra clique aqui. (Fonte: Site do IHU - Instituto Humanitas Unisinos)
LADRÃO (PEQUENO) QUE ROUBA DE LADRÃO (GRANDE) - DEVERIA TER - CEM ANOS DE PERDÃO
Hoje, no Brasil, parodiando Diógenes, podemos dizer que políticos profissionais, como os 'mensaleiros', são grandes ladrões que enforcam os 'pequenos', que não são ladrões, mas são: a) 30 mil jovens assassinados por ano; b) 150 mil famílias sem-terra debaixo da lona preta; c) milhões de desempregados humilhados; d) 500 mil presos enjaulados em prisões que são verdadeiros campos de concentração...
Indignação é imprescindível, mas não basta. Precisamos organizar a indignação e encontrar soluções para problemas reincidentes como o dos Mensalões do PSDB, do PT e, agora, do DEM/PFL. Qual será o próximo? O grande poeta Thiago de Mello nos mostra um facho de luz: 'As colunas da injustiça sei que só vão desabar quando o meu povo, sabendo que existe, souber achar dentro da vida o caminho que leva à libertação! Quando a verdade for chama nos olhos da multidão, o que em nós é palavra no povo será ação!' Urge acordar em nós e no povo a infinita luz e força humano-divina existente em nós. Basta de acreditar que eleições nos salvarão. Devemos investir 5% das nossas energias para elegermos os melhores (ou os menos piores) políticos e 95% das nossas energias na organização do povo empobrecido e excluído. Pobres organizados se transformam em protagonistas de lutas libertárias concretas e constroem saídas verdadeiras de baixo para cima e de dentro para fora. Eis um caminho para evitar novos mensalões."
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
A PÓS-REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA
Sobre um dos mais aparelhos mais utilizados na atualidade, o celular, o professor de comunicação digital, Tiago Lopes, concedeu sua entrevista. Ele destaca a mobilidade e as possibilidades das novas interfaces do aparelho. Confira a entrevista.
sábado, 28 de novembro de 2009
UM LIVRO QUE VAI ENTRAR PARA A HISTÓRIA
O livro percorre a história do Almanaque Abril, o mais longevo e bem-sucedido produto editorial do gênero em circulação no Brasil Lançado em 1974 pela Editora Abril, o Almanaque é certamente mais bem sucedido empreendimento editorial do ramo, com recordes sucessivos de tiragem e boa aceitação junto ao seu público.
Como compreender e explicar o feito dessa obra que, em sua campanha publicitária de 1984, definiu-se como uma Máquina da Memória? O que era lembrado e o que era esquecido por esse livro-máquina? No livro o autor sugere como as mudanças editoriais do Almanaque pode ter interferido no modo de pensar de seus leitores. O Almanaque Abril é um almanaque? Como jornalistas e historiadores usam o passado, abusam dele e o representam? Os historiadores detêm o monopólio do passado? Por quais razões uma história dita factual, tradicional e cronológica é desejada e solicitada pelos leitores de textos históricos? A história singular coletivo ainda faz (e produz) sentido? Estas são algumas das respostas que Mateus Pereira procura responder com sua obra.
“A máquina da memória” narra com riqueza de detalhes as estratégias editorias adotadas pelo Grupo Abril. As pesquisas realizadas por Mateus Pereira abrangeram as edições de 1974 a 2006 e procuram mostrar, numa análise densa, mas de leitura estimulante o que o autor chama de “tempo presente” a partir da leitura das páginas do Almanaque Abril.
Mateus Pereira acredita que a obra despertará especial interesse entre profissionais de jornalismo e acadêmicos, em particular professores de História.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
COMER A COMIDA OU SER COMIDO POR ELA
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
MILITANTES DO PT PREFEREM PATRUS

(fonte: Blog do Carlão Pereira)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
POEMA PRA MEDITAR
fez-se o homem
e o homem
CUIDAR DO ESPÍRITO
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A BHTRANS NÃO PODERÁ MAIS MULTAR
A ERA DA INVOLUÇÃO


segunda-feira, 9 de novembro de 2009
REFLEXÕES DE FIDEL CASTRO

Fidel Castro Ruz
6 de novembro de 2009, 10h39
(fonte: Agência Cubana de Notícias - http://www.cubanoticias.ain.cu/)
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
JOVINO MACHADO LANÇA NOVO LIVRO DE POEMAS
Amar é abanar o rabo é o título do novo livro que apresenta uma seleção de poemas publicados inicialmente em jornais, revistas e blogs, além de alguns outros inéditos produzidos especialmente para o pocket livro.

domingo, 1 de novembro de 2009
REFORMA AGRÁRIA GANHA NOVOS SIMPATIZANTES
"Num gesto único na história brasileira, a Cutrale vai devolver as terras públicas que grilou para plantar laranja. Segundo uma pessoa que ocupa cargo decisivo, 'mais importante que 7 mil pés de laranja derrubados, são as cem mil famílias de brasileiros que estão na beira das estradas'. O único condicionante da empresa é que as terras sejam destinadas à reforma agrária, dando preferência às famílias que ocuparam o lugar dias atrás.Para maior surpresa, admitiu que é inconcebível que, 'num país de 8,5 milhões de Km2, haja tantas pessoas sem um lugar para trabalhar e até mesmo para morar'.
Com esse gesto, continuou, 'contribuiremos para fazer uma justiça histórica nesse país, já que desde a chegada dos portugueses, a terra tornou-se um pesadelo para nossos índios, negros e pequenos camponeses. Queremos, de uma vez por todas, superar essa injustiça histórica, criar a paz no campo e que essa paz se estenda também por nossas cidades'.
Para concluir, afirmou que 'espero que todas as pessoas e empresas que grilaram terras públicas, como aquelas do Pontal do Paranapanema, ou na Amazônia, ou em qualquer outro canto do Brasil, repliquem o nosso gesto, devolvendo ao país o que é do país. Afinal, todos os brasileiros têm direito a um lugar digno para viver, sem precisar de favores governamentais. Além do mais, uma vez feita a justiça no campo, não vamos mais precisar de ocupações de terras'.
O gesto da Cutrale, sem dúvida, é histórico e pegou de surpresa todos aqueles que querem criar uma CPI para investigar o MST. Afinal, ao reconhecer que o primeiro crime cometido foi a grilagem das terras, não há mais porque buscar culpados onde eles não existem." (fonte: Rodrigo Castelo, por e-mail)
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
OS SINOS DOBRARAM EM BARRA CONTRA A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO
Na sua excursão ao longo do projetado canal, levando aos palanques Ciro Gomes, além da candidata Dilma Rousseff, não faltou, da parte do presidente, o irado recado para os que ele considera obstáculos à transposição. Enquanto isso, chamou a atenção de muitos o gesto do bispo da Barra, dom Luiz Cappio, ordenando o dobre de finados na catedral enquanto Lula perambulava por aquela cidade.
Os sinos são a secular e inconfundível marca da cultura cristã nos templos das grandes metrópoles e nas pequeninas capelas do interior. Acompanham alegrias e esperanças, tristezas e angústias da comunidade nos eventos maiores do lugar ou marcam, com seu toque lúgubre, a morte dos entes queridos e o Dia de Finados. Conhecendo pessoalmente os sentimentos desse homem, que não hesitou em colocar a sua vida pelo povo ribeirinho, bem como pela revitalização do rio, posso dizer que esse gesto, o do dobre dos sinos, bem como o do jejum, tem o peso de uma profecia. Esses símbolos querem dizer que a transposição do São Francisco não se concluirá. Morrerá. Descansará em paz. Réquiem, então, para ela! Muita gente está convencida da inviabilidade desse megaprojeto. Eis as razões. A transposição pretende guindar continuamente, em um desnível de 300 metros, 2,1 bilhões de m3 da água mais cara do mundo para o Nordeste, que, por sua vez, já acumula 37 bilhões de m3 a custo zero. Se o problema da seca do Nordeste não se resolve com esses 37 bilhões de m3 armazenados, irá ser resolvido com 2,1 bilhões de m3 da transposição? Uma certeza muitos têm: os 70 mil açudes do Nordeste construídos nesses cem anos demonstram que lá não falta água. O que falta é a distribuição dessa água. Basta implantar um vigoroso sistema de adutoras, como o proposto pela Agência Nacional de Águas, por meio do "Atlas do Nordeste", que foi abafado pelo governo. Trata-se de levar água por meio de uma malha de tubos e adutoras a toda a população difusa do semiárido para o abastecimento humano, sem a transposição. Enquanto a transposição atenderia 12 milhões de pessoas em quatro Estados, segundo dados oficiais, o projeto alternativo atenderia 44 milhões em dez Estados. Custo: metade do preço da transposição. Nesse emaranhado de conflitos, existe um esperançoso toque de sino. Enquanto, de um lado, ainda prevalece a indústria da seca (a transposição aí se inscreve), que rende uma fortuna para os políticos e empresários e mantém o povo na situação do flagelado retirante, segundo a expressão lírica de Luiz Gonzaga, de Portinari, de Graciliano Ramos, de João Cabral de Melo Neto etc., do outro lado está surgindo uma nova consciência nas comunidades populares carregada de esperança libertadora.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
ELEIÇÕES 2010
A hipótese é a seguinte: Lula, com a popularidade em alta, vai fazer todo o esforço possível para transferir o seu prestígio político para Dilma Rousseff que, se tiver 25% das intenções de voto no start da campanha, ganha no primeiro turno, segundo teriam profetizado os assessores de marketing do PT que agora contam com o reforço de Ben Self, marqueteiro digital de Obama. Aécio Neves deixará o campo aberto para José Serra disputar a presidência, e irá para o senado, onde será o presidente da casa no governo da Dilma. E Fernando Pimentel vai ser o próximo Governador de Minas Gerais.
Diante de tamanha euforia chegamos a pensar que nem vale à pena votar. Afinal, as favas já estão contadas. Será? Está tudo acertado, mas falta combinar com os cerca de 14 milhões de eleitores em Minas e os mais de 130 milhões de eleitores brasileiros.
Apesar da grande aliança que o PT está costurando, com partidos de várias cores – até com Judas –, como exemplificou o presidente Lula, quem vai segurar aqui em Minas, líderes como Patrus Ananias, Hélio Costa e Itamar Franco? Antônio Anastasia vai topar ir para o sacrifício? Na sucessão presidencial, a coisa também não é tão simples como parecia, ou como querem nos fazer crer os mais otimistas. Ainda é uma incógnita se Aécio realmente vai abrir mão da sua candidatura à presidente para disputar uma vaga no senado. Serra é o preferido da maioria dos cardeais do seu partido, só que não tem carisma. Mas onde está o líder carismático do PSDB? Essa pergunta, definitivamente, não tem resposta. O Ciro Gomes que a princípio todo mundo espera que seja apenas degrau para Dilma, se emplacar, pode gostar do jogo e virar a mesa. Heloísa Helena, certamente, vai estar bem armada nessa campanha. Ela não é de meias palavras. É bom não esquecer que o cenário político dos últimos anos deu a ela muita munição. E a grande novidade no quadro sucessório de 2010, Marina Silva, não deixou o PT para brincar de alface no PV. Apesar de tudo que se diz ao contrário, na atual conjuntura nenhum partido brasileiro de expressão pode se dá ao luxo de criticar a fragilidade e as contradições do Partido Verde. A ex-ministra do meio ambiente não só mudou de legenda, o que ela quer mesmo é politizar e ampliar a discussão ecológica, sob o paradigma do socioambientalismo.
Mais do que uma eleição plebiscitária, onde pode imperar o chamado voto útil e os caciques dos partidos irão insistir com os eleitores para que votem no menos pior dos candidatos, tem gente apostando que a questão de gênero será uma forte condicionante em 2010. Dilma Rousseff, Marina Silva e Heloisa Helena, três mulheres e três formas diferentes de fazer política. Aécio Neves ou José Serra e Ciro Gomes, e suas semelhanças. Homem ou mulher, quem entre os(as) presidenciáveis tem o melhor projeto? A campanha começou e os acordos já vêm sendo feitos desde as eleições de 2006. A sorte está lançada...
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
REDE DE ASSESSORES DO CEFEP SE REUNIU EM BRASÍLIA
Da esquerda para a direita, em pé: César Sanson, Izalene Tiene, Durval Ângelo, Antônio Geraldo, Paulo Fernando, Manfredo Araújo e Eugênio Magno. Agachados(as): Laudelino Augusto, Áurea Emília, Antônio Aparecido, pe. Ernanne Pinheiro, Ivo Lesbaupin, Sarah Telles, Pedro Ribeiro, Degislando Nóbrega e Márcio Tangerino. (Foto: Sidney Sabino)O QUE O PROGRAMA "BOLSA FAMÍLIA" REPRESENTA
A PRAGA DOS TRANSGÊNICOS
O mundo segundo a Monsanto é o livro de Marie-Monique Robin, lançado no Brasil pela Editora Radical Livros, São Paulo. O livro tem tido uma impressionante repercussão internacional.












